Toda grande amizade tem um começo. Toda história engraçada tem um momento de “como nos conhecemos”. No espírito de contos divertidos sobre encontros, aqui estão três novas histórias para dormir ao estilo HIMYM. Elas não são sobre o programa em si, mas sobre a maneira engraçada como as coisas começam. Elas são histórias perfeitas para dormir para crianças que adoram uma boa história. Cada história faz uma pergunta simples: Como eles se tornaram amigos? As respostas são bobas, doces e perfeitas para dar risada antes de dormir. Cada conto termina com um momento aconchegante e tranquilo. Então, fique confortável. Vamos começar a história de como eles se conheceram.
Primeira história: O controle remoto que sempre se perdia
Em uma sala de estar aconchegante, havia um sofá azul. No sofá estava sentado um menino chamado Alex. Ao lado de Alex estava um velho e rabugento controle de videogame. Seu nome era Clunky. Clunky já tinha visto dias melhores. Um de seus botões era pegajoso. Ele sempre se perdia sob as almofadas do sofá.
“Estou tão sozinho”, Clunky suspirou uma noite. “Todo mundo usa o controle novo e brilhante. Aquele que brilha. Eu só fico aqui. Eu nem me lembro do meu primeiro jogador.”
Do outro lado da sala, na estante da TV, estava o Novo Controle Remoto Brilhante. Era elegante. Tinha um milhão de botões. Nunca se perdia. Seu nome era Zippy. Zippy ouviu Clunky suspirar. “Qual é o seu problema?” Zippy perguntou, com sua voz suave de bipe.
“Não tenho propósito”, disse Clunky. “Eu sou apenas… extra.”
“Que barra”, disse Zippy, sem parecer muito arrependido. “Eu tenho muito propósito. Eu controlo o volume, os canais, o streaming. Eu sou essencial.” Zippy apitou com orgulho.
Naquele momento, a gata da família, uma criatura fofa chamada Mittens, pulou na estante da TV. Whump! Mittens adorava bater em coisas brilhantes. Ela viu os botões brilhantes de Zippy. Swat! Ela derrubou Zippy da estante. O controle remoto voou pelo ar. Bonk! Ele pousou em uma grande planta em vaso no canto. A planta era espessa e frondosa. Zippy estava enterrado profundamente. Suas luzes se apagaram.
“Socorro!” A voz abafada de Zippy veio da planta. “Estou perdido! Não consigo ver! Tem sujeira na minha porta de carregamento!”
Alex entrou na sala. “Onde está o controle remoto?” ele perguntou. Ele olhou na estante. Ele olhou sob o sofá. Ele encontrou Clunky. “Acho que você vai ter que servir”, disse Alex. Ele pegou Clunky. Ele soprou a poeira. Ele pressionou o botão pegajoso. Demorou algumas tentativas, mas a TV ligou! Alex encontrou um desenho animado ótimo e se acomodou.
Da planta, Zippy chamou. “Ei! Clunky! Você tem que dizer a ele que eu estou aqui!”
Clunky pensou por um momento. Aqui estava o controle remoto brilhante e essencial, pedindo sua ajuda. Era uma sensação estranha. “Ok”, disse Clunky. “Mas você tem que prometer uma coisa. Prometa que não vai mais me chamar de ‘extra’.”
“Eu prometo! Só me tire daqui!” Zippy gritou.
Então, da próxima vez que Alex pressionou o botão ‘menu’, Clunky fez seu botão pegajoso grudar com mais força. O menu não apareceu. Em vez disso, a TV fez um barulho engraçado. Alex sacudiu Clunky. “Estranho.” Ele se levantou para verificar a TV. Ao passar pela planta, ele ouviu um bipe fraco. Ele olhou para baixo e viu uma luz vermelha piscando na sujeira. Ele resgatou Zippy.
“Você me salvou”, Zippy sussurrou para Clunky mais tarde, enquanto ambos estavam sentados na mesa de centro. “Obrigado.”
“Não foi nada”, disse Clunky. “Mas sabe, ser ‘extra’ não é tão ruim. Significa que você está lá quando a coisa principal se perde em uma planta.”
Zippy soltou uma risada. “Acho que somos uma equipe agora. Você e eu.”
