Procurando Histórias Divertidas para Dormir com o Charme de Adam Sandler? 3 Contos Bobos para Crianças

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Imagine uma história para dormir que seja um pouco boba, um pouco doce e cheia de vozes engraçadas. Essa é a sensação de uma ótima coleção de histórias para dormir no estilo Adam Sandler. Elas não são sobre o ator, mas sobre aquele humor caloroso e bobo. Elas são sobre pessoas comuns em situações estranhas. Elas são sobre encontrar magia no dia a dia. Aqui estão três novas histórias para dormir com esse espírito. Cada história é sobre uma pessoa normal. Cada uma descobre um pedacinho de magia engraçado e pequeno. E cada uma termina com um momento aconchegante e tranquilo, perfeito para adormecer com um sorriso. Então, acomode-se. O show está prestes a começar.

História Um: O Faz-Tudo do Hotel e a Lixeira Cantante

Mickey trabalhava como faz-tudo no antigo e grandioso hotel “Snooze Inn”. Seu trabalho era consertar as coisas. Portas rangendo. Torneiras pingando. Ventiladores de teto bambos. Mickey era bom no que fazia, mas estava entediado. Ele sonhava em ser cantor. No porão, enquanto consertava a caldeira, ele cantava músicas de rock antigas. “I can’t get no… satisfaction!” A caldeira chiava em agradecimento.

Um dia, o gerente do hotel ligou. “Mickey! A lixeira do quinto andar está fazendo um barulho estranho. Os hóspedes estão reclamando. Parece… iodelando.” Mickey pegou sua caixa de ferramentas. Clank, clank. Essa era nova.

Ele foi para a lixeira do quinto andar. Ele abriu a pequena porta de metal. Ele ouviu. Um som fraco e ecoante veio de dentro. “Yooo-dle-ay-ee-oooo!” Parecia iodelar! Essa era uma história estranha para dormir em andamento. Mickey se inclinou. “Alô?” ele chamou pela lixeira.

O iodelar parou. Uma voz minúscula e crocante respondeu. “A área está livre? Sem cascas de banana?”

Mickey ficou atordoado. “Quem… o que é você?”

“Eu sou o Espírito da Lixeira!” a voz declarou orgulhosamente. “Estou aqui desde 1967. Nasci de um programa de ópera descartado e uma laranja mofada. Eu forneço ambiente!”

Mickey começou a rir. “Ambiente? Você parece uma cabra em uma lata.”

O Espírito ficou ofendido. “Devo dizer, meu iodelar é uma arte perdida! Ele acalma a jornada dos sacos de lixo. Dá a eles um pouco de cultura no caminho.”

Mickey teve uma ideia. “Você pode fazer mais alguma coisa? Tipo, talvez… vocais de apoio?”

O Espírito da Lixeira ficou quieto por um momento. “Eu sou versátil. O que você tem em mente?”

Naquela tarde, enquanto Mickey consertava um chuveiro no quarto 507, ele começou a cantar uma canção de blues. Da ventoinha do banheiro, um suave zumbido harmonioso se juntou. “Hmmm-hmmm, yeah, the drips keep fallin’ on my head…” Era o Espírito, viajando pelas saídas de ar! Eles se tornaram uma dupla. Mickey cantavaolar enquanto pintava uma parede. O Espírito, de dentro da parede, fornecia um assobio suave. Os hóspedes nunca souberam por que o hotel de repente parecia tão… musical e agradável.

O gerente ficou emocionado. “Mickey, o que quer que você tenha feito com aquela lixeira, funcionou! E todo o hotel parece mais feliz. Continue assim!”

Naquela noite, Mickey sentou-se em seu pequeno escritório no porão. Ele estava cansado, mas feliz. De uma ventoinha no chão perto de seus pés, ele ouviu um pequeno iode sussurrado. “Yooo-dle-ay-ee-goodnight…”

Mickey sorriu. “Boa noite, Espírito. Bons sonhos.” A primeira de nossas histórias para dormir com o charme de Adam Sandler havia terminado. O faz-tudo encontrou seu parceiro de dueto no lugar mais inesperado. O hotel estava quieto. A lixeira estava silenciosa. E nas paredes, um pequeno espírito feliz sonhava com grandes óperas e zumbidos suaves e harmoniosos.

História Dois: O Tio e o Peixinho Dourado Muito Exigente

O tio Dave de Leo não era o cara mais responsável. Ele chegava atrasado. Ele contava histórias longas e confusas. Ele uma vez tentou consertar uma torradeira com uma faca de manteiga. Mas Leo o amava. Neste fim de semana, os pais de Leo estavam fora. O tio Dave estava no comando. “Não se preocupe”, disse Dave. “Nós vamos nos divertir! Será uma aventura!”

A primeira aventura foi alimentar o peixinho dourado de Leo, Bubbles. O tio Dave sacudiu o recipiente de comida para peixes. “Tudo bem, Bubbles! Hora da refeição!” Ele despejou uma pequena montanha de flocos no aquário.

