Quem é essa celebridade?
Xu Beihong foi o pai da pintura chinesa moderna. Ele viveu de 1895 a 1953. Ele estudou arte na França e trouxe técnicas ocidentais de volta à China. Ele combinou a pintura com pincel chinês e o realismo ocidental. Ele pintou cavalos que pareciam estar galopando para fora do papel. Durante a Segunda Guerra Mundial, seus cavalos se tornaram símbolos da resistência chinesa. Ele também reformou a educação artística na China. Sua história mostra que a arte pode inspirar uma nação.
Infância e Juventude
Xu Beihong nasceu em 1895 em Yixing, na Província de Jiangsu, China. Seu pai era um pintor e professor pobre. O jovem Xu cresceu com um pincel na mão. Seu pai o ensinou a pintar e a escrever caligrafia desde os quatro anos. Ele não podia pagar por papel. Ele praticava em folhas e no chão. Ele também adorava ler poesia e história. Sua família se mudava frequentemente devido a inundações e pobreza. Xu viu o sofrimento das pessoas comuns. Ele sonhava em usar a arte para ajudar seu país.
Educação e Jornada de Aprendizado
Xu Beihong teve quase nenhuma educação formal. Seu pai o ensinou em casa. Aos 17 anos, ele se mudou para Xangai para estudar arte. Ele trabalhou em empregos temporários para sobreviver. Ele pintou placas e fez ilustrações para revistas. Ele conheceu patronos ricos que reconheceram seu talento. Eles pagaram para que ele estudasse no Japão em 1917. Ele passou um ano lá estudando arte moderna. Depois, ele voltou para a China e lecionou em uma universidade. Em 1919, ele ganhou uma bolsa de estudos para estudar na França. Ele passou oito anos na Europa. Ele estudou pintura a óleo e desenho na école Nationale Supérieure des Beaux-Arts em Paris.
Como ele se tornou bem-sucedido?
Xu Beihong se tornou bem-sucedido ao combinar o Oriente e o Ocidente. Os pintores chineses tradicionalmente se concentravam em linhas e lavagens. Os pintores ocidentais focavam em luz, sombra e anatomia. Xu dominou ambos. Ele desenhou cavalos com a técnica do pincel chinês, mas deu a eles tridimensionalidade ocidental. Seus cavalos pareciam reais, mas também energéticos. Ele voltou para a China em 1927 e se tornou professor na Universidade Nacional Central. Ele organizou exposições de arte moderna. Ele escreveu artigos sobre reforma artística. Ele se tornou o artista mais influente da China. Em 1946, ele se tornou o presidente da Escola Nacional de Arte de Beiping, a futura Academia Central de Belas Artes.
Grandes Ideias e Conquistas
A maior conquista de Xu Beihong foi sua pintura de cavalos galopantes. Ele pintou centenas deles. O mais famoso é "Seis Cavalos Galopantes". Os cavalos correm com suas crinas voando e pernas esticadas. Eles parecem cheios de poder e liberdade. Durante a invasão japonesa da China, esses cavalos se tornaram símbolos de resistência. As pessoas viam o cavalo galopante como a própria China—recusando-se a parar, recusando-se a cair. Xu também pintou grandes pinturas históricas a óleo. "A Partida do Artista" e "Tian Heng e Seus Quinhentos Homens" mostraram figuras heroicas da história chinesa. Essas pinturas inspiraram patriotismo.
Desafios e Tempos Difíceis
Xu Beihong enfrentou pobreza constante em seus primeiros anos. Ele frequentemente não tinha dinheiro para comida ou materiais de arte. Uma vez, ele teve que vender seu casaco para comprar tinta. Ele também enfrentou o desafio da guerra. O Japão invadiu a China em 1937. Xu fugiu com suas pinturas. Ele viajou pelo Sudeste Asiático, arrecadando dinheiro para ajuda de guerra. Ele vendeu suas pinturas e deu o dinheiro para apoiar refugiados e soldados chineses. Ele também enfrentou o desafio de problemas de saúde. Ele sofria de pressão alta e doença renal. Ele continuou pintando e ensinando apesar das frequentes doenças. Ele morreu em 1953 aos 58 anos.
