Procurando Histórias para Dormir em Vídeo? 3 Contos Animados Divertidos para Assistir

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Assistir a uma história suave pode ser uma maneira adorável de relaxar. Histórias para dormir em vídeo combinam sons suaves com imagens calmas. São perfeitas para uma noite aconchegante. Uma boa história para dormir na tela não é muito alta. Não é muito rápida. É engraçada e doce. Faz você sorrir e depois bocejar. Aqui estão três novos contos. Imagine-os como pequenas histórias animadas para dormir em vídeo. Cada história é sobre algo comum. Cada uma tem um pequeno problema engraçado. E cada uma termina com uma cena calma e sonolenta. Perfeito para assistir antes de fechar os olhos.

História Um: O Saquinho de Chá que Tinha Medo de Água Quente

Em uma cozinha silenciosa, um saquinho de chá vivia em uma caixa. Seu nome era Earl. Earl era um saquinho de chá chique. Ele vivia em uma pequena bolsa de seda. Ele cheirava a laranjas e especiarias. Earl estava feliz em sua caixa escura e seca. Ele tinha ouvido histórias de um velho grão de café sobre a “Grande Xícara”. O grão de café fez parecer terrível. “Eles jogam água quente em você!”, disse o grão. “É uma experiência chocante!”

Earl não queria uma experiência chocante. Ele gostava de sua vida seca e silenciosa. Uma noite, uma mão alcançou a caixa. Agarrou Earl! Ele foi puxado para a luz brilhante da cozinha. Farfalhar, farfalhar. Ele foi jogado em uma caneca grande e vazia.

“Oh, não”, Earl sussurrou. “É isso. A Grande Xícara.” Ele olhou para cima. Ele viu a chaleira brilhante. Ele sabia o que estava por vir. Água quente.

A chaleira começou a chiar. Whooooo! Vapor subiu de seu bico. Earl tremeu em sua bolsa de seda. Então, a água veio. Um fluxo de água quente e clara foi derramado na caneca. Splash, borbulhar.

Earl se preparou para o pior. Mas… estava morna. Não chocante. Apenas… muito, muito morna. A água girava ao seu redor. Parecia… bom. Como um abraço quente. Suas folhas secas começaram a relaxar. Elas se desenrolaram. Uma linda cor marrom-alaranjada começou a sair dele na água. A água ficou âmbar.

“Hmm”, disse Earl para si mesmo. “Isso não é tão ruim.” Ele flutuou suavemente na água morna. A cozinha estava silenciosa. A pessoa que fez o chá estava lendo um livro. Earl dançou uma dança lenta e rodopiante na xícara. Ele percebeu que não estava sendo destruído. Ele estava sendo transformado. Ele estava fazendo algo novo. Uma bebida quente e saborosa.

Depois de alguns minutos, a pessoa pegou a caneca. Ela tomou um gole lento. “Mmmm”, ela disse. “Perfeito.”

Earl sentiu um estranho orgulho. Ele tinha ajudado a fazer aquele “Mmmm”. Ele tinha enfrentado a água quente. E ele tinha se tornado algo maravilhoso. A pessoa terminou o chá. Ela tirou Earl da xícara e o colocou na composteira. Estava escuro e macio.

Earl estava cansado, mas feliz. Sua aventura havia terminado. Ele tinha visitado a Grande Xícara. Foi uma viagem quente e bem-sucedida. Na lixeira, ele lentamente adormeceu, sonhando em rodopiar em água âmbar morna. A primeira de nossas histórias para dormir em vídeo havia terminado. A tela desapareceria para uma composteira escura e silenciosa, com um saquinho de chá feliz e usado descansando pacificamente. A cozinha estava escura e tudo estava calmo.

História Dois: A Bota de Chuva Esquerda que Odiava Ser Deixada

Maya tinha um par de botas de chuva amarelas. Elas viviam perto da porta dos fundos. A bota direita se chamava Rainey. A bota esquerda se chamava Puddle. Elas eram um par. Mas Puddle tinha um medo secreto. Ele tinha medo de ser deixado para trás.

“E se ela só colocar a bota direita?”, disse Puddle para Rainey em uma manhã tempestuosa. “E se ela sair pela porta com uma bota? Eu ficaria aqui sozinho! Para sempre!”

“Não seja bobo”, disse Rainey. “Nós somos um par. Nós vamos juntos.”

Mas naquele dia, Maya estava com pressa. Ela enfiou o pé direito em Rainey. Shloop! Ela pulou em um pé, procurando sua bota esquerda. Puddle estava se escondendo atrás da porta! Ele estava com tanto medo de ser deixado, que tentou se tornar invisível.

