Qual Cientista Inglês Inventou o Processo Negativo-Positivo e Tornou Múltiplas Cópias Possíveis? História de Celebridade: William Henry Fox Talbot

Qual Cientista Inglês Inventou o Processo Negativo-Positivo e Tornou Múltiplas Cópias Possíveis? História de Celebridade: William Henry Fox Talbot

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Você já tentou desenhar uma imagem com um lápis? Leva muito tempo. Agora imagine capturar uma imagem em segundos. Foi isso que William Henry Fox Talbot fez. Ele inventou a fotografia. Não o tipo que faz uma única imagem. O tipo que faz um negativo. A partir desse negativo, você pode fazer muitas impressões positivas. Esta História de Celebridade: William Henry Fox Talbot irá apresentar a você o homem que tornou suas fotos de família possíveis. Ele nasceu na Inglaterra. Ele era um cientista, um matemático, um linguista e um botânico. Ele estava frustrado com suas habilidades de desenho. Ele desejava poder fazer imagens aparecerem como mágica. Ele descobriu como. Ele chamou sua invenção de "desenho fotogênico." Isso mudou o mundo.

Vamos conhecer o pai da fotografia moderna. Talbot disse: "A coisa mais transitória, uma sombra, torna-se um registro permanente."

Quem é Esta Celebridade?
William Henry Fox Talbot foi um cientista inglês, inventor e pioneiro da fotografia. Ele viveu de 1800 a 1877. Ele era um homem de muitos talentos. Ele estudou matemática e química. Ele também estudou astronomia, botânica e filologia (o estudo das línguas). Ele foi membro do Parlamento. Ele escreveu livros. Ele inventou a fotografia.

Por que ele é famoso? Ele inventou o processo negativo-positivo. Essa é a base de toda a fotografia moderna. Antes dele, existia apenas o daguerreótipo. Esse processo fazia uma única imagem em uma placa de metal. Você não podia copiá-la. O processo de Talbot fez um negativo em papel. A partir desse negativo, você poderia fazer muitas impressões positivas. Ele também escreveu o primeiro livro ilustrado com fotografias. Chamava-se "O Lápis da Natureza."

Infância e Vida Precoce
William Henry Fox Talbot nasceu em Melbury, Dorset, Inglaterra. Sua família era rica e aristocrática. Seu pai morreu quando ele tinha apenas alguns meses de idade. Sua mãe o criou. Ela incentivou sua curiosidade.

Ele era uma criança doente. Ele tinha dores de cabeça frequentes. Ele não era forte. Ele passava muito tempo dentro de casa. Ele lia livros. Ele amava ciência. Ele também amava desenhar. Ele não era muito bom em desenhar. Ele desejava poder capturar imagens mais facilmente.

Ele foi para a escola em Harrow. Ele era um bom aluno. Depois, foi para o Trinity College, Cambridge. Ele estudou matemática. Ele se formou com honras. Ele era um acadêmico brilhante.

Após a universidade, ele comprou uma propriedade em Lacock, Wiltshire. A propriedade tinha uma bela abadia. Ele viveu lá pelo resto de sua vida. Hoje, a Abadia de Lacock é um museu dedicado ao seu trabalho.

Educação e Jornada de Aprendizado
William Henry Fox Talbot estudou na Harrow School e no Trinity College, Cambridge. Ele estudou matemática, clássicos e ciências. Ele era um polímata. Isso significa que ele sabia muito sobre muitos assuntos.

Ele também estudou química. Ele estava fascinado pela luz e pelos produtos químicos. Ele conduziu experimentos em sua casa. Ele tinha um pequeno laboratório na Abadia de Lacock.

Em 1833, ele foi em lua de mel para a Itália. Ele estava recém-casado. Ele trouxe uma câmera lúcida com ele. Era um auxílio para desenho. Ela projetava uma imagem em papel. Você traçava a imagem. Talbot não era bom em traçar. Ele estava frustrado. Ele pensou: "Por que não posso fazer a imagem se fixar no papel?"

