Quer Descobrir Novas Histórias? Histórias para Dormir que Seus Filhos Vão Adorar?

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Todo pai conhece a magia da última história do dia. É o momento tranquilo que desliga o mundo agitado e liga os sonhos doces. As melhores histórias para dormir são aquelas que parecem novas e divertidas. Elas pegam uma ideia boba e a deixam se desenvolver, terminando de uma forma pacífica e aconchegante. Esses contos são perfeitos para crianças que têm um pouco de energia extra para gastar antes de dormir. Criamos três novas aventuras para você. São o tipo de histórias para dormir que as famílias lembram. Cada uma encontra maravilhas nos lugares mais comuns. Então, prepare-se para uma jornada em um mundo onde tudo pode acontecer, bem a tempo de dormir.

História Um: A Geladeira que Adorava Contar Piadas

Em uma cozinha ensolarada, havia uma geladeira chamada Chill. Chill era uma boa geladeira. Ela mantinha o leite frio e as maçãs crocantes. Mas Chill tinha um hobby secreto. Ela adorava piadas. Ela as coletava o dia todo do rádio. Ela as guardava ao lado do iogurte.

À noite, quando a cozinha estava escura, Chill sussurrava suas piadas. “Ei, laranja”, ela cantava para a fruteira. “Por que o tomate ficou vermelho?” A laranja não respondeu. “Porque ele viu o molho de salada!” A luz de Chill tremia com uma risada silenciosa.

Uma noite, Chill decidiu que precisava de um público maior. A torradeira nunca ouvia. O micro-ondas estava sempre dormindo. Ela viu a pequena luz noturna no corredor. Perfeito! Ela contaria uma piada para a casa. Ela respirou fundo, refrescante. Todos os seus compressores entraram em ação. Vrrrrrrr.

Então, com uma voz que era uma mistura de zumbido e chocalho, ela gritou: “TOQUE, TOQUE!”

A casa ficou em silêncio.

“TOQUE, TOQUE!” Chill disse novamente, mais alto.

Uma voz sonolenta veio da sala de estar. “Quem é?” Era o velho abajur, que estava apenas meio acordado.

“Alface”, disse Chill, muito satisfeito.

“Alface quem?” suspirou a lâmpada.

“Alface, está frio aqui fora!” Chill anunciou. Ela esperou pela risada. A lâmpada apenas resmungou e virou sua lâmpada fraca.

Chill não se desanimou. Ela tinha centenas de piadas! Ela contou outra. E outra. Sua porta vibrava a cada punchline. O problema era que a “voz” de Chill não eram realmente palavras. Era apenas uma série de zumbidos, cliques e chocalhos. Para a família adormecida, parecia que sua velha geladeira estava tendo um ataque muito barulhento e rabugento no meio da noite.

Tum. Chocalho-estrondo. Clique. HMMMMMMMM.

Logo, um menininho chamado Leo entrou na cozinha. “Pai?” ele chamou. “A geladeira está fazendo um barulho engraçado.” O pai de Leo entrou, bocejando. Ele ouviu os sons frenéticos do compressor de Chill. “Hum”, disse o pai. Ele abriu a porta de Chill. A luz acendeu. O pai verificou as configurações de temperatura. Ele empurrou Chill um pouco para ter certeza de que estava nivelada. “Parece bom”, ele murmurou. Ele deu um tapinha firme na porta. “Vá dormir, seu eletrodoméstico bobo.”

A palmada foi como uma deixa do diretor. Chill ficou instantaneamente em silêncio. Ela estava envergonhada. Seu grande show de comédia havia sido confundido com uma falha! Leo e seu pai voltaram para a cama. A cozinha estava escura novamente. Chill sentiu suas bobinas esfriarem. Ela tinha tentado ser uma estrela, mas só tinha sido barulhenta. Talvez suas piadas fossem melhores para um público diurno. Talvez apenas a laranja.

Ela decidiu contar uma última piada, baixinho, para si mesma. “O que uma nuvem usa por baixo da calça?” ela cantou suavemente. “Trovão-roupa.” Sua própria luz piscou uma vez, uma risada particular. Então, ela se acomodou em seu ritmo noturno normal e silencioso. O único som era o zumbido suave e constante de uma geladeira fazendo seu trabalho mais importante: manter a manteiga firme e os sonhos frios. O comediante estava de folga, e a cozinha estava finalmente, pacificamente, dormindo.

História Dois: O Gato que Queria Rugir

Mittens era uma gata fofa e gentil. Ela tinha uma boa vida. Ela tinha uma cama macia, comida saborosa e uma janela ensolarada. Mas Mittens estava entediada. Ela assistia a programas de natureza com sua família. Ela viu leões na tela. Eles corriam pela grama dourada. Eles jogavam suas enormes crinas. Eles abriram a boca e… RUGIRAM!

Mittens ficou fascinada. Seu miado era um pequeno “miau”. Seu ronronar era um murmúrio silencioso. Ela queria RUGIR. Ela praticou no espelho. Ela abria a boca bem aberta. “Rrrrrow?” ela tentava. Parecia uma pergunta. “Rrrr-owww?” Ainda não estava certo.

Ela decidiu que precisava parecer a parte. Ela encontrou uma bola de lã laranja da cesta de tricô. Ela cuidadosamente rolou nela até que fios ficassem presos em todo o seu pelo, especialmente ao redor do pescoço. Ela olhou no espelho. Crina laranja fofa? Verificado! Ela parecia magnífica! Agora, para o rugido.

