Quais são as melhores histórias para dormir que as famílias podem compartilhar para ter sonhos tranquilos?

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Uma boa história para dormir é sobre carinho e conexão. As famílias vêm em todas as formas maravilhosas. Encontrar ótimas histórias para dormir que famílias gays podem compartilhar é sobre encontrar contos de amor e lar. As melhores histórias para dormir são simplesmente sobre pessoas que se importam umas com as outras. Elas são engraçadas, gentis e terminam com uma sensação de paz. Aqui estão três novas histórias. Elas são histórias perfeitas para dormir que pais gays podem ler. Elas também são ótimas para qualquer criança que goste de um conto leve. Cada história se concentra em um pequeno mistério engraçado em uma casa aconchegante. Cada uma termina com uma resolução tranquila e sonolenta. Deixe que essas histórias tragam sorrisos e calma à sua rotina noturna.

História Um: O Caso do Sofá Roncador

Leo tinha dois pais. Pai Mark e Pai Ben. Sua família tinha um sofá azul grande e confortável. Era o melhor lugar para ler e tirar sonecas de fim de semana. Uma noite de sexta-feira, Leo estava no sofá. Ele estava lendo uma história em quadrinhos. A casa estava quieta. Então, Leo ouviu um som. Zzzz-honk. Zzzz-honk. Era um ronco profundo e estrondoso.

Leo olhou para o pai Mark. Ele estava na poltrona, acordado e pagando contas. Ele não estava roncando. Leo olhou para o pai Ben. Ele estava na cozinha, carregando a lava-louças. Ele não estava roncando. O ronco veio novamente. Zzzz-WHEEEEEZE!

“Pai?” Leo perguntou. “O sofá está roncando?”

Pai Mark olhou para cima, largando as contas. “Sofás não roncam, filho. Você deve estar cansado.” Mas Leo tinha certeza. Ele encostou a orelha na almofada do sofá. Zzzz-hummmmm. A vibração fez cócegas em sua orelha. “Está fazendo de novo!”

Pai Ben entrou, secando um prato. “Qual é o mistério?” Leo explicou. Pai Ben fez uma expressão engraçada. “Sabe… este velho sofá já viu muita coisa. Talvez esteja sonhando. Sonhando com todas as noites de cinema e fortes de travesseiros.”

Mas Leo era um detetive hoje à noite. Este foi um caso engraçado para uma história para dormir. Ele pediu aos pais que o ajudassem a investigar. Eles levantaram a almofada grande. Por baixo, encontraram as coisas de sempre: um controle remoto perdido, duas moedas de um centavo e um monte de migalhas de biscoito. Mas nenhuma máquina de ronco.

Então, o pai Mark levantou a outra almofada. Zzzz-SNORRRRK! O som era alto e claro! E ali, enrolada em uma bola perfeita, estava sua gata, Pickles. Pickles estava profundamente adormecida. Toda vez que ela expirava, sua respiração assobiava por um pequeno pedaço de penugem preso em seu nariz. Zzzz-honk. O “ronco do sofá” era apenas Pickles, tirando uma soneca secreta em sua caverna favorita!

Leo começou a rir. Seus pais também riram. “Caso encerrado!” disse o pai Ben. “A culpada é Pickles, a gata que dorme.” Eles gentilmente moveram Pickles para sua cama de gato. O sofá estava silencioso. O mistério foi resolvido.

Naquela noite, quando Leo foi para a cama, ele ouviu um som suave do corredor. Zzzz-miau. Era Pickles, agora roncando em sua própria cama. Leo sorriu. Seus pais entraram para dar boa noite. “Ótimo trabalho de detetive”, disse o pai Mark. “Você quer ser detetive?” perguntou o pai Ben, cobrindo-o. “Talvez”, disse Leo. “Mas primeiro, quero dormir.” A casa estava quieta. O sofá era apenas um sofá. O gato era apenas um gato. A primeira das histórias para dormir que pais gays poderiam compartilhar havia terminado. Tudo estava como deveria ser. Leo fechou os olhos, o mistério bobo resolvido, e adormeceu.

História Dois: A Grande Aventura do Gnomo de Jardim

Maya tinha duas mães. Mãe Alex e Mãe Sam. Elas amavam seu jardim. No jardim havia cinco gnomos de cerâmica. Eles tinham chapéus pontudos e sorrisos alegres. Todas as manhãs, os gnomos estavam no mesmo lugar. Mas, em um sábado, Maya olhou para fora. Os gnomos estavam em lugares diferentes! Gary, o Gnomo, estava perto das rosas, não das margaridas. O Rabugento Gus estava sorrindo para o bebedouro!

“Mãe! Os gnomos se moveram!” Maya disse no café da manhã.

A mãe Sam tomou um gole de seu café. “O vento deve estar forte.”

“Mas eles são pesados!” disse Maya. A mãe Alex piscou para a mãe Sam. “Talvez eles tenham uma vida noturna secreta. Uma festa de dança de gnomos quando estamos dormindo.”

Maya decidiu descobrir. Naquela noite, ela pediu para acampar na barraca no quintal. “Só para olhar as estrelas”, ela disse. Suas mães concordaram. Mas Maya tinha um plano. Ela pegou um caderno e uma lanterna. Ela estava em uma missão. Este foi um enredo perfeito para uma história para dormir.

A noite estava escura e silenciosa. Maya espiou para fora da barraca. Os gnomos ainda estavam lá. Então, à meia-noite, ela viu um brilho de luz do galpão do jardim. A porta do galpão rangeu ao abrir. Saíram… Mãe Alex e Mãe Sam! Elas estavam usando lanternas de cabeça e rindo. A mãe Sam estava carregando Gary, o Gnomo. A mãe Alex estava com o Rabugento Gus.

