Já se perguntou o que há dentro de uma nova coleção de histórias? Aqui está uma prévia especial de histórias para dormir, só para você. Esta amostra mostra o tipo de contos divertidos e gentis que ajudam todos a terminar o dia com um sorriso. As melhores histórias para dormir são frequentemente as mais engraçadas, encontrando bobagens em coisas comuns. Elas são as histórias perfeitas para dormir para compartilhar. Esta prévia permite que você experimente as aventuras. Cada uma é uma história curta e doce sobre algo do dia a dia com um desejo secreto engraçado. Todas terminam em um momento aconchegante e tranquilo, perfeito para adormecer. Então, prepare-se para uma prévia de histórias para dormir com uma lanterna nervosa, uma meia viajante e um marcador preocupado.
História Um: A Lanterna que Tinha Medo do Escuro
Flicker era uma pequena lanterna vermelha. Ele morava em uma gaveta da cozinha com pilhas extras e elásticos. Seu trabalho era muito importante. Quando a energia acabava, as pessoas precisavam dele. Mas Flicker tinha um grande segredo. Ele tinha pavor do escuro. A gaveta era escura, mas era um escuro aconchegante e familiar. O escuro enorme e vazio de um apagão? Esse era seu pior pesadelo.
“As lanternas adoram o escuro”, diziam as outras pilhas. “É quando elas podem brilhar!”
Flicker não via dessa forma. Em uma noite tempestuosa, seu maior medo se tornou realidade. As luzes da casa se apagaram com um estrondo alto! Tudo estava preto como breu. Flicker sentiu-se sendo puxado da gaveta. “É agora”, ele pensou. “Tenho que encarar o grande escuro.”
Um menininho chamado Leo o segurou. “Está tudo bem, Flicker”, disse Leo, ligando-o. Um raio de luz brilhante saiu. A luz de Flicker cortou a escuridão. Ele iluminou a sala de estar. Era a mesma sala, só que mais escura. Seu raio pousou em uma cadeira, um livro, um gato dormindo. Não era um escuro de monstro assustador. Era apenas um escuro tranquilo, de casa dormindo.
Leo andou por aí, iluminando Flicker nos cantos. Eles verificaram embaixo da mesa. Eles olharam atrás do sofá. A luz de Flicker mostrou que tudo estava seguro e normal. O escuro não estava comendo a casa. Estava apenas… lá. O pai de Leo acendeu algumas velas. A sala agora estava cheia de luz suave e dançante. Leo colocou Flicker na mesa de centro, apontando para o teto. Seu raio se tornou um farol firme e amigável na sala.
Flicker brilhou para o teto. Sua luz fez um pequeno círculo brilhante. A luz das velas tremeluzia ao redor dele. Juntos, eles fizeram a sala parecer quente e segura. Flicker percebeu que não estava lutando contra o escuro. Ele estava apenas adicionando seu próprio pedacinho de luz a ele. A tempestade rugia lá fora, mas por dentro, estava aconchegante. Leo adormeceu no sofá, observando a luz no teto. Flicker continuou brilhando, hora após hora. Ele não estava mais com medo. Ele era útil. Sua luz era um pequeno e corajoso sol na noite tempestuosa. Quando a energia voltou, o pai de Leo desligou Flicker. “Bom trabalho”, ele sussurrou, colocando-o de volta na gaveta. Flicker se sentiu orgulhoso. Ele havia enfrentado o grande escuro e vencido, apenas por ser uma luz firme e pequena. A gaveta estava escura, mas era um escuro seguro. Flicker dormiu em paz, sabendo que podia ser corajoso sempre que fosse necessário.
História Dois: A Meia que Queria Ser uma Blogueira de Viagens
Sam era uma meia listrada azul. Seu parceiro, uma meia chamada Stripes, era muito calmo. Mas Sam tinha pés inquietos. Ele olhou para as fotos de férias da família. Ele queria ver o mundo! Ele queria ser uma blogueira de viagens, compartilhando contos de ousadas aventuras de lavanderia e paisagens exóticas de chão.
“Meias são para os pés”, diria a camiseta sensata. “Elas não precisam de passaportes.”
Mas Sam estava determinado. Em um dia de lavanderia, ele viu sua chance. Quando a cesta foi levada para a máquina de lavar, Sam se contorceu para a beirada e se deixou cair. Ploc. Ele pousou no chão da lavanderia. Liberdade! O linóleo era um vasto deserto frio! Ele viu as montanhas de eletrodomésticos imponentes. Ele era um explorador!
Ele decidiu começar sua jornada. Ele usou sua borda superior para se arrastar. Arraste-arraste. Estava indo devagar. Ele passou pelas dunas de poeira. Ele viu o oásis da moeda perdida. Ele estava documentando tudo em sua mente! Dia 1: Encontrei uma ervilha seca e crocante. A vida selvagem local parece amigável. Ele estava quase na porta, onde uma lasca de luz solar prometia o ar livre.
