Narciso Por Delmore Schwartz - Poemas Giggle

Narciso Por Delmore Schwartz - Poemas Giggle

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Poema Original:

THE MIND IS AN ANCIENT AND FAMOUS CAPITAL
The mind is a city like London,
Smoky and populous: it is a capital
Like Rome, ruined and eternal,
Marked by the monuments which no one
Now remembers. For the mind, like Rome, contains
Catacombs, aqueducts, amphitheatres, palaces,
Churches and equestrian statues, fallen, broken or soiled.
The mind possesses and is possessed by all the ruins
Of every haunted, hunted generation’s celebration.
“Call us what you will: we are made such by love.”
We are such studs as dreams are made on, and
Our little lives are ruled by the gods, by Pan,
Piping of all, seeking to grasp or grasping
All of the grapes; and by the bow-and-arrow god,
Cupid, piercing the heart through, suddenly and forever.
Dusk we are, to dusk returning, after the burbing,
After the gold fall, the fallen ash, the bronze,
Scattered and rotten, after the white null statues which
Are winter, sleep, and nothingness: when
Will the houselights of the universe
Light up and blaze?
For it is not the sea
Which murmurs in a shell,
And it is not only heart, at harp o’clock,
It is the dread terror of the uncontrollable
Horses of the apocalypse, running in wild dread
Toward Arcturus—and returning as suddenly ...
THE FEAR AND DREAD OF THE MIND OF THE OTHERS
—The others were the despots of despair—
The river’s freshness sailed from unknown sources—
... They snickered giggled, laughed aloud at last,
They mocked and marvelled at the statue which was
A caricature, as strained and stiff, and yet
A statue of self-love!—since self-love was
To them, truly my true love, how, then, was I a stillness of nervousness
So nervous a caricature: did they suppose
Self-love was unrequited, or betrayed?
They thought I had fallen in love with my own face,
And this belief became the night-like obstacle
To understanding all my unbroken suffering,
My studious self-regard, the pain of hope,
The torment of possibility:
How then could I have expected them to see me
As I saw myself, within my gaze, or see
That being thus seemed as a toad, a frog, a wen, a mole.
Knowing their certainty that I was only
A monument, a monster who had fallen in love
With himself alone, how could I have
Told them what was in me, within my heart, trembling and passionate
Within the labyrinth and caves of my mind, which is
Like every mind partly or wholly hidden from itself?
The words for what is in my heart and in my mind
Do not exist. But I must seek and search to find
Amid the vines and orchards of the vivid world of day
Approximate images, imaginary parallels
For what is my heart and dark within my mind:
Comparisons and mere metaphors: for all
Of them are substitutes, both counterfeit and vague:
They are, at most, deceptive resemblances,
False in their very likeness, like the sons
Who are alike and kin and more unlike and false
Because they seem the father’s very self: but each one is
—Although begotten by the same forbears—himself,
The unique self, each one is unique, like every other one,
And everything, older or younger, nevertheless
A passionate nonesuch who has before has been.
Do you hear, do you see? Do you understand me now, and how
The words for what is my heart do not exist?
THE RIVER WAS THE EMBLEM OF ALL BEAUTY:???ALL
...
The river was the abundant belly of beauty itself
The river was the dream space where I walked,
The river was itself and yet it was—flowing and freshening—
A self anew, another self, or self renewed
At every tick of eternity, and by each glint of light
Mounting or sparkling, descending to shade and black
—Had I but told them my heart, told how it was
Taunted at noon and pacified at dusk, at starfall midnight
Strong in hope once more, ever in eagerness
Jumping like joy, would they have heard? How could they?
How, when what they knew was, like the grass,
Simple and certain, known through the truth of touch, another form and fountain of falsehood’s fecundity—
Gazing upon their faces as they gazed
Could they have seen my faces as whores who are
Holy and deified as priestesses of hope
—the sacred virgins of futurity—
Promising dear divinity precisely because
They were disfigured ducks who might become
And be, and ever beloved, white swans, noble and beautiful.
Could they have seen how my faces were
Bonfires of worship and vigil, blazes of adoration and hope
—Surely they would have laughed again, renewed their scorn,
Giggled and snickered, cruel. Surely have said
This is the puerile mania of the obsessed,
The living logic of the lunatic:
I was the statue of their merriment,
Dead and a death, Pharoah and monster forsaken and lost.
...
My faces were my apes: my apes became
Performers in the Sundays of their parks,
Buffoons or clowns in the farce or comedy
When they took pleasure in knowing that they were not like me.
...
I waited like obsession in solitude:
The sun’s white terror tore and roared at me,
The moonlight, almond white, at night,
Whether awake or sleeping, arrested me
And sang, softly, haunted, unlike the sun
But as the sun. Withheld from me or took away
Despair or peace, making me once more
With thought of what had never been before——

Análise e Interpretação do Poema

Este poema explora a complexidade e profundidade da mente humana, comparando-a a cidades antigas e grandiosas como Londres e Roma. A mente é retratada como uma vasta capital, fumosa e populosa, cheia de ruínas e monumentos que simbolizam memórias, experiências e emoções que muitas vezes são esquecidas ou obscurecidas ao longo do tempo. Assim como Roma é eterna, mas arruinada, a mente abriga tanto grandeza quanto decadência, refletindo a passagem do tempo e as camadas da história e consciência humanas.

O poema utiliza metáforas ricas como catacumbas, aquedutos, anfiteatros e estátuas para representar as diferentes facetas da mente — suas profundezas ocultas, suas estruturas de pensamento e os vestígios de experiências passadas. A mente é tanto possuidora quanto prisioneira dessas ruínas, ecoando a maneira como as alegrias e sofrimentos das gerações passadas moldam nosso mundo interior.

