Procurando Histórias Divertidas para Dormir da Nick Jr.? Aqui Estão Três Contos Imaginativos e Engraçados

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O mundo suave e colorido das histórias para dormir da Nick Jr. é um conforto familiar para muitas famílias. Essas histórias costumam misturar aventuras cotidianas com uma grande dose de imaginação, perfeitas para relaxar. Canalizando esse espírito, aqui estão três contos originais que se sentem em casa em uma programação de histórias para dormir da Nick Jr. Elas são engraçadas, gentis e cheias do tipo de surpresas alegres que tornam a hora de dormir algo para esperar. Então, prepare-se para três histórias para dormir que celebram a amizade, a curiosidade e o lado bobo do dia a dia. Vamos começar nossa primeira história.

História Um: A Mochila que Queria um Dia de Folga

Buster era uma mochila listrada azul e verde. Ele pertencia a um menininho chamado Leo. Buster adorava seu trabalho nos dias de escola. Ele se sentia importante carregando lanche, livros e, às vezes, uma pedra surpresa. Mas nos fins de semana, Buster se sentia um pouco entediado. Ele ficava pendurado em seu gancho perto da porta e observava a casa silenciosa. “Eu queria poder ter uma aventura de fim de semana também”, disse Buster ao cabideiro.

Em uma manhã de sábado, Leo tinha um plano. “Vou em uma missão espacial!”, anunciou ele. Ele precisava de uma nave espacial. Seus olhos pousaram em Buster. “Perfeito!” Leo tirou Buster do gancho. Ele não colocou coisas da escola dentro. Ele colocou uma toalha para uma capa, uma tigela de plástico para um capacete e uma lanterna. “Estamos decolando!”, disse Leo. Ele colocou Buster nas costas e correu para a sala de estar.

Buster ficou emocionado! Essa era sua aventura! A sala de estar se tornou a lua. O tapete era uma poeira lunar estranha e esfarelada. Leo rastejou, explorando. Buster pulou em suas costas. Solavanco, solavanco, solavanco. “Isso é mais divertido do que segurar a lição de casa de matemática!”, pensou Buster. Em seguida, a missão se mudou para o “campo de asteroides” (as almofadas do sofá). Leo pulou de almofada em almofada. Buster voou pelo ar! Uau!

Então, eles tiveram que reabastecer. A cozinha se tornou a estação espacial. Leo pegou a lanterna e a tigela. Ele fingiu comer comida espacial (que na verdade eram fatias de maçã). Buster sentou-se em uma cadeira, sentindo-se muito oficial. Ele não era mais uma mochila escolar. Ele era uma bolsa de equipamentos de missão crítica!

A aventura durou a manhã toda. Eles exploraram o “lado escuro da lua” (sob a mesa de jantar). Eles se comunicaram com “formas de vida alienígenas” (o cachorro da família). Buster estava se divertindo muito. Ele estava sujo, um pouco amassado e cheio de alegria.

Depois do almoço, Leo ficou cansado. A missão espacial acabou. Ele tirou Buster e o deixou no chão da nave espacial/sala de estar. Leo foi tirar uma soneca. Buster deitou-se no tapete, cercado por foguetes de brinquedo. Ele estava exausto, mas feliz. Ele pensou em seu dia. Ele não foi para a escola, mas foi para a lua! Esse foi um dia de folga muito bom.

Mais tarde, a mãe de Leo encontrou Buster. “Parece que você teve uma grande aventura”, disse ela com um sorriso. Ela escovou um pouco de fiapos e pendurou Buster de volta em seu gancho perto da porta. Buster se sentiu diferente. O gancho não era mais chato. Era sua estação de acoplamento. Era onde ele descansava entre as aventuras, fossem para a escola ou para o espaço sideral.

Aquela noite, a casa estava silenciosa. Buster estava pendurado em seu gancho. O luar da janela fez suas listras parecerem prateadas. Ele pensou na poeira lunar e nos saltos de asteroides. Uma sensação de paz o envolveu. Ele estava pronto para descansar. Amanhã poderia ser um dia de escola, e essa também era uma aventura. Ele fechou sua boquinha com zíper e ficou parado. O corredor estava escuro e silencioso. Buster, a mochila, estava profundamente adormecido, sonhando com gravidade zero e asteroides de fatias de maçã. Este é o tipo de magia cotidiana que você encontra nas melhores histórias para dormir da Nick Jr.

