Procurando uma Leitura Aconchegante? O Melhor Livro de Histórias para Dormir da Disney para Sonhos Doces

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Um livro de histórias para dormir da Disney tem um tipo especial de magia. É uma coleção de amigos familiares e aventuras gentis. Essas histórias são perfeitas para histórias para dormir para crianças de 5 anos. Elas não são assustadoras. Elas são sobre bondade, bravura e finais felizes. Aqui está um novo conto, escrito no espírito de um livro clássico de histórias para dormir da Disney. É uma releitura gentil de uma história familiar. É sobre ser esperto e ouvir sua família. Tem um final seguro e caloroso, perfeito para compartilhar antes de dormir.

Havia uma vez, em uma vila perto de uma floresta escura e profunda, uma doce garotinha. Ela tinha uma capa vermelha com capuz que adorava usar. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Ela morava com a mãe em uma pequena e alegre casa de campo.

Uma manhã, sua mãe a chamou. “Chapeuzinho, sua avó não está se sentindo bem. Eu assei alguns bolinhos de frutas vermelhas para ela. Você seria gentil e levaria esta cesta para ela?” Chapeuzinho Vermelho amava muito sua avó. “Claro, mamãe!” ela disse.

A mãe dela deu a cesta para ela. Estava coberta com um pano xadrez vermelho. “Agora lembre-se”, disse sua mãe. “Vá direto para a casa da vovó. Não pare na floresta. Não fale com estranhos. O caminho é seguro se você ficar nele.”

“Eu vou, mamãe!” Chapeuzinho Vermelho prometeu. Ela colocou sua capa vermelha, pegou a cesta e saiu correndo pela porta. Sua avó morava em uma casa de campo do outro lado da floresta. O sol estava brilhando. Os pássaros estavam cantando. Chapeuzinho Vermelho caminhou pelo caminho. Pular, pular, pular.

Logo, ela entrou na floresta. As árvores eram altas. Suas folhas faziam um som suave. Swish, swish. Chapeuzinho Vermelho viu lindas flores amarelas. “Oh! A vovó adoraria isso!” ela pensou. Ela saiu um pouco do caminho para pegar um pequeno buquê. Snap, snap foram os caules.

Naquele momento, um grande lobo saiu de trás de uma árvore grande. Ele tinha olhos grandes e orelhas grandes. “Bem, olá, garotinha”, disse o lobo. Ele tentou soar amigável, mas sua voz era profunda e rouca.

Chapeuzinho Vermelho se lembrou da regra de sua mãe. Não fale com estranhos. Mas o lobo estava bem na frente dela. “Olá, Sr. Lobo”, ela disse educadamente, segurando sua cesta com força.

“E para onde você está indo neste belo dia, com sua linda capa vermelha?” perguntou o lobo, com os olhos na cesta.

“Estou indo para a casa da minha avó”, disse Chapeuzinho Vermelho. “Ela não está se sentindo bem. Estou levando esses bolinhos para deixá-la feliz.”

“Que gentil”, disse o lobo. Sua mente começou a trabalhar. Ele não era um lobo legal. Ele gostava de pregar peças. “E onde mora sua querida avó?”

“Ela mora na pequena casa de campo com a porta verde e a chaminé de pedra, do outro lado da floresta”, disse Chapeuzinho Vermelho.

“Ah, sim”, disse o lobo. “Uma casa de campo adorável. Bem, você deveria se apressar. Mas olhe! Veja aquelas lindas flores azuis ali?” O lobo apontou para o fundo da floresta. “Sua avó adora flores azuis. Elas a animariam muito mais do que aquelas amarelas.”

Chapeuzinho Vermelho olhou. Ela viu algumas flores azuis bonitas. Talvez o lobo estivesse certo! “Obrigada, Sr. Lobo!” ela disse. Ela esqueceu sua promessa. Ela correu para fora do caminho em direção às flores azuis.

O lobo sorriu. “Criança tola”, ele riu. Agora ele tinha um plano. Ele correria para a casa da vovó. Ele pregaria uma peça. Ele entraria na casa de campo e… bem, ele não tinha certeza do quê. Talvez ele apenas se escondesse e lhes desse um bom susto! Isso parecia divertido para ele. Ele correu rapidamente pelas árvores, pegando um atalho.

Enquanto isso, Chapeuzinho Vermelho pegou um grande buquê de flores azuis. Snip, snip. Ela colocou-as na cesta com os bolinhos. Ela voltou ao caminho e continuou sua caminhada. Ela cantava uma melodia feliz.

O lobo chegou à casa da vovó primeiro. Ele bateu na porta. Tap, tap, tap. “Quem é?” chamou uma voz gentil e fraca de dentro. O lobo colocou a pata na garganta, tentando soar como uma garotinha. “É a Chapeuzinho Vermelho, vovó! Eu trouxe alguns bolinhos para você!”

