Ao falar sobre aniversários futuros, você deve dizer “ano que vem” ou “o ano que vem” para uma criança?

Ao falar sobre aniversários futuros, você deve dizer “ano que vem” ou “o ano que vem” para uma criança?

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O que essas expressões significam?

“Ano que vem” e “o ano que vem” significam o ano seguinte ao ano atual. Elas indicam a alguém que um evento acontecerá após o término dos próximos doze meses. As crianças ouvem essas palavras ao fazer planos, falar sobre aniversários ou pensar no futuro. Ambas se referem ao futuro.

“Ano que vem” é a frase comum e cotidiana para o ano seguinte a este. Uma criança diz isso ao perguntar “Estarei na terceira série ano que vem?” É curto e natural.

“O ano que vem” significa a mesma coisa, mas é mais formal e muitas vezes poético. É menos comum na fala direta sobre “este ano”. Soa como um desejo de Ano Novo ou um discurso. Não é típico para crianças.

Essas expressões parecem semelhantes. Ambas significam “o ano seguinte a este”. Ambas respondem “qual ano?” Mas uma é para conversas cotidianas, enquanto a outra é para linguagem formal ou esperançosa.

Qual é a diferença? Uma é a frase padrão e cotidiana. Uma é uma frase formal ou poética. “Ano que vem” é o que você diz para sua família e amigos. É simples e direto. As crianças aprendem isso primeiro.

“O ano que vem” é usado em discursos formais, resoluções de Ano Novo ou escrita esperançosa. Por exemplo: “No ano que vem, alcançaremos grandes coisas.” Soa inspirador. Não é usado na fala diária das crianças.

Pense em uma criança perguntando sobre as férias. “Vamos para a Disney ano que vem?” está certo. “Vamos para a Disney no ano que vem?” soaria estranho. Um é natural. Um é formal.

Um é para “ano após este ano”. O outro é para um futuro poético. “Ano que vem” = a partir de agora. “O ano que vem” = um período futuro esperançoso começando em breve. Use o primeiro para planos. Use o segundo para discursos.

Além disso, “o ano que vem” raramente é usado por crianças em conversas. Soa como um adulto em um filme. Para crianças, use “ano que vem”.

Quando usamos cada um? Use “ano que vem” para o ano seguinte ao ano atual. Use-o para planos, séries escolares, aniversários e viagens. Use-o em conversas cotidianas. Ele se encaixa na conversa diária.

Exemplos em casa: “Ano que vem, farei seis anos.” “Teremos um filhote ano que vem.” “Ano que vem, vamos para a praia.”

Use “o ano que vem” muito raramente. Use-o em discursos formais, votos de Ano Novo ou escrita esperançosa. Use-o para soar poético ou inspirador. As crianças quase nunca precisam dizer essa frase.

Exemplos de formalidade: “No ano que vem, esperamos a paz.” (discurso) “O ano que vem trará novas aventuras.” (cartão de Ano Novo) “Aguardamos o ano que vem com alegria.” (formal)

A maioria das crianças deve apenas dizer “ano que vem”. É claro, natural e amigável. “O ano que vem” é bom para entender na leitura. Mas para falar, “ano que vem” é o melhor.

Frases de exemplo para crianças Ano que vem: “Ano que vem, vou começar a primeira série.” “Vamos nos mudar para uma casa nova ano que vem.” “Mal posso esperar pelo ano que vem.”

O ano que vem: “No ano que vem, faremos o nosso melhor.” (discurso) “O ano que vem está cheio de promessas.” (cartão de Ano Novo) “Damos as boas-vindas ao ano que vem com esperança.” (formal)

Observe que “ano que vem” é para planos reais. “O ano que vem” é para esperanças e discursos formais. As crianças aprendem ambos. Um para a vida. Um para formalidade.

Os pais podem usar ambos. Fazendo planos: “ano que vem”. Brinde de Ano Novo: “o ano que vem”. As crianças aprendem contextos diferentes.

Erros comuns a evitar Algumas crianças dizem “o ano que vem” em conversas normais. Isso soa estranho. Os amigos podem não entender. Fique com “ano que vem”. Simples é melhor.

Errado: “Vejo você o ano que vem.” Melhor: “Vejo você ano que vem.”

Outro erro: usar “ano que vem” para o ano seguinte a um ano diferente. Se você estiver contando uma história, “ano que vem” estaria errado, a menos que a história esteja acontecendo “agora”.

Errado: “Mudamos em 2020. Ano que vem, pintamos a casa.” (em uma história ambientada no passado) Certo: “Mudamos em 2020. No ano seguinte, pintamos a casa.”

Alguns alunos acham que “o ano que vem” é mais educado. Não é. É apenas formal. A educação está no tom, não na escolha das palavras.

Também evite dizer “ano que vem” para qualquer ano no futuro. “Ano que vem” significa exatamente o ano seguinte a este ano. Para daqui a dois anos, diga “em dois anos”. Seja preciso.

Dicas fáceis de memorização Pense em “ano que vem” como um calendário virado um ano para frente. A partir de agora. Direto.

Pense em “o ano que vem” como uma faixa de Ano Novo. Esperançoso. Formal. Poético.

Outro truque: lembre-se do tom. “Ano que vem” = cotidiano. “O ano que vem” = formal ou esperançoso. O cotidiano recebe “ano que vem”. O formal recebe “o ano que vem”.

Os pais podem dizer: “Ano que vem para um plano. O ano que vem para um período esperançoso.”

Pratique em casa. Planeje para o ano que vem: “ano que vem”. Escreva um cartão de Ano Novo: “o ano que vem”.

Tempo de prática rápida Vamos tentar um pequeno exercício. Escolha a melhor frase para cada situação.

Uma criança está fazendo um plano para o ano seguinte ao ano atual. a) “Vamos acampar o ano que vem.” b) “Vamos acampar ano que vem.”

Um pai está escrevendo uma carta de Ano Novo para a família sobre as esperanças para o futuro. a) “Ano que vem, estaremos juntos.” b) “No ano que vem, estaremos juntos.”

Respostas: 1 – b. Um plano para o ano seguinte a este ano se encaixa no “ano que vem” direto. 2 – a ou b. Ambos funcionam. “O ano que vem” é mais formal e se encaixa em uma carta.

Preencha a lacuna: “Quando falo sobre meus planos para o ano seguinte a este ano, eu digo ______.” (“Ano que vem” é a escolha natural, direta e cotidiana.)

Mais uma: “Quando um presidente faz um discurso sobre as esperanças para o futuro, ele diz ______.” (“No ano que vem” se encaixa na linguagem formal, esperançosa e de discurso.)

O futuro está cheio de promessas. “Ano que vem” é para ação. “O ano que vem” é para esperança. Ensine seu filho ambos. Uma criança que aprende ambos pode planejar e sonhar.