História Dois: A Luz Noturna e a Sombra Saltitante

Luna era uma pequena luz noturna em forma de lua. Ela estava conectada na parede do quarto de uma menininha. O trabalho de Luna era simples. Quando a luz grande se apagava, ela brilhava com uma luz azul suave. Ela fazia o quarto parecer seguro. Luna era muito boa em seu trabalho. Mas ela tinha um pequeno problema. Ela tinha medo de sua própria sombra.

Bem, não de sua sombra. Das sombras que ela criava. Quando ela brilhava, ela projetava uma grande sombra em forma de lua na parede atrás da cômoda. Quando o ar condicionado ligava, a cômoda vibrava um pouco. A grande sombra da lua tremia. Balançar, balançar. Parecia que estava se movendo! Luna engasgava. “O que foi isso?”, ela sussurrava.

Uma noite, a menininha, Maya, estava com problemas para dormir. “Não consigo dormir”, disse Maya para sua mãe. “O quarto parece saltitante.” Sua mãe olhou ao redor. Ela viu Luna brilhando. Ela viu a grande sombra lunar trêmula atrás da cômoda quando o ar condicionado zumbia. “Ah”, disse sua mãe. “Eu vejo. A lua está dançando. Essa é uma dança sonolenta. Significa que é hora de descansar.”

Maya olhou. A sombra balançou novamente. Balançar, balançar. Parecia uma dança lenta e sonolenta. Maya sorriu. “Boa noite, lua dançante”, ela sussurrou. Ela fechou os olhos. Luna ouviu isso. A sombra não era assustadora. Era uma dança sonolenta! Isso mudou tudo.

Na noite seguinte, Luna olhou para sua sombra de forma diferente. Quando o ar condicionado ligou e a sombra tremeu, Luna não engasgou. Ela pensou: “Aí está minha dança sonolenta. Hora de ajudar Maya a sonhar.” Ela tornou seu brilho azul um pouco mais suave, mais sonhador. A sombra dançou sua dança lenta. Maya observou por um minuto, então seus olhos se fecharam.

Luna se sentiu corajosa. Sua sombra não era um monstro. Era sua parceira! Juntos, eles deixaram o quarto pronto para dormir. Uma fez uma luz suave. A outra fez uma dança lenta. Era uma equipe. Luna estava muito orgulhosa. Ela havia enfrentado seu medo e encontrado uma amiga nele.

Daí em diante, Luna adorou o momento em que a luz grande se apagava. Ela brilhava com orgulho. Ela esperava pelo zumbido do ar condicionado. Sua sombra dançava. Balançar, balançar. Era sua rotina noturna. Uma luz e uma dança. Um par perfeito para dizer boa noite.

Em uma noite muito parada, o ar condicionado não ligou. O quarto estava silencioso. Luna brilhou, mas sua sombra estava perfeitamente parada. Era apenas uma forma redonda e azul. Luna sentiu falta da dança. Maya também sentiu. “A lua está muito parada hoje à noite”, murmurou Maya, já meio dormindo. “Deve estar descansando muito.” Luna concordou. Mesmo a dança precisava de uma noite de folga às vezes.

O quarto estava profundamente tranquilo. A luz constante de Luna era suficiente. Maya estava profundamente adormecida. Luna manteve sua vigia, sua luz constante e calma. A sombra parada era apenas uma amiga silenciosa fazendo uma pausa. Tudo estava bem. A noite era suave e azul e cheia de descanso. Luna sentiu um cansaço feliz e tranquilo. Seu trabalho foi feito perfeitamente, com ou sem a dança. O quarto estava silencioso, e a única luz era uma pequena lua amigável, vigiando até a manhã.

História Três: O Expresso da Meia-Noite do Trem de Brinquedo

Chug era um trem de brinquedo de madeira vermelho. Ele morava em uma prateleira em uma sala de jogos com outros brinquedos. Chug adorava o dia. As crianças o empurravam ao longo dos trilhos de madeira. Chuga-chuga-tchu-tchu! Mas à noite, a sala de jogos ficava escura e parada. Chug odiava a quietude. Ele queria continuar se movendo. “Por que temos que parar?”, ele perguntava ao elefante de pelúcia. O elefante apenas roncava.