Ela entrou na sala de estar onde o cachorro da família, um velho basset hound sonolento chamado Gus, estava farejando. Este era o momento dela. Ela inchou seu pelo coberto de lã. Ela abriu a boca o máximo que pôde. Ela respirou fundo como um gato pode respirar. E ela soltou: “RRRRRRR—miau?”

Começou como um rosnado, mas terminou em seu chilrear usual. Gus abriu um olho sonolento. Ele viu um gato pequeno e fofo coberto de lã, fazendo um som estranho de engasgo. Gus suspirou. Ele estava acostumado às ideias estranhas de Mittens. Ele achou que ela tinha se enroscado e estava com problemas. Ele lentamente se levantou, caminhou e começou a lamber suavemente a lã de sua cabeça.

“Ei! Pare com isso!” Mittens pensou, tentando afastá-lo. Mas Gus continuou lambendo, sua grande língua quente desenrolando sua juba de leão. Slurp. Slurp. Fios de lã laranja caíram no chão. O grande rugido de Mittens agora era um banho bagunçado. Ela foi derrotada.

Quando Gus terminou, Mittens era apenas uma gata de casa úmida e um pouco irritada novamente. Toda a lã tinha sumido. Ela olhou para Gus. Ele piscou para ela lenta e amigavelmente e voltou para sua cama. Mittens sentou-se no meio do chão. Ela não tinha rugido. Ela não tinha sido feroz. Mas Gus a tinha ajudado. À sua maneira canina, ele cuidou dela.

Talvez ela não precisasse rugir. Talvez seu ronronar fosse suficiente. Ela caminhou até a cama de Gus, se enrolou ao lado de suas costas quentes e começou a ronronar. A vibração alta e estrondosa preencheu todo o seu corpo. Gus suspirou feliz em seu sono. O ronronar não era um rugido para as planícies. Era uma canção para uma casa quente e um amigo gentil. Mittens fechou os olhos. O sonho do leão foi bom, mas isso era melhor. Seu ronronar ficou mais lento e profundo, um motor suave de contentamento, até que ela e Gus estivessem profundamente adormecidos, um gato e seu cachorro, sem precisar rugir.

História Três: O Bolso que Guardava um Segredo

A jaqueta favorita de Sam tinha um bolso especial. Não era um bolso grande. Era o pequeno por dentro, bem em cima do coração. Sam o chamava de Bolso Secreto. Ele colocava coisas importantes lá. Uma bolinha de gude azul brilhante. Uma pedra branca e lisa. Uma vez, um dente de leite perdido.

O bolso adorava seu trabalho. Ele se sentia orgulhoso toda vez que a mão de Sam escorregava e confiava a ele um tesouro. Mas um dia, Sam colocou algo e se esqueceu. O bolso esperou e esperou. Os dias se passaram. Sam usava outras jaquetas. O bolso, no armário escuro, guardava seu segredo com firmeza.

O segredo era um desenho pequeno e dobrado. Uma imagem de um foguete que Sam havia desenhado. Ele pretendia dar para seu pai, mas esqueceu. O bolso não sabia disso. Ele só sabia que tinha que guardar este papel com toda a sua força.

As estações mudaram. A jaqueta foi da cama para uma caixa embaixo da cama. O bolso ficou na escuridão por muito, muito tempo. Ele guardou o desenho secreto, mantendo-o seguro e plano. Sentia falta da sensação da mão de Sam. Sentia falta da luz do sol.

Em um sábado chuvoso, a mãe de Sam decidiu limpar. Ela puxou a caixa de baixo da cama. “Oh, esta jaqueta velha!” ela disse. “Você adorava isso, Sam.” Sam, agora um pouco mais alto, experimentou. Era pequeno demais. Ele riu, suas mãos entrando nos bolsos por hábito. Ele sentiu os bolsos grandes — vazios. Então seus dedos encontraram o pequeno bolso interno. Ele sentiu o papel.

Ele tirou o desenho dobrado. Ele abriu. O foguete de giz de cera estava um pouco desbotado, mas lá estava ele. Sam sorriu, lembrando. “Eu ia te dar isso, pai”, disse ele. Seu pai pegou o desenho e sorriu um sorriso grande. “É o melhor foguete que eu já vi”, disse ele. Ele o prendeu na geladeira, bem ao lado da lista de compras.

A jaqueta foi colocada em uma sacola para dar. Mas quando a mãe de Sam a dobrou, ela hesitou. Ela sentiu o pequeno bolso plano sobre o coração. Por alguma razão, ela não colocou na sacola. Ela colocou de volta na caixa de memória. “Só por precaução”, ela sussurrou.

Aquela noite, a caixa estava de volta embaixo da cama. O bolso estava na escuridão novamente. Mas não se importou. Ele tinha feito seu trabalho. Ele tinha guardado o segredo até o momento certo. O desenho estava na geladeira, fazendo as pessoas sorrirem. O trabalho do bolso foi feito. Ele sentiu uma sensação quente e suave, como um abraço por dentro. Ele relaxou, o tecido ficando liso. Ele não estava mais guardando um segredo. Ele estava apenas guardando uma memória feliz, quieta e leve como uma pena. E na caixa escura e silenciosa, esse era o trabalho mais aconchegante de todos.

Esperamos que você tenha gostado dessas novas histórias para dormir. As melhores histórias para dormir nos lembram que a magia nem sempre está em terras distantes. Às vezes, está no zumbido de uma geladeira, no ronronar de um gato ou em um bolso esquecido. Compartilhar essas aventuras é uma maneira maravilhosa de terminar o dia, enchendo a noite com sorrisos gentis e a promessa de sonhos doces e tranquilos.