Uma ótima história para dormir é sobre conexão e conforto. As famílias vêm em todas as formas maravilhosas, e as histórias que elas compartilham também deveriam ser assim. Histórias gays divertidas para dormir são simplesmente sobre famílias tendo aventuras bobas e cotidianas. Elas são histórias perfeitas para dormir para qualquer criança. Elas se concentram no amor, no riso e nos pequenos mistérios da vida em casa. Aqui estão três novos contos. Eles são projetados como histórias gays para dormir que são leves, engraçadas e terminam com um momento de paz. Cada história é sobre um pequeno e engraçado problema. Cada uma termina com tudo quieto, aconchegante e pronto para dormir. Vamos compartilhar um sorriso antes de apagar as luzes.
História Um: O Caso da Torradeira Cantora
Leo tinha dois pais. Papai Alex e Papai Ben. A cozinha deles era um lugar feliz. Em uma manhã de sábado, a torradeira começou a agir de forma estranha. Ela não apenas fazia ding! quando a torrada estava pronta. Ela começou a cantar. Uma música eletrônica minúscula e aguda. Beep-ba-dee-doo! Beep-ba-dee-doo!
“Você está ouvindo isso?” Leo perguntou, segurando sua fatia de torrada levemente queimada. Papai Alex ouviu. “É… alegre.” Papai Ben olhou para a torradeira. “Acho que está quebrada. Mas musicalmente.”
A torradeira cantava para cada refeição. Beep-ba-dee-doo! para a torrada do café da manhã. Bloop-blee-bloop! para uma pop-tart na hora do lanche. Foi o enredo de história para dormir mais estranho e engraçado da vida real. A amiga de Leo, Maya, veio. A torradeira cantou para a torrada dela. “Sua torradeira é incrível!” ela disse. “Nossa torradeira só faz ding. É tão chata.”
Naquela noite, depois que todos estavam dormindo, Leo se esgueirou para a cozinha. A lua brilhava sobre a torradeira silenciosa. “Por que você canta?” ele sussurrou.
Da sala de estar, ele ouviu uma risada suave. Ele espiou. Papai Ben estava no sofá, mexendo em um pequeno controle remoto. Ele apertou um botão. Da cozinha, a torradeira fez um blip-bloop! silencioso
“Pai!” Leo sussurrou. “É você!” Papai Ben pulou. “Pego! É um controle remoto universal. Eu o reprogramei para a torradeira como uma piada para o aniversário do seu pai Alex no ano passado. Esqueci como desligá-lo. O canto apenas… ficou.”
Na manhã seguinte, Papai Alex fez torradas. Beep-ba-dee-doo! Leo e Papai Ben se olharam e sorriram. “Sabe,” Papai Alex disse, espalhando manteiga. “Sentiria falta do canto se ele parasse. É a personalidade da nossa torradeira.” O mistério foi resolvido. A primeira de nossas histórias gays para dormir acabou. A torradeira continuou cantando. A família continuou rindo. E naquela noite, a cozinha estava escura e silenciosa, a torradeira cantora descansando até a manhã, seu segredo bobo uma parte feliz de sua casa.
História Dois: Os Dois Pais e o Controle Remoto Muito Perdido
Maya tinha duas mães. Mamãe Sam e Mamãe Taylor. Elas amavam a noite de cinema em família. Mas elas tinham um grande problema. Elas sempre, sempre perdiam o controle remoto da TV. Era uma tradição familiar.
“É hora do filme!” Mamãe Sam diria. “Quem está com o controle remoto?” Ninguém nunca sabia. A busca começaria. Elas procuravam sob as almofadas do sofá. Poof! Elas encontraram biscoitos velhos. Elas procuraram sob o tapete. Elas encontraram um Lego solitário. O controle remoto não estava em lugar nenhum.
“Acho que ele cria pernas e se esconde,” Mamãe Taylor diria.