Ele começou experimentos. Ele usou papel revestido com sais de prata. Os sais de prata escurecem quando expostos à luz. Ele fez impressões de contato de folhas e rendas. Ele as chamou de "desenhos fotogênicos."

Ele trabalhou por anos. Ele melhorou seu processo. Ele descobriu que uma exposição curta produzia uma imagem "latente" invisível. Ela poderia ser revelada mais tarde. Isso foi um grande avanço.

Em 1839, o francês Louis Daguerre anunciou seu processo de daguerreótipo. Talbot apressou-se em anunciar seu próprio processo. Os dois inventores competiram.

Como Eles Se Tornaram Bem-Sucedidos?
William Henry Fox Talbot se tornou bem-sucedido na década de 1840. Seu processo era mais lento que o de Daguerre. Mas tinha uma enorme vantagem: você podia fazer várias impressões.

Em 1841, ele patenteou seu processo. Ele o chamou de "calótipo." A palavra vem do grego "kalos," que significa bonito. Os calótipos eram bonitos. Eles eram suaves e artísticos. Os daguerreótipos eram nítidos e detalhados. Cada um tinha seus fãs.

Ele abriu um estúdio em Reading, Inglaterra. Ele fez impressões fotográficas para venda. Ele não era um grande empresário. Ele não ganhava muito dinheiro.

Em 1844, ele publicou "O Lápis da Natureza." Foi o primeiro livro ilustrado com fotografias. Tinha 24 calótipos. As fotografias mostravam edifícios, esculturas e naturezas-mortas. O livro é extremamente raro hoje. Uma cópia foi vendida por mais de 2 milhões de dólares.

Ele continuou a experimentar. Ele melhorou seu processo. Ele desenvolveu um tempo de exposição mais rápido. Ele também desenvolveu um método para fazer gravações fotográficas.

Ele processou outros fotógrafos por usarem sua patente. Ele foi acusado de reter a arte da fotografia. Ele eventualmente desistiu de sua patente. Ele foi generoso. Ele disse que queria que a fotografia fosse livre.

Ele recebeu muitas honras. Ele foi eleito membro da Royal Society, a mais prestigiosa organização científica da Grã-Bretanha.

Grandes Ideias e Conquistas
A maior ideia de William Henry Fox Talbot foi o processo negativo-positivo. Essa única invenção mudou o mundo. Cada fotografia que você já viu em papel vem de sua ideia.

Sua maior conquista é "O Lápis da Natureza." Esse livro é o primeiro livro ilustrado fotograficamente. É um marco na história da publicação.

Outra grande conquista é sua fotografia botânica. Ele fez desenhos fotogênicos de plantas. Ele colocou uma folha em papel sensibilizado. Ele a expôs à luz. O papel escureceu em toda parte, exceto sob a folha. O resultado foi uma silhueta branca da folha. Era simples. Era bonito.

Ele também fez as primeiras fotografias da lua. Ele usou sua câmera para capturar a superfície lunar.

Ele também fez fotografias de sua família e amigos. A fotografia mais antiga de uma pessoa é um autorretrato de Robert Cornelius. Mas as fotografias de Talbot de sua família estão entre os retratos humanos mais antigos.

Ele também fez fotografias da Abadia de Lacock. Você ainda pode visitar a abadia hoje. Ela parece muito semelhante às suas fotografias.

Ele também inventou o processo de gravação fotoglífica. Essa foi uma forma inicial de fotogravura. Ela permitiu que fotografias fossem impressas com tinta, não com produtos químicos.

Desafios e Tempos Difíceis
William Henry Fox Talbot enfrentou muitos desafios. Primeiro, ele teve que competir com Daguerre. O daguerreótipo era mais popular no início. As pessoas adoravam sua nitidez.

Em segundo lugar, ele não era um bom empresário. Seu estúdio não ganhava muito dinheiro.

Em terceiro lugar, sua patente era controversa. Muitos fotógrafos o odiavam por isso. Ele foi acusado de ganância. Ele eventualmente desistiu dela.

Em quarto lugar, seu processo produzia imagens suaves. Críticos diziam que eram inferiores. Ele acreditava que eram artísticas.

