Procurando Histórias Francesas Suaves para a Hora de Dormir? Uma Releitura Calmante de Chapeuzinho Vermelho

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As histórias francesas para a hora de dormir têm um encanto especial. Elas costumam trazer lições gentis envoltas em fantasia. Uma história perfeita para crianças pequenas não é assustadora, mas sim um conto acolhedor e seguro. Aqui está uma história clássica, recontada como uma história francesa suave para a hora de dormir. É ideal para histórias para dormir para crianças de 5 anos. Esta versão remove qualquer susto. O foco é na bondade, na escuta e em um final feliz. Deixe este conto gentil ser uma parte pacífica da sua noite.

Era uma vez, em uma aldeia perto de uma floresta verde e profunda, que vivia uma menina. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Ela tinha uma capa vermelha adorável com um capuz. Ela a usava todos os dias. Sua mãe a fez para ela. Era macia e quente.

Uma manhã ensolarada, sua mãe a chamou. “Chapeuzinho, sua avó não está se sentindo bem. Eu assei alguns bolos de mel para ela. Você poderia levar esta cesta para ela? Isso a animará.”

“Claro, mamãe!” disse Chapeuzinho. Ela amava muito sua avó.

Sua mãe lhe deu a cesta. Tinha um pano xadrez vermelho por cima. “Agora, lembre-se”, disse sua mãe. “Vá direto para a casa da vovó. Não saia do caminho. Não fale com estranhos na floresta.”

“Vou ficar no caminho”, prometeu Chapeuzinho. “Não vou falar com estranhos.” Ela colocou sua capa vermelha. Ela pegou a cesta. Ela saiu saltitando pela porta. Salto, pulo, salto!

A casa da vovó ficava do outro lado da floresta. O sol brilhava através das folhas. Os pássaros cantavam canções alegres. Piu, piu! Chapeuzinho Vermelho caminhava pelo caminho. Ela viu lindas flores azuis.

“Oh! A vovó adora flores azuis”, disse ela. Ela olhou para o caminho. Ela se lembrou de sua promessa. “Devo ficar no caminho.” Ela não pegou as flores. Ela caminhou em frente.

De repente, um grande lobo entrou no caminho. Ele tinha orelhas grandes e olhos grandes. “Bom dia, menina”, disse o lobo. Sua voz era grave.

Chapeuzinho Vermelho se lembrou de sua promessa. Não fale com estranhos. Mas o lobo estava bem na frente dela. Ela teve que ser educada. “Bom dia, Sr. Lobo”, disse ela. Ela segurou sua cesta com força.

“E para onde você está indo neste belo dia?” perguntou o lobo. Ele olhou para a cesta dela.

“Estou indo para a casa da minha avó”, disse Chapeuzinho Vermelho. “Ela não está se sentindo bem. Estou levando estes bolos de mel para ela.”

“Que gentil”, disse o lobo. Ele teve um pensamento. Ele adorava pregar peças. Ele não era um lobo mau. Ele era um lobo bobo. “Sua avó mora na casa com a porta verde, sim?”

“Sim, ela mora”, disse Chapeuzinho Vermelho.

“Eu conheço um atalho”, disse o lobo. “Você poderia pegar aquelas lindas flores azuis para ela. O atalho é bem ali.” Ele apontou para longe do caminho.

Chapeuzinho Vermelho olhou para as flores. Elas eram tão bonitas. Mas ela se lembrou das palavras de sua mãe. “Não, obrigado, Sr. Lobo. Eu prometi à minha mãe que ficaria no caminho. Devo ir direto para a casa da vovó.”

O lobo ficou surpreso. Esta menina era muito boa em cumprir promessas! “Muito bem”, disse ele. “Bom dia!” O lobo teve uma nova ideia. Ele correria na frente e pregaria uma peça. Ele daria à vovó e à Chapeuzinho Vermelho uma boa risada! Ele correu rapidamente pelas árvores.

Chapeuzinho Vermelho continuou andando. Ela ficou no caminho. Logo, ela viu a casa da sua avó. Tinha uma porta verde e uma chaminé de pedra. Ela bateu na porta. Toc, toc, toc.