E foi assim que eles se conheceram. Um estava perdido. O outro era pegajoso. Juntos, eles garantiram que os desenhos animados sempre fossem exibidos. Naquela noite, quando Alex foi para a cama, os dois controles remotos estavam lado a lado. O brilho de Zippy estava fraco. Clunky estava quieto. A primeira de nossas histórias para dormir ao estilo HIMYM havia terminado. A história do encontro deles estava terminada. Agora, eles eram apenas amigos, descansando no quarto escuro, esperando a próxima aventura.
Segunda história: A meia esquerda e o tênis direito
Em um quarto bagunçado, uma Meia Azul Esquerda vivia em uma gaveta. Era uma meia feliz, mas sonhava com aventura. Ela ouviu histórias de um velho boné de beisebol sobre o “Grande Exterior”. Um dia, a gaveta se abriu. Uma mão pegou a Meia Azul Esquerda e sua parceira, a Meia Azul Direita. Elas foram colocadas em um par de pés. Então, um tênis de corrida direito grande e desajeitado foi colocado sobre elas. Thump.
“Oh meu”, disse a Meia Azul Esquerda, de dentro do sapato escuro. “Está muito apertado aqui dentro.”
“Diga-me sobre isso”, resmungou uma voz profunda e coriácea. Era o Tênis de Corrida Direito. “Eu tenho que fazer todo o trabalho. A pancada. A parada. O tênis esquerdo apenas acompanha. Não é justo.”
“Você tem um parceiro?” a meia perguntou.
“Infelizmente”, disse o tênis. “O Tênis Esquerdo. Tudo bem, eu acho. Mas ele nunca lidera. Sempre apenas… lá.”
O dia foi longo. O menino que os usava correu no parque. Ele subiu em pedras. Ele pisou em uma poça. Squish. Lá dentro, a Meia Azul Esquerda ficou úmida. “Esta é uma aventura terrível”, sussurrou a meia.
“Você acha que isso é ruim?” o Tênis Direito murmurou. “Tente ter que equilibrar todo o corpo. Um movimento errado e—uau!” O menino escorregou na lama. O Tênis Direito derrapou. Mas o Tênis Esquerdo, no outro pé, se plantou firmemente. Ele impediu que o menino caísse.
“Boa defesa, parceiro!” o Tênis Direito gritou, surpreso.
Do outro pé, uma voz calma e constante respondeu. “A qualquer hora. Você levou a pior da derrapagem. Você está bem?” Era o Tênis Esquerdo.
O Tênis Direito ficou quieto por um momento. “Sim. Obrigado.” Parecia estranho. Ele nunca havia agradecido ao Tênis Esquerdo antes.
Naquela noite, de volta ao armário, os tênis foram chutados. As meias foram retiradas. A Meia Azul Esquerda foi jogada em direção à cesta de roupa suja. Ela errou e pousou perto da porta do armário. Enquanto estava ali, ela viu o Tênis de Corrida Direito e o Tênis de Corrida Esquerdo, lado a lado.
“Sabe”, disse o Tênis Direito calmamente para o Tênis Esquerdo. “Você foi muito bom lá fora hoje.”
“Você não foi tão ruim”, respondeu o Tênis Esquerdo. “Exceto na lama. Você foi terrível na lama.” Ambos riram uma risada suave e coriácea.
A Meia Azul Esquerda sorriu de seu lugar no chão. Tinha sido uma aventura confusa. Mas ela tinha visto o começo de algo. Uma parceria real. Foi assim que eles se conheceram. Os tênis finalmente conversaram. A meia foi a testemunha.
Mais tarde, a mãe do menino encontrou a meia e colocou-a na lavanderia. Enquanto ela girava na secadora quente e escura, a Meia Azul Esquerda se sentiu feliz. Ela tinha uma história agora. Uma história sobre o dia em que o tênis direito finalmente disse “obrigado”. A segunda de nossas histórias para dormir ao estilo HIMYM estava completa. A meia estava limpa e quente. Os tênis no armário estavam silenciosos, um par confortável, finalmente. O quarto estava escuro, e tudo estava parado.
