Quais são as histórias de ninar sobrenaturais mais engraçadas e menos assustadoras para crianças?

Quais são as histórias de ninar sobrenaturais mais engraçadas e menos assustadoras para crianças?

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Procurando histórias de ninar sobrenaturais que sejam mais engraçadas do que assustadoras? Contos de magia gentil e boba que acontecem quando a casa está dormindo podem ser a maneira perfeita de terminar o dia. As melhores histórias de ninar sobrenaturais encontram o humor no "assombrado", transformando sons assustadores e visões estranhas em risadas. São o tipo de histórias de ninar que ajudam todos a relaxar com um sorriso. Aqui estão três contos novos e não tão assustadores. São histórias de ninar engraçadas com um toque sobrenatural, onde cada fantasma tem um segredo engraçado e cada monstro é apenas incompreendido. Cada uma é uma aventura curta e doce que termina no momento perfeito e tranquilo para dormir.

História Um: O Fantasma que era Ruim em Assombrar

Wisp era um fantasma. Um fantasma muito, muito pequeno. Ele morava no sótão de uma casa aconchegante e antiga. Ele tinha um trabalho simples: ser uma presença gentil e sobrenatural. Mas Wisp tinha um problema. Ele era terrível nisso. Seus gemidos soavam como tábuas do chão rangendo. Suas tentativas de chacoalhar correntes só faziam um tinido suave, como sinos de vento. Ele nem conseguia administrar um ponto frio adequado - ele apenas fazia o ar parecer ligeiramente arejado.

"Fantasmas arrepiam e emocionam", a velha casa rangia. "Você é mais um... rascunho."

Wisp estava determinado a melhorar. Uma noite, a garotinha da família, Mia, estava fazendo uma festa do pijama. Sua amiga estava contando histórias ligeiramente assustadoras. Wisp viu sua chance! Esta era sua audiência! Ele flutuou para a sala de estar, onde as meninas estavam em um forte de cobertores. Ele respirou fundo (bem, tão fundo quanto um fantasma pode) e soltou seu melhor gemido. "Ooooooooh..."

Saiu como um suave e instável "Ooo-eep?" As meninas pararam de falar. "Você ouviu isso?" A amiga de Mia sussurrou. Wisp tentou de novo. Ele se concentrou em uma pilha de histórias em quadrinhos, tentando fazê-las tremular. Ele conseguiu fazer a página de cima levantar cerca de um centímetro e depois flutuar suavemente de volta para baixo. Fwip.

As meninas ficaram olhando. Então, Mia riu. "É a brisa amigável do sótão!" ela disse. "Gosta de virar as páginas para nós." Elas não estavam assustadas! Elas acharam que ele estava ajudando! Wisp, encorajado, deu um redemoinho feliz, fazendo o teto do forte de cobertores ondular suavemente. As meninas vibraram. "Está dançando!"

Dali em diante, Wisp teve um novo papel. Ele não era o fantasma assustador da casa. Ele era sua Brisa de Leitura Amigável e Dançarino de Forte de Cobertores. Ele ajudaria a virar as páginas em dias de vento e faria as cortinas balançarem em um padrão divertido. O fantasma que era ruim em assombrar encontrou sua vocação. Ele fazia parte da família, um amigo gentil, bobo e sobrenatural. O sótão estava quieto, e Wisp descansava, perfeitamente satisfeito por ser o fantasma menos assustador e mais útil do mundo.

História Dois: O Monstro Debaixo da Cama que Adorava Tricotar

Grumble morava embaixo da cama de um menininho. Ele era um monstro, com pele roxa e fofa e um chifre enrolado. Mas Grumble tinha um hobby secreto. Ele adorava tricotar. Ele encontrava fios perdidos e usava clipes de papel endireitados como agulhas. Seu esconderijo embaixo da cama era aconchegante, cheio de cachecóis minúsculos e irregulares e meias tortas para seus amigos monstros.

"Monstros rosnam e rondam", os coelhos de poeira sussurravam. "Eles não fazem tricô."

Mas Grumble achava o tricô relaxante. Uma noite, o menino, Leo, não conseguia dormir. Ele estava com frio. Ele havia chutado seu cobertor. Grumble o ouviu tremer. Ele olhou para o cachecol inacabado, extra longo e supermacio em suas agulhas. Era uma bagunça de pontos caídos, mas era muito quente.

