Procurando Histórias para Dormir com a Vibe da Netflix Jr? 3 Contos de Desenhos Animados Divertidos

Procurando Histórias para Dormir com a Vibe da Netflix Jr? 3 Contos de Desenhos Animados Divertidos

Jogos divertidos + Histórias envolventes = Crianças felizes aprendendo! Baixe agora

Encontrar um programa divertido e gentil pode ser uma ótima maneira de terminar o dia. Muitas famílias apreciam os programas alegres e amigáveis ​​nos canais infantis. Esta busca por ótimas histórias para dormir no estilo Netflix Jr é tudo sobre essa sensação. É sobre personagens coloridos e problemas bobos. É sobre aprender uma pequena lição com uma grande risada. Aqui estão três novos contos. Imagine-os como desenhos animados curtos, perfeitos para uma lista de reprodução de histórias para dormir. Cada história é sobre um personagem engraçado. Cada um aprende uma lição gentil. E cada um termina com uma cena calma e sonolenta. Então, imagine a música tema tocando. Vamos assistir nossa primeira história.

História Um: O Chinelo Que Queria Sapatear

Em um quarto aconchegante, havia um par de pantufas fofas de coelho. A pantufa esquerda se chamava Bounce. A pantufa direita se chamava Pounce. Elas eram muito boas em serem macias e quentes. Mas Pounce tinha um sonho. Ele não queria arrastar os pés. Ele queria sapatear.

“Olhe para nós”, disse Pounce para Bounce uma noite. “Nós apenas fazemos shhh-shhh no chão. Sapatos de sapateado fazem clickity-clack! Eles fazem música! Eles têm ritmo!”

“Nós temos ritmo”, disse Bounce, bocejando. “Chama-se o ritmo do sono. Shhh-shhh, shhh-shhh. É um clássico.” Mas Pounce estava determinado. Quando seu filho, Leo, foi para a cama, Pounce praticou. Ele tentou bater com o calcanhar fofo. Fez um baque suave. Ele tentou um shuffle-ball-change. Ele tropeçou em um coelhinho de poeira e caiu de cara.

“Isso é mais difícil do que parece”, resmungou Pounce.

No dia seguinte, Leo convidou amigos para brincar. Eles estavam tocando música e dançando. Pounce observou da porta do armário. Ele viu os pés rápidos e felizes. Ele sentiu a batida da música. Bum, clap, bum-bum, clap! Ele não pôde evitar. Ele começou a se contorcer. Wiggle-wiggle, thump-thump.

Um dos amigos de Leo apontou. “Ei, seu chinelo está dançando!”

Leo olhou. Pounce estava pulando no ritmo da música! Não era sapateado. Era… boogie de coelhinho fofo. Leo riu e pegou Pounce. Ele o colocou na mão como uma marionete. Ele fez Pounce “dançar” junto com a música. Wiggle, shake, thump! Todos riram. Foi a dança mais boba de todas.

Aquela noite, Pounce estava de volta no chão. Ele estava cansado, mas feliz. “Eu dancei hoje”, disse ele para Bounce. “Você foi uma estrela”, disse Bounce. “Mas você sabe, nossa dança shhh-shhh também é muito boa. É a dança silenciosa que leva à hora de dormir.” Leo foi para a cama. Seus pés encontraram os chinelos. Shhh-shhh. Eles se arrastaram para o banheiro. Shhh-shhh. Eles se arrastaram de volta.

Pounce percebeu algo. Ele não precisava sapatear. Ele tinha sua própria dança. A dança de se preparar para a cama. Era uma dança lenta, gentil e aconchegante. E era importante. A primeira de nossas histórias para dormir com o charme da Netflix Jr acabou. O chinelo encontrou seu ritmo. A tela mostraria os dois chinelos, lado a lado, enquanto a luz do quarto se apagava. Sua aventura terminou. Agora, era hora da dança mais silenciosa de todas: a dança do sono.

História Dois: O Trem de Brinquedo Que Tinha Medo do Túnel Escuro

Charlie era um trem de brinquedo vermelho brilhante. Ele morava em uma pista de madeira que contornava o quarto de Leo. A pista era ótima. Tinha uma ponte. Tinha uma estação. Mas também tinha um túnel escuro feito de uma caixa de papelão. Charlie odiava o túnel.

“É muito escuro lá dentro”, disse Charlie para seu amigo, um dinossauro de plástico chamado Dumpy. “Qualquer coisa pode estar lá dentro. Meias perdidas. Monstros. O temido Monstro da Meia!”

“O túnel é curto”, disse Dumpy. “E é só papelão. Você entra por um lado, sai pelo outro. Sem problemas.” Mas para Charlie, era um grande problema.

Toda vez que Leo empurrava Charlie em direção ao túnel, Charlie tentava diminuir a velocidade. Suas rodas rangiam. Eee-erk! Ele parava bem na entrada. Leo lhe dava um empurrão suave. Whoosh! Para a escuridão! Charlie fechava os olhos (trens não podem fechar os olhos, mas ele tentou). Dois segundos depois, ele estaria na luz. Sempre foi bom. Mas ele ainda estava com medo.