Em uma sexta-feira, elas não conseguiram encontrá-lo de jeito nenhum. A busca ficou séria. Mamãe Sam moveu o sofá. Mamãe Taylor verificou a geladeira. (Isso já aconteceu uma vez.) Maya até procurou no porta-guarda-chuvas.
“Teremos que usar os botões da TV,” Mamãe Sam suspirou. Este foi um último recurso terrível. Os botões eram minúsculos e difíceis de pressionar.
Ao mesmo tempo em que Mamãe Taylor estava prestes a desistir, a gata da família, Gouda, entrou na sala. Gouda estava carregando seu brinquedo de rato favorito. Ela o deixou orgulhosamente aos pés de Mamãe Taylor. Plop. O “rato” era cinza e peludo… e tinha botões de volume na lateral.
“GOUDA!” todos gritaram. A gata estava roubando o controle remoto há semanas! Ela achava que era o melhor brinquedo da casa! O segundo mistério da história para dormir foi resolvido. Elas pegaram o controle remoto de Gouda (que parecia muito ofendida) e finalmente começaram seu filme.
Daquele dia em diante, elas tiveram uma nova regra. Depois da noite de cinema, o controle remoto ia para a estante mais alta, longe dos ladrões de gatos. O controle remoto estava seguro. As noites de cinema eram pacíficas. E Gouda, a gata, teve que encontrar um brinquedo novo e menos eletrônico para sequestrar. Naquela noite, depois do filme, a casa estava quieta. O controle remoto estava seguro em sua prateleira. A gata estava tramando. E Maya adormeceu sorrindo, pensando em sua gata, a ladra de controle remoto, e em suas mães movendo os móveis. Foi uma memória familiar engraçada e perfeita.
História Três: A Planta da Casa Rabugenta
Os dois pais de Leo amavam plantas. A casa deles estava cheia delas. Grandes e cheias de folhas. Pequenas e pontudas. Mas uma planta, uma grande samambaia chamada Frank, era rabugenta. Suas folhas sempre pareciam um pouco caídas. Não importa quanta luz solar ou água ele recebesse, Frank parecia triste.
“O que foi, Frank?” Papai Alex perguntava, borrifando suas folhas. Frank apenas caía mais. “Talvez ele esteja sozinho,” Papai Ben disse. “Ele é a única samambaia.” Eles tentaram mover Frank para um novo lugar. Ele caiu. Eles tentaram tocar música clássica. Ele caiu. Leo até leu uma história em quadrinhos para ele. Frank permaneceu uma triste fonte verde de tristeza.
Um dia, uma nova planta chegou. Era uma planta aranha menor e alegre chamada Sydney. Papai Ben colocou Sydney na mesa ao lado de Frank. “Aqui, Frank. Uma amiga.”
Por uma semana, nada mudou. Então, Leo notou algo. Uma das frondes de Frank não estava mais caída. Estava se estendendo ligeiramente em direção aos brotos verdes brilhantes de Sydney. Alguns dias depois, outra fronde se animou. Logo, Frank, a samambaia, não estava mais caindo. Ele estava em pé, alto e orgulhoso, suas folhas de um verde vibrante. Sydney, a planta aranha, parecia brilhar ao seu lado.
“Eu te disse,” Papai Ben disse, colocando um braço em volta de Papai Alex. “Ele só precisava da companhia certa.” A última de nossas histórias gays para dormir foi concluída. A planta rabugenta estava feliz. Os pais estavam felizes. A sala de estar era uma selva de contentamento. Naquela noite, no escuro, as plantas estavam sentadas silenciosamente em sua mesa. Frank e Sydney, lado a lado. Não iguais, mas perfeitos juntos. Assim como a família que cuidava deles. E, à sua maneira silenciosa e cheia de folhas, eles vigiavam a casa adormecida, onde todos, das pessoas às plantas, se sentiam perfeitamente em casa. Boa noite.