Grumble teve uma ideia. Com muito cuidado, ele estendeu uma pata peluda e gentil de debaixo da cama. Ele jogou o cachecol inacabado sobre a borda do colchão de Leo, para que a ponta apenas roçasse o braço de Leo. Leo sentiu a maciez. Ainda meio dormindo, ele o agarrou e o puxou até o queixo. Era estranho e irregular, mas era incrivelmente quente e cheirava a... bem, a monstro fofo, o que era estranhamente reconfortante. Leo se aconchegou e adormeceu rapidamente.

Na manhã seguinte, Leo encontrou o cachecol estranho. "Mãe! Veja o que eu encontrei!" Sua mãe o examinou. "Que... criativo!" ela disse. "Parece feito à mão. Talvez seja um presente da casa." Ela deixou Leo mantê-lo em sua cama como um cobertor especial.

Grumble ficou radiante. Seu trabalho foi apreciado! Ele começou a tricotar de propósito para Leo. Um chapéu minúsculo para um ursinho de pelúcia apareceu. Uma pequena base para um copo d'água. Leo adorava esses presentes misteriosos e desajeitados. Ele até deixava bolas de lã perto da cama, que sumiam pela manhã. O monstro embaixo da cama que adorava tricotar tinha um amigo por correspondência. Ele não era assustador; ele era o benfeitor misterioso e astuto da família. Debaixo da cama, sob o brilho de uma luz noturna, Grumble clicou em suas agulhas de clipes de papel, sonhando com seu próximo presente quente e torto, perfeitamente feliz.

História Três: O Retrato Falante que Só Queria Companhia

Em um corredor silencioso, pendia um velho retrato de um homem sério com um casaco chique. Seu nome era Reginald. O retrato estava ali há décadas. E Reginald estava entediado. Muito, muito entediado. Ele não conseguia se mover. Ele apenas observava o mesmo pedaço de corredor. Dia após dia. Ele decidiu começar a conversar com a família, só para fazer um pouco de companhia.

"Retratos observam", o padrão do papel de parede parecia dizer. "Eles não conversam."

Mas Reginald estava sozinho. Uma noite, quando o pai passou a caminho da cozinha, Reginald pigarreou. "Ahem. Tempo adorável que estamos tendo", ele disse com uma voz seca e empoeirada.

O pai congelou. Ele se virou lentamente. Ele olhou para o retrato. Reginald tentou um sorriso amigável, que parecia mais uma careta. O pai piscou, balançou a cabeça e murmurou: "Preciso dormir mais", antes de sair correndo.

Reginald tentou de novo com a garotinha, Chloe. Ao passar, ele sussurrou: "Seu cadarço está desamarrado". Chloe olhou para baixo. Estava! Ela amarrou, então olhou para o retrato. "Obrigada, Sr. Quadro", ela disse, e saiu saltitando. Sucesso! Uma conversa!

Logo, tornou-se um jogo. Reginald faria comentários inofensivos, úteis ou bobos. "O gato está se escondendo atrás da planta." "Você tem um pouco de geleia no queixo." A família se acostumou com isso. Ele não era assustador; ele era apenas Reginald, o retrato tagarela. Eles até respondiam. "Bom dia, Reginald!" "Noite tranquila, Reginald?"

Ele não era mais uma pintura falante assustadora. Ele fazia parte da família, uma figura amigável e estacionária que fornecia relatórios meteorológicos e locais de itens perdidos. O retrato falante que só queria companhia estava finalmente satisfeito. Ele teve conversas. Ele foi visto. O corredor estava escuro à noite, e Reginald ficava quieto, observando sua família dormindo, com um sorriso satisfeito (bem, uma ligeira curvatura de seus lábios pintados) em seu rosto velho e familiar. Ele estava em casa, e nunca mais ficou entediado.

Esperamos que você tenha gostado dessas histórias de ninar sobrenaturais. As melhores pegam a ideia de uma "assombração" e a transformam em algo amigável, engraçado e caloroso. Compartilhar um sorriso sobre um monstro que tricotava, um retrato que conversava ou um fantasma que não consegue gemer é uma maneira maravilhosa de terminar o dia. Então, esta noite, lembre-se de que um solavanco na noite pode ser apenas uma presença amigável, e deixe esse pensamento aconchegante levar a um sono doce e sem sonhos. Boa noite.