Crianças de seis anos são ótimas contadoras de histórias. Elas adoram uma história que seja engraçada e um pouco surpreendente. Encontrar as histórias certas para dormir para crianças de seis anos significa encontrar esse ponto ideal. As histórias devem ser envolventes, mas não assustadoras. Elas devem ser bobas, mas também reconfortantes. Ótimas histórias para dormir para essa idade ajudam as mentes ocupadas a desligar. Elas substituem os pensamentos do dia por aventuras alegres e suaves. Aqui estão três novas histórias para dormir para crianças de seis anos. Elas são cheias de humor leve e coisas familiares. Cada história tem uma pequena reviravolta engraçada no final. E cada uma termina com um momento calmo e tranquilo, perfeito para adormecer.
História Um: A Escova de Dentes com um Talento Secreto
Leo estava escovando os dentes. Esfrega-esfrega, esfrega. Sua escova de dentes era azul e verde. Tinha um desenho de dinossauro no cabo. Leo cuspiu a pasta de dente. Pftu! Ele ia colocar a escova de volta no copo. Mas a escova não queria ir.
“Espere”, disse a escova de dentes com uma voz minúscula e mentolada. “Você ouviu isso?”
Leo se aproximou. “Ouvir o quê?”
“Isso!” disse a escova de dentes. De suas cerdas veio um som suave e assobiante. Twee-tweedle-dee! Era uma musiquinha alegre. A escova de dentes estava assobiando!
“Você sabe assobiar?” perguntou Leo, surpreso.
“Não só assobiar”, disse a escova de dentes com orgulho. “Eu sei cantar!” Ela respirou fundo (o que é difícil para uma escova de dentes) e começou uma música. “Eu sou uma escova, uma super escova, eu limpo o norte e o sul! Eu luto contra a placa nos dentes, dentro da sua boquinha!” A música era muito animada. A escova de dentes vibrava com energia musical.
“Isso é incrível!” disse Leo. “Como você aprendeu isso?”
“Muito tempo para pensar no copo”, disse a escova de dentes. “Além disso, o tubo de pasta de dente canta. É muito inspirador.” A escova de dentes deu uma pequena volta na mão de Leo. “Eu quero estar na Sinfonia da Pia. É um grande concerto para todos os itens do banheiro. A barra de sabão bate. A torneira goteja um ritmo. Eu poderia ser a cantora principal!”
Leo achou isso o melhor segredo de todos. Uma escova de dentes cantora! Foi um começo perfeito para uma história para dormir. “Você deveria praticar”, disse Leo.
A escova de dentes assentiu (o que significava balançar o cabo). Ela começou outra música, esta sobre como lutar contra as cáries. Foi muito dramático. Leo ouviu e sorriu. Quando a música acabou, a escova de dentes suspirou feliz. “Estou pronta. Amanhã à noite é o show!”
Na noite seguinte, depois de escovar, Leo colocou a escova de dentes cuidadosamente no copo. “Boa sorte esta noite”, ele sussurrou. Ele foi para a cama, mas ficou acordado, ouvindo. Logo, ele ouviu os sons suaves da Sinfonia da Pia começando. Um suave tap-tap-tap do sabão. Uma goteira rítmica… gota… da torneira. Então, a escova de dentes começou seu solo. Tweedle-tweedle-tweeeee!
Mas a música soava… diferente. Era mais estridente. E continuava parando e começando. Leo se levantou silenciosamente e espiou no banheiro. A luz noturna estava acesa. Ele viu sua escova de dentes no copo. Não estava se movendo. Mas empoleirhado na borda da pia estava o gato de Leo, Whiskers. A cauda longa e fofa de Whiskers estava balançando para frente e para trás. Swish, swish. Toda vez que balançava, roçava nas cerdas da escova de dentes. Twee-tweedle-squeak!
O “canto” era apenas a cauda do gato dedilhando as cerdas como uma pequena harpa! A escova de dentes não estava cantando nada. Estava apenas ali, provavelmente se perguntando sobre o que era toda aquela vibração. Whiskers parecia muito satisfeito com a música que estava fazendo.
Leo sorriu e voltou para a cama. As histórias para dormir para crianças de seis anos tiveram um final engraçado. A Sinfonia da Pia não era mágica. Era apenas um gato com uma cauda musical. A escova de dentes era apenas uma escova de dentes normal e boa. E isso era bom.
Do banheiro, o suave swish-squeak continuou por um tempinho. Então parou. Leo ouviu um baque suave quando Whiskers pulou. O banheiro estava silencioso. A escova de dentes estava parada. O copo estava quieto. O concerto acabou. Leo fechou os olhos, o segredo bobo o fazendo sentir calmo e feliz. A primeira história estava terminada, e o sono estava chegando.
História Dois: A Grande Aventura da Meia Esquerda
Maya estava arrumando sua mochila escolar. Ela tinha uma meia roxa. Sua amiga, a outra meia roxa, estava desaparecida. “Onde está sua amiga?” Maya perguntou à meia em sua mão. A meia não respondeu. Meias geralmente são silenciosas.
Mas esta meia não era. “Ele foi em uma aventura”, disse a meia com um suspiro. “Ele sempre faz isso. Ele diz que a cesta de roupa suja é chata. Ele quer ver o mundo.”
Maya olhou para a meia falante. “Sério? Para onde ele foi?”
