A magia de um ótimo programa é como ele faz você se sentir em família. É sobre jogos, risadas e lições gentis. Para as famílias que amam esse espírito, as novas histórias para dormir de Bluey que capturam essa sensação são um deleite. Elas não são episódios, mas contos novos com o mesmo coração. Elas são sobre usar a imaginação para tornar o tempo de descanso divertido. Aqui estão três novas histórias para dormir inspiradas nessa vibe familiar e divertida. Cada história é sobre um jogo simples e tranquilo antes de dormir. Cada uma tem um pequeno momento engraçado. E cada uma termina com todos calmos, aconchegantes e prontos para dormir. Vamos jogar o jogo silencioso de contar histórias.
História Um: O Jogo da Biblioteca
Bluey e Bingo estavam na sala de estar. Já era quase hora de dormir. “Não estou com sono!” disse Bingo, fazendo uma dancinha. “Eu também não!” disse Bluey, girando em círculos. O pai, que estava lendo o jornal, olhou por cima dele. “Parece que alguém precisa de um jogo tranquilo. Que tal… o Jogo da Biblioteca?”
“O que é o Jogo da Biblioteca?” Bingo perguntou, parando sua dança. “É simples”, disse o pai, largando o jornal. “Este sofá é a biblioteca. Temos que ficar muito, muito quietos. Só podemos sussurrar. E temos que escolher um livro para ler.” Ele apontou para a pequena pilha de livros ilustrados no chão.
Bluey gostou disso. “Eu serei a bibliotecária!” ela sussurrou. “Shhhh!” Bingo riu e sussurrou de volta: “Eu serei uma leitora com sapatos muito barulhentos!” Ela começou a pisar em silêncio. Clomp-sussurro-clomp.
“Shhh!” Bluey, a bibliotecária, disse, colocando um dedo nos lábios. “Sem sapatos barulhentos na biblioteca!” O pai decidiu ser uma estante. Ele ficou muito quieto contra a parede. “Escolha um livro meu”, ele disse com uma voz de madeira.
Bingo se aproximou na pontinha dos pés. Ela “puxou” um livro de mentira do cotovelo do pai. “Este, por favor.” Ela o trouxe para Bluey, a bibliotecária. Bluey fingiu escaneá-lo. Beep! “Você tem três dias”, ela sussurrou seriamente.
Todos se sentaram no “biblioteca” do sofá. Eles leram seus próprios livros em silêncio. Bem, quase em silêncio. “Meu livro tem um dragão que come sanduíches”, Bingo sussurrou para Bluey. “Shhh!” disse Bluey. “Sem falar na biblioteca!” “Mas o dragão está comendo manteiga de amendoim! É importante!” Bingo sussurrou mais alto.
Nesse momento, o pai, a estante, sentiu uma coceira no nariz. Ele tentou ficar parado, mas não conseguiu. A-choo! Ele soltou um espirro pequeno e abafado. “Ah… ker-choo!”
Bluey e Bingo ficaram olhando. “A estante espirrou!” Bingo gritou, esquecendo a regra do sussurro. “Os livros estão todos fora de ordem agora!” Bluey gritou, correndo para o pai e fingindo pegar livros caindo de seus braços.
O Jogo da Biblioteca acabou. Ele se transformou no Jogo da Estante Espirrenta. Todo mundo estava rindo. A mãe entrou. “O que é tudo isso? Ouvi dizer que uma biblioteca pegou um resfriado.”
O pai fungou. “Foi uma alergia ao pó. De todo o… conhecimento.” A mãe sorriu. “Bem, a biblioteca está fechando em cinco minutos para a hora de dormir. Último capítulo.”
Todos se aconchegaram no sofá. O pai leu um livro de verdade em voz alta, com vozes. A primeira de nossas histórias para dormir de Bluey acabou. O jogo bobo se transformou em abraços silenciosos. Os olhos de Bluey e Bingo ficaram pesados. A sala de estar estava tranquila. O único som era a voz do pai, lendo lentamente, até que a última página foi virada, e era realmente hora de dormir.
História Dois: O Jogo da Lavagem de Carros
Depois da hora do banho, Bluey e Bingo estavam enroladas em toalhas grandes e fofas. Seus cabelos estavam úmidos. “Estamos limpas!” disse Bingo. “Mas estamos muito limpas!” Bluey declarou. “Precisamos nos sujar! Rápido, antes da hora de dormir!” A mãe balançou a cabeça, sorrindo. “Chega de sujeira hoje à noite. Mas sabe o que os carros limpos ganham? Uma lavagem.” Bluey olhou para Bingo. Bingo olhou para Bluey. “Não somos carros”, disse Bingo. “Hoje à noite vocês são!” disse a mãe. “Vocês são dois carrinhos, rápidos e muito limpos. E este corredor é o túnel de lavagem de carros. Prontas?”