“Oh, entre, minha querida! A porta está destrancada!” Vovó chamou. Ela estava em sua cama, descansando.

O lobo abriu a porta verde. Ele entrou na ponta dos pés. Ele viu a vovó em sua cama. Antes que ela pudesse até se sentar, o lobo teve uma ideia boba. Ele queria brincar de se vestir! Ele gentilmente ajudou a vovó a sair da cama. “Shhh, é só uma brincadeira”, ele sussurrou. “Vamos pregar uma peça na Chapeuzinho. Você se esconde no armário por um minuto. Eu vou colocar sua camisola e touca de dormir. Vai ser engraçado quando ela entrar!”

A vovó foi uma boa esportista. Ela achou que era um jogo estranho, mas inofensivo. Ela estava se sentindo um pouco melhor agora de qualquer maneira. “Tudo bem, sua criatura tola”, ela riu baixinho. “Mas não coma meus bolinhos!” Ela foi e se escondeu no grande armário.

O lobo colocou a camisola e a touca de dormir da vovó. Ele pulou na cama e puxou as cobertas até o nariz. Ele esperou.

Logo, Chapeuzinho Vermelho chegou à casa de campo. A porta estava entreaberta. “Vovó?” ela chamou, entrando. “Eu estou aqui!”

“Entre, minha querida”, disse o lobo, tentando soar como a vovó. Sua voz ainda era muito profunda e rouca.

Chapeuzinho Vermelho caminhou para a cabeceira da cama. O quarto estava um pouco escuro. “Oh, vovó”, ela disse. “Que orelhas grandes você tem!” “Tanto melhor para ouvi-la, minha filha”, disse o lobo. “E vovó, que olhos grandes você tem!” “Tanto melhor para vê-la, minha querida”, disse o lobo, começando a rir. “Mas vovó”, disse Chapeuzinho Vermelho, inclinando-se mais perto. “Que nariz grande você tem!” “Tanto melhor para… para cheirar seus deliciosos bolinhos!” disse o lobo, rindo mais.

Então Chapeuzinho Vermelho viu a pata peluda no cobertor. Não era a mão da vovó! Ela deu um passo para trás. “E vovó… que… DENTES grandes você tem!”

O lobo não conseguiu mais se conter. Ele começou a rir! Ele jogou as cobertas e sentou-se, a touca de dormir caindo sobre um olho. “HA HA HA! Tanto melhor para SORRIR, minha querida! Sou eu! Peguei você!”

Naquele momento, a porta do armário se abriu! Não era a vovó. Era o guarda florestal amigável, que estava verificando a velha! Ele tinha ouvido a risada do lobo de fora. “O QUE está acontecendo aqui?” ele rugiu.

O lobo parou de rir. Ele viu o guarda florestal alto e forte. “Eep!” O lobo pulou da cama. Ele ficou tão surpreso que correu para fora da porta, pela floresta, e nunca mais foi visto perto do caminho. Ele tinha aprendido sua lição sobre pregar peças.

A vovó saiu de trás do guarda florestal. Ela estava se escondendo atrás dele! Ela estava rindo. “Oh, aquele lobo tolo! Ele só queria fazer uma piada!”

Chapeuzinho Vermelho correu e abraçou sua avó. “Estou tão feliz que você está bem! E eu trouxe bolinhos e flores!” Ela mostrou a cesta.

O guarda florestal sorriu. “Bem, parece que todos estão seguros. Mas lembre-se, Chapeuzinho Vermelho, fique no caminho. E não fale com lobos traiçoeiros!”

“Eu vou, eu prometo!” disse Chapeuzinho Vermelho.

Ela e sua avó tiveram uma visita adorável. Elas comeram bolinhos com o guarda florestal. Elas colocaram as flores azuis e amarelas em um vaso. A casa de campo estava cheia de calor e risos.

Quando Chapeuzinho Vermelho foi para casa, ela ficou bem no meio do caminho. O sol estava se pondo, pintando o céu de laranja e rosa. Ela sabia que sua mãe estaria esperando. Ela aprendeu a ouvir, a ter cuidado e que até mesmo uma surpresa assustadora pode terminar com uma risada feliz e um bolinho.

Ela chegou em casa em segurança e contou à mãe toda a história engraçada. Ambas concordaram que a vovó deve estar se sentindo muito melhor para pregar tal peça. Naquela noite, Chapeuzinho Vermelho foi dormir com um sorriso, sonhando com flores, bolinhos e os olhos gentis e risonhos de sua avó.

Este conto do nosso livro de histórias para dormir da Disney agora acabou. Ele nos ensina a ouvir nossos pais e a sermos espertos. Ele mostra que até mesmo erros podem terminar felizmente. Então feche os olhos, pense na casa de campo aconchegante da vovó e deixe a sensação de paz da história levá-lo a um sono maravilhoso. Boa noite.