Uma noite, Chug teve uma ideia. Uma ideia travessa e emocionante. Ele dirigiria o expresso da meia-noite! Quando a casa estivesse dormindo, ele chugaria sozinho! Ele esperou até que a lua estivesse alta. Ele respirou fundo (os brinquedos podem fazer isso) e se empurrou para frente. Rangido. Ele rolou da prateleira e pousou suavemente no tapete. Plop.

“Todos a bordo do expresso da meia-noite!”, sussurrou Chug. A pista foi traçada em um grande oval no chão. Chug alinhou suas rodas. Ele começou a se empurrar. Rangido-rolar, rangido-rolar. Foi um trabalho duro sem uma mão para empurrá-lo, mas ele estava determinado. Ele fez a primeira curva. “Isso é incrível!”, ele pensou. A sala de jogos parecia diferente à noite. Maior. Mais quieta.

Ele passou pela torre de blocos. Parecia uma cidade adormecida. Ele chugou pela caixa de brinquedos. Era um cânion escuro. Essa foi uma aventura de verdade! Ele estava prestes a completar seu primeiro loop completo quando viu um problema. A ponte estava fora! Bem, não fora. Um giz de cera havia rolado para a pista, bloqueando seu caminho. Chug parou. Ele não podia passar por cima. Ele era muito leve. Sua grande aventura estava presa!

Naquele momento, um pequeno raio de luz o atingiu. Era de um poste de luz do lado de fora, brilhando pela janela. Iluminou o giz de cera e a pista. Chug teve outra ideia. Talvez o expresso da meia-noite não precisasse de um loop completo. Talvez a aventura fosse apenas tentar. Ele cuidadosamente reverteu. Rangido-rolar para trás. Ele virou suas rodas e fez uma rota diferente. Ele deixou a pista e rolou lentamente pela planície fofa do tapete. Era um novo caminho!

Ele explorou a terra sob a cadeira. Ele visitou a caverna da mesa. Foi uma expedição lenta, silenciosa e solo. Ele não estava chugando rápido, mas estava explorando livremente. Foi maravilhoso. Finalmente, ele ficou cansado. Suas rodas estavam empoeiradas. A aventura foi concluída. Ele precisava voltar para a prateleira. Mas como? Ele não podia escalar.

A primeira luz da manhã começou a espreitar pela janela. A porta da sala de jogos se abriu. Era Leo, o menininho! Leo piscou. Ele viu Chug, o trem, no meio do chão, longe de sua pista. “Como você chegou lá?”, Leo se perguntou em voz alta. Ele pegou Chug. “Você deve ter tido um grande sonho”, disse ele. Ele colocou Chug de volta na prateleira com seus amigos.

Chug estava em casa. Os outros brinquedos estavam apenas acordando. “Onde você estava?”, perguntou o elefante de pelúcia. “Dirigindo o expresso da meia-noite”, disse Chug com orgulho. O elefante apenas acenou com a cabeça, sem realmente acreditar nele. Mas Chug sabia. Ele teve sua aventura secreta. Naquela noite, quando Leo o colocou na pista para um chug diurno, Chug sentiu uma nova alegria. A pista era divertida. Os empurrões rápidos eram emocionantes. Mas ele também amava seu lugar tranquilo na prateleira. Era onde ele podia se lembrar de seu passeio da meia-noite pelo grande mar de tapetes.

Aquela noite, Chug ficou feliz por estar parado. Ele observou a lua brilhar nos trilhos de madeira. Ele não precisava se mover. Ele tinha feito sua exploração. Agora era hora de descansar e sonhar com novas rotas. A sala de jogos estava parada. Todos os brinquedos estavam dormindo. Chug, o trem vermelho, sentou-se em sua prateleira, sua jornada concluída, suas rodas em repouso, sonhando com pontes de giz de cera e planícies de tapetes. A noite estava silenciosa, e o expresso da meia-noite estava em segurança na estação. Esta história final encerra nosso trio de histórias para dormir da Nick Jr., cada uma terminando com um momento aconchegante e tranquilo, perfeito para adormecer, assim como os programas suaves que as inspiram.