Procurando Histórias de Ninar Gentis da Versão Pinóquio para Sonhos Doces?

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Uma história para dormir deve ser um cobertor quente para a imaginação. Ela deve ensinar lições gentis e terminar com uma sensação de segurança. A história de Pinóquio é um clássico. É sobre crescimento e amor. Esta versão de histórias para dormir do Pinóquio é feita para a hora de dormir. É perfeita para histórias para dormir para crianças de 5 anos. Mantemos a magia. Mantemos o coração. Removemos quaisquer partes assustadoras. O foco é na honestidade e em voltar para casa. Deixe este conto de Pinóquio para dormir ser uma parte pacífica da sua noite. Deixe-o guiar seu filho para a terra dos sonhos com um sorriso.

Era uma vez, em uma pequena vila, que vivia um velho gentil. Seu nome era Gepeto. Gepeto era um entalhador de madeira. Ele fazia brinquedos bonitos para crianças. Mas ele era solitário. Ele desejava um filho. Uma noite, ele olhou para as estrelas. “Eu desejo um menininho”, ele sussurrou.

No dia seguinte, Gepeto encontrou um pedaço especial de madeira. Era liso e quente. “Isso é perfeito”, ele disse. Ele esculpiu a madeira em uma marionete. Ele fez uma cabeça. Ele fez dois braços. Ele fez duas pernas. Ele pintou um rosto feliz. Ele chamou a marionete de Pinóquio. “Aí está”, disse Gepeto. “Você é meu menininho de madeira.” Ele deu um abraço em Pinóquio. Mas Pinóquio era apenas madeira. Ele não conseguia se mover. Ele não conseguia falar. Gepeto se sentiu triste. Ele foi dormir naquela noite com o coração tranquilo.

Naquela noite, uma luz azul brilhante encheu a sala. Era a Fada Azul! Ela era um ser gentil e mágico. Ela acenou sua varinha sobre Pinóquio. Poof! Uma chuva de brilhos caiu sobre a marionete. Os olhos de Pinóquio piscaram. Seus braços se mexeram. Ele sentou-se! “Olá!”, disse Pinóquio. Sua voz era como pequenos sinos.

Gepeto acordou. Ele viu Pinóquio se mover. Ele ficou tão feliz! “Você está vivo!”, ele exclamou. Ele abraçou seu menino de madeira. A Fada Azul sorriu. “Pinóquio”, ela disse. “Eu te dei vida. Mas você ainda é uma marionete. Para se tornar um menino de verdade, você deve provar a si mesmo. Você deve ser corajoso. Você deve ser honesto. Você deve ouvir sua consciência.” Um pequeno grilo saltou para a janela. “Eu sou o Grilo Falante”, ele disse. “Serei sua consciência. Vou ajudar a guiá-lo.” Pinóquio assentiu. Ele prometeu ser bom.

Na manhã seguinte, Gepeto disse: “Hoje, você irá para a escola. Você aprenderá e crescerá.” Ele deu a Pinóquio uma maçã brilhante para o almoço. Ele deu a ele uma pequena mochila escolar. “Tenha cuidado, meu filho”, disse Gepeto. “Vá direto para casa depois da escola.” Pinóquio prometeu. Ele saiu correndo pela porta. Clique-claque, clique-claque foram seus pés de madeira.

A caminho da escola, Pinóquio viu um show de marionetes. Era colorido e barulhento! Uma raposa e um gato estavam comandando o show. A raposa se chamava João Honesto. O gato se chamava Gideão. Eles viram Pinóquio. “Olá, pequena marionete!”, disse João Honesto. “Por que ir para a escola? A escola é chata! Venha conosco! Vamos fazer de você uma estrela!” Pinóquio esqueceu sua promessa. Ele achou que ser uma estrela parecia divertido. Ele se juntou ao show de marionetes.

No show, Pinóquio dançou e cantou. A multidão aplaudiu. Mas depois do show, João Honesto e Gideão pegaram todo o dinheiro. Eles deixaram Pinóquio sozinho. “Onde está meu pagamento?”, perguntou Pinóquio. A raposa e o gato apenas riram e fugiram. Pinóquio ficou triste. Ele não tinha ido à escola. Ele não tinha aprendido nada. Ele começou a caminhar para casa.

De repente, a Fada Azul apareceu. “Pinóquio”, ela disse. “Por que você não foi para a escola?” Pinóquio ficou envergonhado. Ele não queria dizer a verdade. Ele disse: “Eu estava… eu estava a caminho da escola, mas uma gigante… uma borboleta gigante pegou meu livro!” Assim que ele disse isso, seu nariz cresceu! Swoosh! Ele cresceu cinco centímetros. Pinóquio ficou chocado. “Seu nariz cresce quando você não diz a verdade”, disse a Fada Azul gentilmente. “Lembre-se, a honestidade é importante.” Pinóquio se sentiu arrependido. “Sinto muito”, ele disse. “Eu fui ao show de marionetes em vez disso.” Seu nariz encolheu de volta ao normal. A Fada Azul sorriu. “Seja honesto, meu filho. Agora, vá para casa, para Gepeto.”