Um dia, Leo estava brincando com adesivos que brilham no escuro. Ele decorou seu teto com estrelas e planetas. Ele tinha um adesivo sobrando. Uma pequena lua brilhante. Ele olhou para sua pista de trem. Ele olhou para o túnel escuro assustador. Ele teve uma ideia.

Ele colou o adesivo de lua brilhante dentro da parte superior do túnel. Naquela noite, quando Leo apagou as luzes para ir dormir, algo maravilhoso aconteceu. O adesivo de lua que brilha no escuro começou a brilhar com uma luz suave e verde. Iluminou o interior do túnel!

Charlie estava na pista, se preparando para sua corrida final. O quarto estava escuro. Ele viu o túnel à frente. Mas agora, não estava escuro. Tinha uma lua suave e brilhante dentro! Parecia mágico, não assustador.

Leo lhe deu um pequeno empurrão. Charlie rolou para frente. Desta vez, ele não fechou os olhos. Ele rolou para dentro do túnel. O luar verde suave brilhava acima dele. Foi lindo! Por um segundo, ele foi um trem rolando sob um céu noturno mágico. Então, ele saiu do outro lado.

Ele não estava mais com medo. O túnel não era um lugar escuro e assustador. Era uma caverna secreta com lua brilhante. A melhor parte da pista!

Daí em diante, Charlie adorou o túnel. Ele passava por ele lentamente durante o dia, lembrando-se do brilho. E à noite, ele ansiava por Leo apagar as luzes para que sua lua brilhasse. A segunda história para dormir da nossa série foi concluída. O desenho animado mostraria o trem, sentado pacificamente na pista no quarto escuro. O túnel próximo brilha com uma luz suave e amigável. O medo se foi, substituído por uma sensação de admiração. Charlie, o trem, estava dormindo em seus trilhos, sonhando em rolar sob luas brilhantes.

História Três: A Mochila Que Esqueceu Como Ser Vazia

Maya tinha uma mochila roxa para a escola. Seu nome era Packer. Packer adorava os dias de escola. Ele adorava o som dos livros deslizando para dentro. Thump-thump. Ele adorava o peso de uma lancheira. Clunk. Ele adorava a sensação de estar cheio e ser importante. Mas Packer tinha um problema com os fins de semana. Nos fins de semana, Maya o esvaziava. Ela colocava seus livros na mesa. Ela colocava sua lancheira na cozinha. Packer pendurava no gancho perto da porta, vazio e triste.

“Eu sou inútil”, Packer suspirou para o cabide em uma manhã de sábado. “Eu não tenho propósito. Eu sou apenas um saco roxo vazio.” “É seu dia de folga!”, disse o cabide. “Relaxe!” “Eu não sei como”, disse Packer.

Naquele sábado, Maya ia fazer uma caminhada em família. “Preciso da minha mochila para minha garrafa de água e lanche!”, disse ela. Ela pegou Packer. Seu coração (ou melhor, seu zíper principal) saltou! Uma missão! Ela colocou uma garrafa de água. Swish-swish. Ela colocou algumas barras de granola. Rustle-rustle. Não era tanto quanto a escola, mas era alguma coisa.

A floresta, algo incrível aconteceu. Maya encontrou uma pedra branca, lisa e perfeita. Ela encontrou uma folha amarela bonita. Ela encontrou uma pena de um gaio-azul. Ela colocou tudo em Packer. “Meu saco de tesouros”, ela o chamou.

Packer não era mais uma bolsa escolar. Ele era uma bolsa de tesouros! Este era um novo trabalho emocionante. Ele carregava as maravilhas silenciosas da floresta. Este era um tipo diferente de importante.

Em casa, Maya esvaziou os tesouros na mesa. Packer estava vazio novamente. Mas desta vez, ele não se sentiu triste. Ele se sentiu… leve. Ele tinha feito um bom trabalho. Ele tinha carregado aventuras. Agora, ele podia descansar.

O pai de Maya o pendurou de volta no gancho. “Obrigado, Packer. Boa caminhada.”

Packer balançou suavemente no gancho. A casa estava quieta. Ele percebeu que estar vazio não era ruim. Era apenas o tempo entre as aventuras. Um tempo para descansar. Um tempo para se preparar para a próxima coisa, fossem livros, lanches ou uma pedra branca perfeita.

O episódio final de nossas histórias para dormir com a maratona Netflix Jr terminou. A tela mostraria a mochila roxa pendurada no corredor silencioso, um pequeno sorriso desenhado em seu bolso frontal. A aventura do dia havia terminado. A mochila estava vazia, feliz e pronta para dormir. Maya estava na cama, os tesouros em sua prateleira. E a casa estava parada, cheia da quietude que vem depois de um dia de diversão. Boa noite, Packer. Boa noite, a todos.