Em quinto lugar, ele teve que superar sua própria timidez. Ele não era um bom orador. Ele teve que promover sua invenção.

Fatos Divertidos Sobre a Celebridade
William Henry Fox Talbot era um brilhante linguista. Ele traduziu cuneiforme assírio antigo. Ele foi uma das primeiras pessoas a decifrar a escrita cuneiforme.

Outro fato divertido: Ele foi membro do Parlamento. Ele serviu como Whig de 1832 a 1835.

Ele adorava ler. Sua biblioteca na Abadia de Lacock tinha mais de 7.000 livros.

Ele era um especialista em botânica. Ele escreveu um livro sobre samambaias.

Mais um fato: Ele inventou um dispositivo chamado "câmera de microscópio." Ele foi usado para fotografar objetos minúsculos.

Por Que Esta Celebridade É Importante Hoje?
William Henry Fox Talbot é importante porque ele inventou o processo negativo-positivo. Cada vez que você tira uma foto com uma câmera de filme, você está usando sua invenção. Mesmo as câmeras digitais usam o conceito do negativo. Um arquivo digital é como um negativo. Você pode fazer muitas impressões a partir dele.

Ele também é importante porque fez o primeiro livro ilustrado fotograficamente. Esse livro mostrou ao mundo o poder da fotografia.

Sua influência está em toda parte. Cada fotógrafo lhe deve uma dívida.

Os pais podem usar sua história para ensinar às crianças sobre perseverança. Talbot trabalhou por anos para aperfeiçoar seu processo. Ele não desistiu.

O Que as Crianças Podem Aprender com Esta História?
As crianças podem aprender lições maravilhosas com William Henry Fox Talbot. Primeiro, não desista. Talbot trabalhou por anos. Ele falhou muitas vezes. Ele continuou tentando. Se você falhar, tente novamente.

Em segundo lugar, combine arte e ciência. Talbot era um cientista. Ele inventou a fotografia. Ele também era um artista. Ele a usou para fazer imagens bonitas. Arte e ciência não são opostos. Elas trabalham juntas.

Em terceiro lugar, seja curioso. Talbot era curioso sobre tudo. Ele estudou matemática, química, botânica e línguas. Pessoas curiosas mudam o mundo.

Finalmente, compartilhe suas descobertas. Talbot eventualmente desistiu de sua patente. Ele queria que a fotografia fosse livre. Compartilhe o que você aprende. Isso ajudará os outros.

Quiz Rápido ou Hora de Prática
Vamos ver o que você aprendeu com esta História de Celebridade: William Henry Fox Talbot. Responda a estas perguntas com um pai ou sozinho.

O que Talbot inventou que permitiu múltiplas cópias de uma fotografia?

Qual é o nome do primeiro livro ilustrado fotograficamente de Talbot?

Que processo Talbot chamou de "calótipo"?

Que inventor francês anunciou seu processo em 1839?

O que Talbot usou para fazer seus primeiros desenhos fotogênicos?

Aqui está uma atividade divertida. Coloque uma folha em um pedaço de papel. Leve-a para fora ao sol. Deixe por algumas horas. O papel vai desbotar em toda parte, exceto sob a folha. Você fez um desenho fotogênico como William Henry Fox Talbot.

Outra atividade. Procure a fotografia de Talbot da Abadia de Lacock online com seu pai. Depois desenhe sua própria casa ou escola. Tente capturar a luz e as sombras. Você está fotografando como Talbot.

William Henry Fox Talbot nasceu em uma família rica. Ele estudou em Cambridge. Ele era um cientista e um acadêmico. Ele foi em lua de mel para a Itália. Ele estava frustrado com seu mau desenho. Ele desejava que as imagens pudessem se fixar sozinhas. Ele experimentou com sais de prata. Ele inventou o negativo. Ele fez desenhos fotogênicos de folhas. Ele fez calótipos de sua família. Ele publicou "O Lápis da Natureza." Ele desistiu de sua patente. Ele compartilhou sua invenção. Ele mudou o mundo. Sua história nos ensina a nunca desistir. A combinar arte e ciência. A ser curioso. A compartilhar. Essa é a verdadeira lição desta história de celebridade.