Pinóquio correu para casa. Mas quando chegou lá, a casa estava vazia. Um vizinho disse: “Gepeto foi procurá-lo! Ele estava tão preocupado. Ele disse que procuraria em toda a vila.” Pinóquio se sentiu terrível. Ele tinha feito seu pai se preocupar. Ele decidiu encontrar Gepeto. Grilo Falante saltou em seu ombro. “Eu vou te ajudar”, disse Jiminy.

Eles perguntaram pela vila. Um padeiro gentil disse: “Eu vi Gepeto ir em direção ao mar. Ele achou que você poderia ter ido ver os barcos.” Pinóquio e Jiminy foram para a praia. Eles viram um pequeno barco de pesca. Era o barco de Gepeto! Mas Gepeto não estava lá. Uma gaivota pousou perto. “Seu pai foi para o mar”, disse a gaivota. “Ele queria te encontrar. Mas uma baleia gentil achou que o barco dele era um brinquedo. A baleia pegou o barco na boca e nadou para longe! Não foi maldade. Ele estava apenas brincando.”

Pinóquio ficou preocupado, mas não assustado. Ele sabia que tinha que ser corajoso. Ele encontrou um pedaço de madeira flutuante. Ele usou como uma jangada. Ele e Jiminy navegaram para o mar. O oceano estava calmo. O sol estava quente. Eles navegaram por um tempo. Então, eles viram uma baleia grande e amigável. Não era assustador. Tinha olhos gentis. A baleia viu Pinóquio. Nadou mais perto. “Olá”, disse a baleia com uma voz profunda e borbulhante. “Você está procurando por um homem em um barco?” Pinóquio respondeu que sim. “Eu o tenho”, disse a baleia. “Eu achei que o barco dele era uma concha interessante. Eu não queria assustá-lo. Entre. Ele está seguro.”

A baleia abriu a boca. Pinóquio navegou corajosamente sua jangada para dentro. Não estava escuro. Estava brilhando com uma luz azul suave de algas brilhantes. Lá, sentado em seu barco, estava Gepeto! “Pai!”, exclamou Pinóquio. Gepeto olhou para cima. Ele ficou tão feliz em ver Pinóquio. “Meu filho! Você está seguro!” Eles se abraçaram. Pinóquio disse: “Sinto muito por não ter vindo para casa. Eu te fiz se preocupar.” Gepeto o perdoou. “Estou feliz que você esteja aqui.”

A baleia sorriu. “Eu vou levá-los de volta para a costa”, disse ele. Nadou suavemente para a praia. Ele os deixou perto de sua vila. “Obrigado”, disse Pinóquio à baleia. A baleia assentiu e nadou de volta para o mar profundo.

Pinóquio e Gepeto caminharam para casa de mãos dadas. Naquela noite, enquanto Pinóquio dormia, a Fada Azul apareceu novamente. Ela viu que Pinóquio tinha sido corajoso. Ele tinha dito a verdade. Ele tinha resgatado seu pai. Ela acenou sua varinha. Poof! Uma chuva de brilhos dourados cobriu Pinóquio. Seu corpo de madeira ficou quente e macio. Suas roupas se tornaram tecido de verdade. Ele era um menino de verdade! Ele abriu os olhos. Ele sentiu sua própria batida cardíaca. Tum-tum. “Pai!”, ele disse. “Eu sou real!” Gepeto o abraçou com lágrimas de felicidade.

Grilo Falante cantou uma melodia feliz. Ele recebeu um distintivo de ouro brilhante que dizia “Consciência Oficial”. Ele o prendeu com orgulho.

A partir daquele dia, Pinóquio foi um menino de verdade. Ele ia para a escola todos os dias. Ele sempre dizia a verdade. Ele ajudava seu pai na oficina. Ele se lembrava das lições que aprendeu. Seja honesto. Seja corajoso. Ouça sua consciência. Ame sua família.

E eles viveram felizes para sempre. Gepeto nunca mais ficou sozinho. Pinóquio cresceu gentil e forte. Sua casa era cheia de amor e risos. A história da marionete de madeira que se tornou um menino de verdade foi contada por muitos anos. Lembrou a todos que, com um bom coração, tudo é possível.

Este conto de Pinóquio para dormir acabou. Ele nos ensina sobre honestidade e amor. Mostra que os erros são aceitáveis se aprendermos com eles. Diz-nos que o lar é onde está o coração. Então, feche os olhos agora. Pense no coração feliz de Pinóquio. Pense no abraço caloroso de Gepeto. Sinta a segurança do lar. Deixe esses sentimentos levá-lo a um sono tranquilo. Boa noite, pequeno. Sonhe com magia e amor.