“Da última vez, ele foi para a terra sob a secadora”, disse a meia. “É quente e cheio de centavos perdidos. Antes disso, ele escalou a montanha de sapatos no armário. Ele é muito corajoso. E muito perdido.”
Maya decidiu ajudar. Esta foi uma missão divertida para uma história para dormir. Ela se ajoelhou. Ela olhou sob a cama. Bolinhas de poeira. Ela olhou atrás da cômoda. Um giz de cera perdido. Então, ela ouviu uma voz minúscula. Veio da janela.
“Oláooooo! Tem alguém aí? A vista é linda, mas está um pouco ventoso aqui em cima!”
Maya olhou. Lá, coberta por uma pequena planta, estava a outra meia roxa. Ela estava usando uma folha como cobertor. “Você me encontrou!” a meia gritou. “Eu estava explorando a selva! Esta planta é muito alta. Eu vi um inseto! Foi aterrorizante e maravilhoso!”
Maya resgatou a meia da planta. Ela a trouxe de volta para sua amiga. As duas meias se abraçaram (o que para meias é apenas deitar-se bem juntas). “Senti sua falta”, disse a primeira meia. “Aventuras não são divertidas sozinhas.”
“Você está certo”, disse a meia aventureira. “A selva é melhor com um amigo. Além disso, é espinhosa.” A meia tinha um pequeno pedaço de fiapo da planta nela.
Maya colocou o par de meias em sua gaveta. “Chega de aventuras hoje à noite”, ela disse. “Hora de dormir.”
“Concordamos”, disseram as duas meias juntas. “Nossa aventura é uma gaveta aconchegante.”
Naquela noite, quando Maya estava pegando no sono, ela ouviu um sussurro muito fraco de sua cômoda. A meia aventureira estava contando à outra meia tudo sobre o inseto da selva. “…e tinha SEIS pernas! Você pode imaginar?” A outra meia engasgou em espanto de meia.
O sussurro ficou mais lento e suave. Logo, era apenas o som da respiração silenciosa. Ambas as meias estavam paradas, aninhadas na gaveta. Sua grande aventura acabou. Agora, sua aventura era um longo e silencioso descanso. Maya sorriu para o travesseiro. Outra história para dormir para crianças de seis anos estava completa. O quarto estava tranquilo. As meias estavam em casa. E o sono estava na hora certa.
História Três: O Soluço Que Não Queria Ir Embora
Sam estava com soluços. Eles começaram no jantar. Hic! Eles ainda estavam aqui na hora de dormir. Hic! Era irritante. Sam tentou beber água de cabeça para baixo. Só o molhou. Hic!
“Eu odeio soluços”, disse Sam para seu quarto.
“Eles também te odeiam”, disse uma voz minúscula e saltitante. Sam olhou em volta. Em sua mesa de cabeceira estava seu copo de água. Um único soluço estava sentado na borda do copo. Era uma pequena bolha transparente que tremia.
“Você é o soluço?” perguntou Sam.
“Um deles”, disse o soluço. “Eu sou Steve. Os outros foram embora. Mas eu gosto daqui. Sua barriga é um lugar divertido para pular. Hic! Vê?”
“Bem, eu preciso que você vá embora”, disse Sam. “É hora de dormir.”
“Mas eu não estou com sono”, disse Steve, o Soluço. Ele fez uma pequena dança no copo. “Estou cheio de energia! Vamos ter uma guerra de travesseiros! Ou contar piadas!”
Sam teve uma ideia. Uma ideia engraçada para o final de uma história para dormir. “Se eu te contar uma história muito, muito chata, você vai ficar com sono e ir embora?”
Steve pensou sobre isso. “Talvez. É realmente chato?”
“A história mais chata de todas”, prometeu Sam. Ele começou. “Era uma vez, um pedaço de poeira. Flutuava em um raio de sol. Flutuava para cima. Então flutuava para baixo. Então flutuava… um pouco para a esquerda. Fim.”
Steve, o Soluço, parou de tremer. “Uau. Isso foi chato. Faça outro.”
Sam continuou. “Era uma vez, uma meia. Esperou em uma gaveta. Esperou o dia todo. Então esperou a noite toda. Fim.”
Steve bocejou um pequeno bocejo semelhante a uma bolha. “Hoooo… Estou ficando um pouco… hic… cansado. Mais um?”
Sam fez sua voz muito suave e lenta. “Era uma vez, um soluço. Era muito pequeno. Teve um grande dia de saltos. Agora, era hora de descansar. Encontrou uma nuvem macia para dormir. Fechou os olhos. E foi embora… pacificamente… para dormir…”
Sam olhou para o copo. Steve, o Soluço, estava deitado na borda. Ele estava roncando um pequeno ronco assobiante. Snooooo… zzz… Então, com um último estourinho, Steve desapareceu.
Os soluços de Sam foram embora. O quarto estava quieto. A batalha engraçada acabou. As histórias para dormir para crianças de seis anos tiveram um final sonolento. Sam bebeu a água no copo. Desceu suavemente. Sem soluços.
Ele se deitou na cama. As irritações do dia foram embora, resolvidas por uma história boba. Seu corpo estava relaxado. Sua mente estava calma. O único som era a quietude da noite. Sam fechou os olhos. O sono veio rápida e facilmente, tão silencioso quanto um soluço desaparecido.