Terceira história: O Teddy Tagarela e o Relógio Silencioso
Em uma prateleira em um quarto estava um pequeno despertador digital. Era preciso. Era silencioso. Adorava ordem. Seu nome era Tock. Ao lado da prateleira, na cama, estava um grande e fofo ursinho de pelúcia chamado Barnaby. Barnaby adorava conversar. Ele contava longas e confusas histórias sobre seu dia. Que era principalmente sobre ser sentado, abraçado ou usado como travesseiro.
“E então”, disse Barnaby certa noite para ninguém em particular, “a garotinha me abraçou tão forte que pensei que meu olho de botão ia cair! Foi uma experiência intensa, deixe-me dizer. Tudo começou esta manhã, quando o sol entrou pela janela…”
Tock, o relógio, já tinha ouvido o suficiente. “Você precisa narrar tudo?” Tock apitou, seus números piscando 20h37. “Alguns de nós estamos tentando manter uma atmosfera pacífica.”
Barnaby virou a cabeça recheada. “Uma história nunca é uma perturbação, meu amigo pontual! É um presente! Deixe-me contar a história da vez em que caí atrás da cama. Estava escuro, estava empoeirado…”
“Não, obrigado”, disse Tock firmemente.
Mas Barnaby não parou. Ele falou sobre o sabor dos coelhinhos de poeira. Ele descreveu a forma assustadora do aspirador de pó. Tock o ignorou, concentrando-se em contar os segundos. …58, 59, 00. 20h42.
Mais tarde naquela noite, uma tempestade começou. Trovões trovejaram. BOOM! Raios brilharam. A garotinha na cama se mexeu, assustada. Ela alcançou Barnaby e o abraçou. Mas ela ainda estava assustada.
Barnaby sussurrou: “Não se preocupe, é só o céu tendo uma pequena discussão. Trovão é apenas sua voz alta. Vai passar.” Mas a menina ainda estava tremendo.
Da prateleira, Tock observou. Ele viu o medo da menina. Ele era um relógio. Seu trabalho era dizer as horas, não confortar. Mas ele se lembrou das histórias intermináveis de Barnaby. Elas eram irritantes, mas também eram… uma distração.
Tock respirou digitalmente, quieto. Ele começou a falar em seu bipe calmo e medido. “Era. Uma. Vez.” Ele apitou cada palavra lentamente. “Havia. Uma. Gota. De. Chuva.”
A menina parou de tremer. Ela ouviu. Os olhos de botão de Barnaby se arregalaram.
Tock continuou, seus números vermelhos brilhando constantemente. “Esta. Gota. De. Chuva. Caiu. Por. Exatamente. Sete. Minutos. E. Trinta. E. Dois. Segundos. Ela. Aterrisou. Em. Uma. Folha. Precisamente. Às. 21h07. Fim.”
Foi a história mais curta e chata já contada. Mas foi contada com uma voz tão firme e segura. A menina riu. “De novo”, ela sussurrou.
Então Tock contou outra. “Uma. Meia. Foi. Perdida. Por. Dois. Dias. Três. Horas. Ela. Foi. Encontrada. Ela. Ficou. Feliz. Fim.”
A tempestade rugia lá fora, mas o quarto parecia seguro. A menina segurou Barnaby e ouviu as histórias bobas e curtas de Tock. Logo, sua respiração ficou profunda e uniforme. Ela estava dormindo.
O quarto estava quieto. A tempestade se afastou. “Obrigado”, Barnaby sussurrou para Tock. “De. Nada”, Tock respondeu suavemente. “Suas. Histórias. São. Longas. Demais. Mas. Elas. Me. Deram. Uma. Ideia.”
E foi assim que eles se conheceram. O relógio silencioso e o urso tagarela. Eles não se tornaram melhores amigos. Mas eles se tornaram uma equipe. Um contava contos longos e selvagens o dia todo. O outro contava contos curtos e precisos à noite, quando importava. A última de nossas histórias para dormir ao estilo HIMYM havia terminado. O encontro deles teve um propósito. A menina dormiu em paz. Barnaby ficou quieto por uma vez. Os números de Tock brilharam: 22h14. Tudo estava calmo, tudo estava brilhante, e o único som era o tique-taque suave de um relógio, finalmente apreciando o silêncio que havia feito.

