A história de Moana é sobre coragem e encontrar o seu caminho. É um conto sobre o mar e o coração. Uma versão suave das histórias para dormir de Moana é perfeita para compartilhar. Ela se concentra na jornada e no amor pela família e pelo lar. Esta releitura das histórias para dormir para crianças de 5 anos mantém a aventura, mas a torna calma. É sobre ouvir o seu coração. É sobre ajudar os outros. Aqui está um conto de Moana para dormir, feito para adormecer. Deixe o ritmo das ondas e o calor da história trazer sonhos pacíficos.
Há muito tempo, em uma bela ilha chamada Motunui, vivia uma jovem chamada Moana. Ela era filha do chefe. Moana amava o oceano. As ondas a chamavam. Shhh, shhh. Mas seu pai, o Chefe Tui, dizia que o oceano era perigoso. “O recife é o nosso limite”, disse ele. “Estamos seguros aqui. Nossa ilha nos dá tudo o que precisamos.” O povo de Motunui não navegava além do recife. Eles ficavam na ilha. Eles pescavam na lagoa. Eles colhiam cocos. A vida era boa.
Mas Moana sentia uma atração em seu coração. Uma atração em direção ao vasto oceano azul. Sua avó, Tala, entendeu. Tala era sábia e gentil. Ela contava histórias para Moana. Histórias de seus ancestrais. Eles nem sempre foram pessoas da ilha. Há muito tempo, eles eram navegadores. Grandes navegadores que navegavam pelo mar. “Eles seguiam as estrelas”, disse a vovó Tala. “Eles encontraram novas ilhas. Seus corações eram corajosos.” Mas então, veio uma escuridão. Os peixes começaram a desaparecer. Os cocos ficaram pretos. Os navegadores pararam de navegar. Eles esqueceram seus caminhos.
A vovó Tala mostrou a Moana uma caverna secreta. Na caverna havia barcos enormes e bonitos. “Estes são os barcos de nossos ancestrais”, disse Tala. “Nós éramos navegadores.” O coração de Moana bateu rápido. Ela sabia que isso era verdade. Mas a ilha agora estava doente. A pesca estava ruim. As colheitas estavam fracassando. Uma escuridão estava se espalhando. A vovó Tala contou um segredo para Moana. A escuridão veio porque o coração da deusa Te Fiti foi roubado. Um semideus chamado Maui o pegou há muito tempo. Ele queria dar o poder da criação aos humanos. Mas ele perdeu o coração para o oceano. E sem seu coração, Te Fiti estava desmoronando. A escuridão se espalhou.
“Você deve encontrar Maui”, disse a vovó Tala para Moana. “Você deve fazê-lo devolver o coração. Você é a escolhida pelo oceano.” O próprio oceano parecia concordar. Ele havia escolhido Moana quando ela era apenas uma menininha. Ele a salvou. Ele lhe deu a pedra verde — o coração de Te Fiti.
Moana estava com medo. Mas ela amava seu povo. Ela amava sua ilha. Ela sabia que tinha que tentar. Seu pai não queria que ela fosse. “É muito perigoso!”, disse ele. Mas quando a vovó Tala ficou muito doente, ela deu força a Moana. “Vá, Moana”, ela sussurrou. “Siga seu coração. Você sabe quem você é.”
Com um coração triste, mas corajoso, Moana preparou um pequeno barco. Ela pegou o coração de Te Fiti. Ela navegou além do recife. O oceano a ajudou. Ele empurrou seu barco. Whoosh! A viagem começou. O mar era grande. O céu era amplo. Moana estava sozinha, mas não com medo. Ela cantou uma canção de coragem. “Eu sou Moana de Motunui… Eu vou viajar longe…”
Depois de muitos dias, Moana encontrou a ilha onde Maui vivia. Maui era um semideus grande e orgulhoso. Ele era coberto de tatuagens em movimento. Ele não queria ajudar. “Eu não vou em uma missão suicida com uma mortal!”, disse ele. “Eu tenho meus próprios problemas.” Mas Moana era esperta. Ela enganou Maui. Ela pegou seu anzol mágico. Sem ele, ele não conseguia mudar de forma. “Devolva isso!”, Maui gritou.
“Eu vou devolver”, disse Moana com firmeza. “Quando você me ajudar a colocar o coração de volta.” Maui não teve escolha. Ele concordou em ajudar. Mas ele era um parceiro difícil. Ele achava que sabia de tudo. Moana teve que aprender a navegar. Ela teve que aprender a navegar. Ela seguiu as estrelas, assim como seus ancestrais. Maui começou a ensiná-la. “Enganche a água assim”, disse ele, mostrando a ela como navegar. “Observe as estrelas. Elas são seu mapa.”