“Quem é?” chamou uma voz de dentro. Parecia engraçado. Um pouco grave demais.

“É a Chapeuzinho Vermelho, vovó!” disse ela.

“Entre, minha querida! A porta está aberta!” disse a voz.

Chapeuzinho Vermelho abriu a porta. O quarto estava um pouco escuro. A vovó estava na cama, com os cobertores puxados para cima. Chapeuzinho Vermelho caminhou até a cabeceira.

“Oh, vovó”, disse Chapeuzinho Vermelho. “Que orelhas grandes você tem!”

“Tanto melhor para te ouvir, minha filha”, disse a vovó.

“E vovó, que olhos grandes você tem!”

“Tanto melhor para te ver, minha querida”, disse a vovó.

“Mas vovó”, disse Chapeuzinho Vermelho, inclinando-se mais perto. “Que nariz grande você tem!”

“Tanto melhor para sentir o cheiro dos seus bolos de mel!” disse a vovó. Então a vovó começou a rir. Era uma gargalhada profunda e estrondosa.

Então, Chapeuzinho Vermelho viu uma pata peluda na coberta. Ela sorriu. “E vovó… que mãos grandes você tem!”

O lobo não conseguiu mais se conter. Ele jogou os cobertores fora! Ele estava usando a touca da vovó! “HA HA HA! Sou eu! O lobo! Preguei uma peça!” Ele riu e riu.

Naquele momento, a verdadeira vovó saiu da cozinha! Ela estava segurando uma bandeja com chá. “Oh, seu lobo bobo!” disse ela, rindo também. “Você quase assustou minha neta!”

“Sinto muito!” disse o lobo, enxugando uma lágrima de riso do olho. “Eu só queria ser engraçado. Sua neta foi tão boa! Ela não saiu do caminho! Ela não pegou meu atalho!”

A vovó abraçou Chapeuzinho Vermelho. “Estou muito orgulhosa de você por cumprir sua promessa.” Então ela olhou para o lobo. “E você, Sr. Lobo, é um ator terrível. Sua voz é muito rouca para mim!”

Todos se sentaram. Eles comeram os bolos de mel. Eles beberam o chá. O lobo contou histórias engraçadas. Chapeuzinho Vermelho contou a ele sobre os pássaros no caminho. A vovó contou a eles sobre seu jardim.

O lobo se despediu. “Obrigado pelo bolo. Não vou mais pregar peças no caminho. Só vou dizer olá.”

“Essa é uma boa ideia”, disse Chapeuzinho Vermelho.

O lobo voltou para a floresta. Chapeuzinho Vermelho ajudou a vovó a limpar. Então ela foi para casa. Ela ficou no caminho. O sol estava se pondo. O céu estava laranja e rosa.

Quando chegou em casa, ela contou à mãe toda a história. Sua mãe sorriu. “Você ouviu. Você foi sábia. E você fez um novo amigo bobo. Estou muito orgulhosa.”

Naquela noite, Chapeuzinho Vermelho foi dormir. Ela pensou no lobo de orelhas grandes e na risada da sua avó. Ela se sentiu feliz e segura. Ela tinha cumprido sua promessa. Ela tinha sido gentil. E ela tinha uma história engraçada para contar.

O lobo, em sua toca, também sorriu. Ele tinha novos amigos. E ele aprendeu que as peças só são engraçadas se todos rirem. Daquele dia em diante, ele apenas acenava das árvores quando Chapeuzinho Vermelho passava.

Esta história francesa para dormir acabou. Ela nos ensina a ouvir nossos pais. Ela nos ensina a cumprir nossas promessas. E ela nos ensina que mesmo erros bobos podem terminar com amizade e bolo. Então feche os olhos agora. Pense no caminho da floresta verde. Pense na capa vermelha. Pense na casa acolhedora e segura. Deixe esses pensamentos aconchegantes preencherem sua mente enquanto você entra em um sono pacífico e feliz. Boa noite, pequeno. Que seus sonhos sejam doces.