Maya observou, escondida. Suas mães estavam movendo os gnomos com cuidado! Elas colocaram Gary perto das rosas. Elas viraram o Rabugento Gus para encarar o bebedouro. Elas estavam sussurrando e rindo. “Você acha que ela vai notar o Gus no banho amanhã?” a mãe Alex sussurrou. “Ela nota tudo”, a mãe Sam sussurrou de volta. “Isso a faz sorrir. Eu amo o relatório matinal dos gnomos dela.”

Maya colocou a mão na boca para não rir em voz alta. Suas mães eram as que moviam os gnomos! Elas estavam fazendo isso só para tornar suas manhãs divertidas. Era um jogo bobo e secreto.

Na manhã seguinte, Maya correu para a cozinha. “Você nunca vai acreditar! Os gnomos se moveram DE NOVO! Gary está perto das rosas! E o Rabugento Gus parece feliz!”

Suas mães agiram muito surpresas. “Sério?” disse a mãe Alex. “Que estranho!” disse a mãe Sam, com os olhos brilhando.

“Eu acho”, disse Maya, sorrindo para elas, “que o jardim é mágico. E vocês também.” Suas mães sorriram de volta, um sorriso caloroso e cúmplice. O segredo foi revelado, mas tudo bem. Era o pequeno segredo engraçado de sua família.

Naquela noite, Maya não verificou os gnomos. Ela sabia que eles estavam exatamente onde suas mães os haviam deixado. E esse era o melhor lugar. Ela foi para a cama, pensando em suas mães rindo no escuro com lanternas de cabeça. Foi um pensamento feliz. A segunda história para dormir que as mães gays poderiam desfrutar havia terminado. A casa estava quieta. Os gnomos ainda estavam lá. E Maya adormeceu sentindo-se muito, muito amada.

História Três: Os Dois Avôs e a Bule Falante

Leo costumava visitar seus dois avôs. Vovô Joe e Vovô Henry. Eles moravam em um apartamento aconchegante cheio de livros. Eles tinham uma chaleira marrom e apitante. Em cada visita, eles faziam chá. A chaleira cantava quando a água estava quente. Whooooo-oooo!

Em uma tarde, Leo estava visitando. A chaleira estava no fogão. Vovô Joe estava lendo o jornal. Vovô Henry estava procurando seus óculos de leitura. A chaleira começou a apitar. Whooo— Então parou. Uma voz fina e fumegante disse: “Ahem. A água está pronta.”

Os três olharam para a chaleira. “Você disse alguma coisa?” Vovô Henry perguntou.

“Eu disse, a água está pronta”, respondeu a chaleira, seu bico soltando um pouco de vapor. “Eu estava querendo falar com vocês. O assobio é tão indigno. Eu preferiria apenas dizer a vocês. Além disso, o chá de hoje é Earl Grey. Seu favorito, Henry.”

A boca do vovô Henry se abriu. Vovô Joe ajeitou os óculos. “Bem, eu vou. Uma chaleira falante.”

Leo ficou encantado. Este foi o momento mais incrível de uma história para dormir na vida real! “Você pode dizer outras coisas?” ele perguntou à chaleira.

“Posso comentar sobre o tempo”, disse a chaleira. “Está bem frio hoje. Também posso lembrar Joe que ele deixou suas luvas de jardinagem na varanda. E sempre achei que as cortinas da cozinha precisavam de uma renovação. Um belo padrão floral, talvez.”

Vovô Joe soltou uma grande gargalhada estrondosa. “Uma chaleira com opiniões de design de interiores! Henry, o que você fez?”

“Eu não fiz nada!” disse o vovô Henry, mas ele estava sorrindo. Eles serviram o chá. A chaleira estava quieta, apenas sendo uma chaleira. Mas toda vez que eles faziam chá depois disso, ela anunciava educadamente: “A água está pronta”, em sua pequena voz fumegante. Tornou-se seu novo normal.

Uma noite, Leo dormiu no sofá-cama. Ele acordou com sede. Ele foi para a cozinha pegar um copo d'água. A lua brilhava pela janela. Ele viu a chaleira no fogão frio. E ele viu o vovô Henry, sonâmbulo novamente. Vovô Henry às vezes andava dormindo. Ele estava indo em direção à porta da varanda.

Antes que Leo pudesse se mover, a chaleira no fogão brilhou suavemente. “Henry”, sussurrou em uma voz quente e fumegante. “Vire-se. Sua cama é para o outro lado.” Vovô Henry parou. Ele piscou. Ele se virou e voltou para seu quarto. O brilho da chaleira desapareceu.

Na manhã seguinte, no café da manhã, o vovô Henry disse: “Tive um sonho estranho. A chaleira me disse para voltar para a cama.” Vovô Joe e Leo se olharam. A chaleira apenas ficou no balcão, silenciosa.

Leo sabia a verdade. A chaleira falante não era apenas para dicas de design. Estava cuidando deles. Fazia parte da família. Uma parte engraçada, exigente e atenciosa. Naquela noite, de volta em sua própria cama, Leo pensou em seus avôs e em sua cozinha mágica. A última das histórias para dormir que as famílias gays poderiam compartilhar era uma memória calorosa. A chaleira estava quieta. Os avôs estavam seguros. E Leo sentiu uma profunda sensação de paz. Ele sabia que as famílias, em todas as suas formas, tinham seu próprio tipo de magia. Era a magia do cuidado, dos segredos bobos e de cuidar uns dos outros. E com esse pensamento, ele adormeceu em um sono profundo e tranquilo.