Bluey e Bingo se jogaram de joelhos e mãos. “Vrum-vrum!” disse Bluey. “Bi-bi!” disse Bingo.
“Ok, carros, entrem no túnel!” disse a mãe. As meninas rastejaram para o corredor. A mãe ficou no final com uma toalha seca e fofa. Quando Bluey passou, a mãe gentilmente jogou a toalha sobre ela e lhe deu um abraço macio e esfregante. “Swoosh, swoosh! Sabão e enxágue!” Então ela fez o mesmo com Bingo. “Swish, swish! Cera extra para você!”
As meninas riram, rastejando sob a toalha. “De novo!” disse Bingo. Então elas dirigiram seus “carros” em um círculo e passaram pela lavagem de carros novamente. E de novo. O abraço da toalha da mãe era quente e macio.
“Oh, oh”, disse a mãe, parando. “A máquina de lavar carros está ficando sem energia. Precisa… de um abraço para recarregar.” Ela fingiu estar cansada, encostando-se na parede.
Bluey e Bingo pararam seus carros. Elas se olharam. Elas rastejaram até a mãe e envolveram os braços em volta de suas pernas em um grande abraço em grupo. “É energia suficiente?” Bluey perguntou.
A mãe fingiu que o abraço a encheu de energia. “Bzzzzzt! Energia restaurada! Obrigado!” Ela deu a cada uma delas mais um grande e quente abraço com a toalha. “Pronto. Limpas e secas. Hora de esses carros brilhantes estacionarem na garagem para a noite.”
A segunda história para dormir foi concluída. O jogo acabou. Os “carros” foram levados para a cama, quentes, secos e felizes. O corredor estava quieto. A toalha foi pendurada. A lavagem de carros foi fechada até a próxima hora do banho. Bluey e Bingo se aconchegaram em suas camas, sentindo-se aconchegantes e amadas, seus motores (corações) ronronando suavemente enquanto adormeciam.
História Três: O Jogo de Sombras
A luz noturna estava acesa no quarto de Bluey e Bingo. Ela projetava formas engraçadas na parede. Bingo viu uma sombra grande e assustadora. Era apenas a cadeira com um roupão, mas parecia um monstro para ela.
“Bluey”, Bingo sussurrou. “Tem um monstro de sombra.” Bluey olhou. “É só o roupão fofo.” “Mas ele está olhando para mim”, disse Bingo, puxando seu cobertor para cima.
O pai entrou para dar boa noite. Ele viu Bingo se escondendo. “O que foi, criança?” “Monstro de sombra”, disse Bingo, apontando. O pai olhou para a sombra. Ele assentiu. “Entendo. Bem, sabe o que é melhor do que um monstro de sombra? Um show de fantoches de sombra inteiro!” Ele acendeu a luz principal por um segundo e fez suas mãos em uma forma. Um cachorro! Depois um pássaro! “Viu? Nós somos os chefes das sombras. Podemos fazê-las ser qualquer coisa.”
Ele apagou a luz principal, deixando a luz noturna mais suave. Ele sentou no chão entre as camas delas. Ele usou as mãos e a luz noturna para fazer formas no teto. “Este é um coelho… pulando.” Dois dedos quicam. “Este é um caracol… se movendo muito, muito lentamente.” Um punho em movimento lento.
Bluey e Bingo riram. Elas tentaram fazer suas próprias formas. Bluey fez uma borboleta instável. Bingo fez algo que parecia um caroço. “Isso é uma… nuvem”, ela decidiu.
Elas contaram uma história com suas sombras. O coelho encontrou a nuvem. O caracol correu com a borboleta (o caracol venceu, porque a borboleta se distraiu). O monstro de sombra da cadeira até se juntou como um gigante amigável que estava apenas solitário. O pai fez a voz do gigante, que era baixa e estrondosa, mas gentil. “Olá, amiguinhos. Eu estava apenas parado aqui. Fica frio. Vocês têm um cobertor sobrando?”
Todos riram. A sombra não era mais assustadora. Ela fazia parte do jogo. A última de nossas histórias para dormir de Bluey estava terminando. O show de fantoches terminou com todos os amigos das sombras indo dormir. O pai deu um beijo em ambas.
“Boa noite, meus pequenos criadores de sombras”, ele sussurrou. “Bons sonhos.” O quarto estava escuro e quieto. A sombra da cadeira era apenas uma cadeira novamente. Bluey e Bingo fecharam os olhos. Em suas mentes, elas ainda podiam ver o coelho amigável e o caracol, pulando e deslizando lentamente pelas costas de suas pálpebras, levando-as suavemente para a terra dos sonhos. A casa estava parada. Os jogos terminaram. Apenas a sensação tranquila e feliz de brincar permaneceu, que é a melhor sensação para levar para dormir.