De repente, uma sombra caiu sobre ele. Era o cachorro da família, um velho Labrador gentil chamado Buddy. Buddy viu a meia colorida no chão. Um brinquedo novo? Ele cheirou Sam. Ele não mastigou. Ele apenas pegou Sam com muita, muita delicadeza em sua boca macia. A turnê mundial de Sam teve uma reviravolta inesperada! Ele estava em uma expedição móvel, cortesia de um gigante peludo!
Buddy o carregou para seu lugar favorito — um pedaço ensolarado no tapete da sala de estar. Ele deixou Sam e se deitou, colocando sua grande e quente cabeça bem em cima da meia. Sam agora era um travesseiro de cachorro. Sua grande exploração terminou como um local de soneca. Ele estava preso, mas estava muito quente. Ele podia ouvir a respiração profunda e uniforme de Buddy. Era estranhamente reconfortante. A aventura acabou. Ele não tinha visto o mundo inteiro, mas tinha visto a lavanderia e feito um amigo. Última Entrada do Blog: Os moradores são hospitaleiros. Recomendado: o Sunny Rug Resort. Muito relaxante.
Mais tarde, a pessoa da casa os encontrou. “Buddy, o que você tem?” eles disseram, rindo. Eles pegaram a meia ligeiramente babada. “Aqui está você, Sam! Estávamos procurando por você.” Eles levaram Sam de volta para o quarto e abriram a gaveta de meias. Lá, cuidadosamente dobrado, estava Stripes. Eles foram colocados juntos. “Você está em casa”, sussurrou Stripes. “Você nunca vai acreditar no dia que eu tive”, sussurrou Sam de volta. A gaveta estava escura e silenciosa. A meia perdida foi encontrada. A jornada acabou. A dupla estava junta, e tudo estava maravilhosamente, pacificamente parado. O único som era o suspiro distante e sonolento do cachorro na sala de estar, sonhando com suas próprias aventuras.
História Três: O Marcador que Tinha Medo do Fim
Barty era um marcador de couro. Ele morava em um livro de aventuras grande e emocionante. Seu trabalho era manter o lugar do leitor. Barty adorava o meio do livro. É onde estava a melhor ação! Os heróis estavam em perigo constante e emocionante. Mas Barty tinha um medo secreto. Ele tinha pavor do Fim. A contracapa do livro parecia tão definitiva, tão silenciosa. O que aconteceu depois do Fim? Isso o assustava.
“Os marcadores ajudam você a encontrar seu lugar”, disse um clip de papel na mesa. “Eles não precisam ler o livro.”
Mas Barty não conseguia evitar. Ele passou semanas nos capítulos do meio. Um dia, a menininha, Lily, estava lendo. Ela estava chegando perto do fim. Barty sentiu-se sendo movido cada vez mais perto da contracapa. Seu couro parecia frio. Era isso! Ele ia ver o Fim!
Lily terminou a última página. Ela suspirou um suspiro feliz e satisfeito. Ela fechou o livro suavemente, com Barty enfiado dentro perto do capítulo final. Barty se preparou para… nada. Era apenas escuro e silencioso. E então, algo maravilhoso aconteceu. Lily pegou o livro novamente. Ela o abriu na primeira página. Ela estava começando o livro de novo!
Barty ficou surpreso. O Fim não era um fim de jeito nenhum. Era um círculo! Levava direto de volta ao começo! A assustadora página final era apenas uma porta para uma nova aventura. Ele se sentiu bobo. Toda aquela preocupação por nada. Enquanto Lily relia o livro, Barty gostou ainda mais da história. Ele notou detalhes que havia perdido. Ele não estava mais com medo. Ele estava animado para seguir a jornada novamente, sabendo que os heróis ficariam bem.
Daquele dia em diante, Barty adorou seu trabalho. Ele não se importava onde era colocado. O começo, o meio ou perto do Fim. Tudo fazia parte de uma grande e maravilhosa história que nunca realmente termina. A estante de livros estava escura e parada à noite, e o pequeno marcador descansava em paz, não tendo mais medo da última página, mas aconchegante na certeza de que todo final também é um potencial começo.
Esperamos que você tenha gostado desta prévia de histórias para dormir. É apenas uma amostra das aventuras engraçadas e gentis que esperam para serem compartilhadas. As melhores histórias para dormir nos ajudam a olhar para o nosso mundo com um sorriso e uma sensação de admiração. Elas transformam uma lanterna assustada, uma meia viajante e um marcador preocupado em amigos. Compartilhar uma risada sobre seus problemas bobos é uma maneira maravilhosa de terminar o dia juntos. Então, esta noite, lembre-se desta prévia, compartilhe um sorriso e deixe a quietude da noite levar a doces sonhos. Sempre há mais histórias de onde vieram essas. Boa noite.