O amor é um tema central, descrito como a força que nos molda ("somos feitos assim pelo amor"), governado por deuses como Pã e Cupido, simbolizando desejo, paixão e destino. A imagem do crepúsculo, cinzas caídas e estátuas evoca uma sensação de impermanência e a natureza cíclica da vida e das emoções.

O poema também aborda o medo e a incompreensão dos outros — como as pessoas podem interpretar mal a autorreflexão ou o amor-próprio como narcisismo ou loucura. Essa solidão é retratada através da metáfora de estátuas zombadas por outros, destacando a solidão do sofrimento interior e a dificuldade de expressar o verdadeiro eu.

A imagem do rio simboliza beleza, renovação e o fluxo da vida. O rio é descrito como um espaço de sonho e uma fonte de nova identidade, renovando-se constantemente. Isso contrasta com as estátuas estáticas e arruinadas e sugere esperança e transformação apesar das dificuldades.

No geral, o poema é uma meditação profunda sobre identidade, memória, amor e a luta para ser compreendido.

Contexto e Introdução ao Autor

Este poema reflete o estilo da poesia modernista, que muitas vezes mergulha nas dimensões psicológicas e filosóficas da experiência humana. O autor, embora não nomeado aqui, provavelmente se inspira na literatura clássica e na mitologia, como visto nas referências a Roma, Pã e Cupido.

A exploração do poema da mente como uma cidade cheia de ruínas ecoa a fascinação modernista pela fragmentação e o subconsciente. O uso de imagens clássicas combinado com reflexão pessoal sugere um autor profundamente interessado na interseção entre história, memória e identidade individual.

Reflexões e Resposta Pessoal

Ler este poema nos convida a contemplar as intricacies de nossas próprias mentes — como nossos pensamentos e sentimentos são moldados por experiências passadas e como muitas vezes nos sentimos isolados em nossas lutas internas. As imagens vívidas nos encorajam a apreciar a beleza e a complexidade de nossas paisagens mentais, mesmo quando parecem caóticas ou quebradas.

O poema também nos desafia a sermos mais empáticos em relação aos outros, reconhecendo que o que pode parecer obsessão por si mesmo ou loucura pode esconder uma dor e esperança profundas.

Insights Educacionais e Pontos de Aprendizagem para Crianças e Estudantes

A partir deste poema, os alunos podem aprender sobre:

  • Metáfora e Simbolismo: Compreendendo como ideias abstratas como a mente e emoções podem ser representadas através de imagens concretas como cidades, ruínas e rios.
  • Temas de Identidade e Autorreflexão: Encorajando os alunos a explorar seus próprios pensamentos e sentimentos e reconhecer a complexidade da natureza humana.
  • Referências Clássicas: Introduzindo figuras culturais e mitológicas como Pã e Cupido para enriquecer o conhecimento literário.
  • Inteligência Emocional: Desenvolvendo empatia ao considerar como os outros podem vivenciar e expressar lutas internas.

Aplicações Práticas na Vida e Aprendizagem

  • Escrita Criativa: Os alunos podem praticar o uso de metáforas e imagens para expressar emoções complexas.
  • Pensamento Crítico: Analisando como diferentes símbolos transmitem significado e como a perspectiva molda a compreensão.
  • Consciência Emocional: Usando o poema como um prompt para discutir sentimentos de solidão, esperança e autoaceitação.
  • Arte e Visualização: Criando representações visuais da mente como uma cidade ou rio para aprofundar a compreensão.

Perguntas de Compreensão de Leitura

  1. Quais cidades o poema compara à mente e por quê?
  2. Como o poema descreve as ruínas dentro da mente?
  3. Quem são os deuses mencionados no poema e o que eles representam?
  4. Por que os "outros" zombam da estátua do narrador?
  5. O que o rio simboliza no poema?
  6. Como o poema retrata a relação entre amor-próprio e incompreensão?
  7. Quais emoções são evocadas pela imagem do crepúsculo, cinzas caídas e estátuas?
  8. Como o poema sugere que a mente é tanto oculta quanto visível?

Respostas às Perguntas de Compreensão de Leitura

  1. A mente é comparada a Londres e Roma porque é populosa, fumosa, antiga, arruinada e eterna, simbolizando complexidade e história.
  2. As ruínas representam memórias esquecidas, experiências passadas e vestígios emocionais que moldam a mente, mas muitas vezes são negligenciadas ou decaídas.
  3. Os deuses mencionados são Pã, simbolizando a natureza selvagem e o desejo, e Cupido, representando o amor súbito e duradouro.
  4. Os outros zombam da estátua porque interpretam mal a autorreflexão do narrador como amor-próprio ou narcisismo, não conseguindo ver o sofrimento mais profundo.
  5. O rio simboliza beleza, renovação e o fluxo constante e mudança da vida e identidade.
  6. O poema mostra que o amor-próprio pode ser mal interpretado como vaidade ou loucura pelos outros, criando barreiras à empatia e compreensão.
  7. Essas imagens evocam sentimentos de impermanência, decadência, mistério e a natureza cíclica da vida e das emoções.
  8. O poema sugere que a mente é parcialmente oculta até mesmo de si mesma, cheia de cavernas escuras e labirintos que são difíceis de expressar ou entender completamente.

Este poema oferece uma rica exploração da complexidade da mente e convida os leitores, especialmente os estudantes, a se envolverem profundamente com temas de identidade, emoção e percepção. Através de suas metáforas vívidas e alucinações clássicas, fornece lições valiosas em análise literária, consciência emocional e expressão criativa.