Curiosidades sobre a celebridade
Xu Beihong adorava comer bolinhos fritos no café da manhã. Ele acreditava que eles lhe davam energia. Ele também gostava de beber chá preto forte, nunca chá verde. Ele mantinha um pequeno estúdio onde pintava apenas cavalos. Ele não deixava ninguém entrar enquanto pintava. Ele estudava a anatomia dos cavalos obsessivamente. Ele conseguia desenhar um cavalo de memória em 30 segundos. Ele também adorava colecionar pinturas chinesas antigas. Ele doou toda a sua coleção ao Museu Nacional de Arte da China. Ele nunca usou ternos ocidentais após voltar da França. Ele preferia robes tradicionais chineses. Ele tinha um galo de estimação que cantava do lado de fora de seu estúdio todas as manhãs.
Por que essa celebridade é importante hoje?
Xu Beihong é considerado o pai da pintura chinesa moderna. Todo estudante de arte chinês aprende seu nome. Suas pinturas de cavalos galopantes são ícones da cultura chinesa. Elas aparecem em pôsteres, selos e em livros didáticos. A Academia Central de Belas Artes, que ele liderou, é a escola de arte mais prestigiosa da China. Seus métodos de ensino ainda influenciam a educação artística. Ele insistiu que os estudantes de arte dominassem o desenho antes de se expressarem. Essa ênfase nos fundamentos moldou gerações de artistas chineses. Seu patriotismo durante a guerra o tornou um herói nacional. Ele mostrou que um artista poderia servir seu país com um pincel.
O que as crianças podem aprender com essa história?
Você pode aprender a combinar diferentes influências. Xu misturou técnicas chinesas e ocidentais. Você também pode aprender que a arte pode inspirar as pessoas. Seus cavalos deram esperança durante a guerra. Você pode aprender a trabalhar duro mesmo quando é pobre. Ele não tinha papel quando criança. Ele praticava em folhas. Você pode aprender a retribuir. Ele vendeu sua arte para ajudar refugiados de guerra. Você também pode aprender que não é necessário viver muito para deixar um legado. Ele morreu aos 58 anos. Seus cavalos vivem para sempre.
Quiz Rápido ou Hora de Prática
Vamos ver o que você lembra sobre Xu Beihong.
Pergunta 1: Que animal Xu Beihong pintou que se tornou um símbolo da resistência chinesa?
Resposta: Cavalos galopantes.
Pergunta 2: Em qual país Xu Beihong estudou arte por oito anos?
Resposta: França.
Pergunta 3: Que comida Xu Beihong adorava comer no café da manhã?
Resposta: Bolinhos fritos.
Pergunta 4: O que Xu Beihong doou ao Museu Nacional de Arte da China?
Resposta: Sua coleção de pinturas chinesas antigas.
Pergunta 5: Que animal de estimação cantava do lado de fora do estúdio de Xu Beihong todas as manhãs?
Resposta: Um galo de estimação.
Atividade: Tente desenhar um animal em movimento. Escolha um cavalo, cachorro ou pássaro. Olhe fotos do animal correndo ou voando. Note como suas pernas e corpo se esticam. Então desenhe-o com linhas simples. Não se preocupe com detalhes. Tente capturar a sensação de movimento. Isso é o que Xu Beihong fez. Você está praticando desenho dinâmico. Desenhe uma imagem de Xu Beihong pintando um cavalo galopante.
Xu Beihong poderia ter permanecido em Paris. Ele era bem-sucedido lá. Suas pinturas eram vendidas. Seus professores o elogiavam. Ele tinha uma vida confortável. Mas ele voltou para uma China que era pobre, devastada pela guerra e dividida. Ele voltou para ensinar alunos que não tinham materiais. Ele voltou para pintar por uma nação que estava perdendo sua liberdade. Ele pintou cavalos. Ele os pintou correndo, saltando, avançando. Ele os pintou com crinas voando e músculos tensionados. Ele os pintou recusando-se a parar. As pessoas olhavam para aqueles cavalos e viam a si mesmas. Elas viam uma China que não desistiria. Elas viam um povo que continuaria correndo. Xu não podia lutar com uma arma. Ele não podia liderar um exército. Ele só podia segurar um pincel. Isso era o suficiente. Seu pincel deu esperança. Seu pincel inspirou uma nação. Sua história nos ensina que você não precisa ser um soldado para servir seu país. Você pode ser um pintor. Um poeta. Um professor. Um músico. Qualquer que seja sua ferramenta, use-a para elevar os outros. Use-a para dar esperança. Use-a para inspirar. Xu Beihong fez isso com um pincel. Agora é sua vez. Encontre sua ferramenta. Use-a para galopar. Esse é o caminho de Xu Beihong. Esse é o seu caminho também. Agora vá criar algo que se mova.