Eles se tornaram uma equipe. Eles conheceram amigos engraçados. Como Heihei, um galo bobo do barco de Moana. Heihei comeu uma pedra e quase engasgou! Eles também conheceram um caranguejo pequeno e brilhante chamado Tamatoa. Tamatoa amava coisas brilhantes. Ele vivia em um reino de monstros. Mas Moana e Maui eram espertos. Eles não lutaram contra ele. Eles o enganaram. Eles passaram por ele em segurança.
Seu maior desafio foi Te Kā. Te Kā era um monstro de lava. Ela era feroz e furiosa. Ela guardava o caminho para Te Fiti. Maui estava com medo dela. “Nós não podemos vencê-la!”, disse ele. Em uma batalha, o anzol mágico de Maui foi gravemente ferido. Ele estava triste. Seu anzol era seu poder. Sem ele, ele se sentia um fracasso. Ele voou para longe, deixando Moana sozinha.
Moana ficou de coração partido. Ela sentiu que havia falhado. Ela disse ao oceano para levar o coração de volta. “Escolha outra pessoa!”, ela gritou. Mas o oceano não o pegou. Naquele momento, o espírito de sua avó, Tala, apareceu. Ela estava calma e amorosa. “Você sabe quem você é, Moana?”, ela perguntou. Moana se lembrou de seus ancestrais. Ela os viu em sua mente. Eles eram navegadores. Eles eram corajosos. Ela era sua descendente. O oceano a escolheu por uma razão.
Moana encontrou sua força novamente. “Eu sou Moana de Motunui”, disse ela. “Eu vou navegar. Eu vou restaurar o coração.” Ela consertou seu barco. Ela navegou sozinha para enfrentar Te Kā. Ela não foi lutar. Ela foi entender. Ao navegar mais perto, ela viu algo. A espiral no peito de Te Kā. Era a mesma espiral da peça que faltava no coração de Te Fiti. Te Kā não era um monstro. Te Kā era Te Fiti… sem seu coração. Ela estava perdida e com dor.
Moana sabia o que fazer. Ela navegou direto para Te Kā. O monstro rugiu. Mas Moana permaneceu forte. Ela cantou uma canção suave. “Eu cruzei o horizonte para te encontrar… Eu sei seu nome…” Ela mostrou a Te Kā o coração verde. “Esta não é você”, disse Moana suavemente. “Você é Te Fiti. Isso pertence a você.”
Te Kā parou de rugir. Ela ficou parada. Moana caminhou para frente. Ela colocou o coração de volta na espiral no peito de Te Kā. O coração brilhou intensamente. A lava derreteu. Em seu lugar estava a bela e verde deusa Te Fiti. Ela sorriu para Moana. Ela tocou a testa de Moana com uma bênção. Então, ela se deitou e se tornou uma ilha exuberante e verde mais uma vez. A escuridão se foi. O oceano estava limpo e azul.
Maui voltou. Ele viu o que Moana havia feito. Ele sentiu muito por ter ido embora. “Você é uma grande navegadora, Moana”, disse ele. “Obrigado por me lembrar o que significa ser um herói.” Moana o perdoou. Eles se despediram como amigos.
Moana navegou para casa. O caminho era fácil agora. O oceano estava calmo. Quando ela voltou para Motunui, sua família correu para a costa. Eles ficaram tão felizes em vê-la. A doença na ilha se foi! Os peixes voltaram. Os cocos estavam verdes. A vida foi restaurada.
Moana contou ao seu povo a história. Ela lhes mostrou os barcos na caverna. “Nós somos navegadores!”, disse ela. Seu pai, o Chefe Tui, viu sua coragem. Ele estava orgulhoso. “Você nos salvou”, disse ele. “Você nos levou de volta a quem somos.” O povo consertou os grandes barcos. Eles aprenderam a navegar novamente. Moana ensinou a eles o que sabia. Eles navegariam juntos, como uma família, como um povo.
E assim, Moana se tornou uma guia. Uma líder que ouvia seu coração. Ela navegou pelos mares, mas sua ilha sempre foi seu lar. A jornada acabou, mas um novo começo havia começado. Um começo de esperança, coragem e lembrança de quem você é.
Esta história de Moana para dormir agora acabou. Pense no oceano suave. Pense no coração corajoso. Pense na ilha verde restaurada. Feche os olhos e ouça o som das ondas pacíficas. Shhh, shhh. Deixe esse som levá-lo a um sono profundo e feliz. Boa noite.