“Onde está minha outra bota?”, disse Maya. Ela pulou por aí. Finalmente, ela viu a ponta amarela de Puddle atrás da porta. “Aí está você!” Ela o puxou. Shloop! Ambas foram para a chuva.

Puddle ficou aliviado, mas também envergonhado. Seu medo quase causou a própria coisa que ele temia! Ele era uma bota boba. \nAquela tarde, elas voltaram para casa enlameadas. Maya as tirou e as deixou lado a lado no tapete. Uma pequena folha molhada estava presa ao lado de Puddle. Rainey tinha um ponto limpo.

“Viu?”, disse Rainey. “Nós voltamos para casa juntas. Nós sempre fazemos. Você se preocupa demais.”

Puddle olhou para a folha. Era um distintivo da aventura. Ele tinha estado na chuva. Ele tinha espirrado. Ele tinha voltado para casa com seu amigo. Ele não foi deixado para trás. Ele era uma parte essencial do par.

Aquela noite, as botas estavam no tapete, secando. A casa estava silenciosa. Puddle se sentiu calmo. Ele estava exatamente onde deveria estar. Ao lado de Rainey. Pronto para o próximo dia chuvoso, juntos. A segunda de nossas histórias para dormir em vídeo mostraria as duas botas, paradas e tranquilas no tapete. Um raio de luar brilharia pela janela, iluminando sua borracha amarela. O medo havia sumido. Apenas a amizade silenciosa permaneceu. Uma imagem perfeita para dormir.

História Três: A Almofada que Não Queria Ser Fofada

Leo tinha uma almofada azul macia. Seu nome era Billow. Todas as noites, Leo dava alguns socos em Billow para fofá-lo. Whump, whump, whump. Billow odiava isso.

“Por que ele faz isso?”, Billow reclamou para o colchão em uma noite. “Eu sou perfeito do jeito que sou. Um pouco achatado é confortável. É uma aparência elegante.”

“É o ritual dele”, disse o colchão em sua voz profunda e sonolenta. “Ele está se preparando para dormir. A fofura significa que é hora.”

Mas Billow não se importava. Ele queria ficar achatado. Ele decidiu revidar. Na noite seguinte, quando Leo foi fofá-lo, Billow permaneceu teimosamente achatado. Não importa quantas vezes Leo socasse, Billow não se inflava. Ele era uma almofada panqueca.

Leo suspirou. “Esta almofada está morta”, ele disse. Ele foi ao armário e pegou uma almofada diferente e saltitante. Ele a fofou e foi dormir.

Billow foi empurrado para o pé da cama. Ele estava sozinho e achatado. Ele tinha vencido. Ele não foi fofado. Mas ele também não foi usado. A noite toda, Leo dormiu profundamente na almofada saltitante. Billow apenas ficou ali, sentindo as folhas frias.

Ele sentia falta do peso da cabeça de Leo. Ele sentia falta da sensação quente de ser útil. Ser achatado e confortável não era tão bom quanto fazer parte do ritual do sono.

Na manhã seguinte, Leo colocou a almofada saltitante de volta no armário. Naquela noite, ele olhou para Billow. “Ok, vamos tentar de novo.” Ele deu a Billow um soco suave. Whump.

Desta vez, Billow ajudou. Ele relaxou seu recheio. Ele se deixou inflar um pouco. Leo sorriu. “Aí está.” Ele deu a Billow mais dois socos suaves. Whump, whump. Billow se fofou lindamente. Ele era macio, cheio e perfeito.

Leo deitou a cabeça. “Ahhh”, ele suspirou. “Perfeito.”

Billow sentiu o peso quente e confortável. Ele se sentiu necessário. Ele percebeu que a fofura não era um ataque. Era um convite. Era como eles diziam olá para a noite. Era parte de sua rotina.

Daí em diante, Billow esperou ansiosamente pelos três socos suaves. Whump, whump, whump. Significava que o sono estava chegando. Significava que ele tinha um trabalho a fazer. E ele era a melhor almofada para o trabalho.

As histórias finais para dormir em vídeo terminariam com um close-up da almofada fofada, com a cabeça de Leo descansando pacificamente nela. O quarto estaria escuro. O único som seria a respiração constante de Leo. A almofada estava parada, cheia e feliz. A busca pela planicidade havia terminado. A alegria de ser um lugar perfeito e fofo para sonhar havia começado. A tela desapareceria lentamente para o preto, um silencioso “boa noite” para todos.