Da água, Bubbles soprou uma corrente de bolhas zangadas. Blub-blub-blub-BLUB! Ele então virou as costas para a montanha de comida e nadou para o outro lado do aquário.

“Acho que você deu muito”, disse Leo.

“Bobagem!” disse o tio Dave. “Ele é um peixe em crescimento! Ele precisa de energia!” Mas Bubbles se recusou a comer. Ele parecia rabugento. Suas escamas laranja pareciam menos brilhantes.

Na manhã seguinte, a montanha de comida ainda estava lá. Bubbles estava se escondendo atrás do castelo. O tio Dave estava preocupado. “Talvez ele esteja sozinho. Talvez ele queira um amigo!” Ele foi à loja de animais e voltou com um brinquedo de mergulhador de plástico. Ele colocou no aquário. Bubbles olhou para ele, sem se impressionar. Blub. (O que, em peixe, claramente significava “Você está de brincadeira comigo?”)

Naquela noite, Leo foi para a cama. O tio Dave ficou acordado, olhando para o aquário. “O que está errado, amiguinho?” ele sussurrou. “Fale comigo.”

E então, Bubbles falou. Uma voz minúscula, aquosa e rabugenta veio do aquário. “Os flocos. Eles estão velhos. Eles têm gosto de poeira e sonhos desfeitos. Eu quero os flocos verdes. Os que estão no recipiente redondo. Não o quadrado. O redondo.”

O tio Dave pulou. O peixinho dourado estava falando! E ele era um crítico de comida! Essa foi a reviravolta mais hilária da história para dormir de todos os tempos. “O… o recipiente redondo?” Dave gaguejou.

“Sim. A mistura premium. Com spirulina extra. Está no armário. Lado esquerdo.” Bubbles nadou em um círculo lento e exigente.

O tio Dave encontrou o recipiente redondo. Ele salpicou alguns flocos. Bubbles nadou imediatamente. Ele os comeu com um feliz nom-nom-nom. Sua cor pareceu clarear instantaneamente. “Finalmente. Alguém que ouve.”

Daí em diante, o tio Dave e Bubbles tiveram um entendimento. Bubbles criticaria sua culinária (“O macarrão com queijo está com pouco sal, David.”). O tio Dave contaria a ele histórias sobre seu dia. Leo voltaria para casa e encontraria seu tio tendo uma conversa unilateral com o peixe, que ocasionalmente soprava uma bolha de concordância.

Quando os pais de Leo voltaram, Bubbles era o peixe mais feliz e brilhante do mundo. “Você foi ótimo, Dave!” eles disseram.

O tio Dave apenas piscou para o aquário. Bubbles fez uma nadada extravagante e em loop. A segunda história para dormir estava completa. O tio irresponsável havia se tornado um perfeito cuidador de peixes, graças a um peixinho dourado muito falante e muito exigente. A casa estava quieta, a luz do aquário estava apagada e Bubbles dormia, sonhando com flocos verdes perfeitamente crocantes.

História Três: O Tobogã Aquático e o Papai Medroso

No Splashtastic Water Park, havia um tobogã lendário. A “Víbora Venenosa”. Era alto, sinuoso e terminava em um tubo escuro e fechado antes de atirar você na piscina. Todas as crianças adoravam. Maya, que tinha oito anos, queria ir nele. Seu pai, Phil, olhou para cima. Seus joelhos ficaram fracos. Phil tinha secretamente medo de tobogãs aquáticos fechados, escuros e sinuosos.

“Vamos, papai! Vai ser divertido!” disse Maya. “Vá em frente, querida”, disse Phil, sua voz um pouco aguda. “Eu vou, uh, assistir daqui de baixo. E segurar as toalhas. Trabalho muito importante.”

Maya foi no tobogã. Ela gritou de alegria. Phil fingiu torcer, mas estava suando. Mais tarde, enquanto tomavam sorvete, Maya parecia triste. “Eu queria que pudéssemos ir juntos.”

Phil sentiu uma pontada. Ele era um pai divertido! Ele fazia vozes bobas! Ele construía fortes de travesseiros! Mas esse tobogã… ele o tinha vencido. Naquela noite, em seu quarto de hotel, Phil teve um sonho. Ele estava preso no tubo escuro da Víbora, mas em vez de água, ele estava cheio de macarrão gigante e escorregadio. Era ridículo.

Na manhã seguinte, ele tomou uma decisão. “Ok, Maya. Hoje, nós andamos na Víbora. Juntos.”

Os olhos de Maya se arregalaram. “Sério?!”

Enquanto eles estavam na fila, o coração de Phil martelava. O tubo parecia ainda mais escuro. Os gritos pareciam ainda mais altos. Era isso. O chefe final da paternidade.

Eles chegaram ao topo. O salva-vidas disse: “Braços cruzados, divirtam-se!” Maya foi primeiro. Whoosh! Então foi a vez de Phil. Ele sentou-se. A água o carregou. Ele mergulhou na escuridão. Swish-swish-SWOOP! Estava preto e rápido! Ele começou a entrar em pânico. Então, ele se lembrou do sonho do macarrão. Era tão bobo. Isso não era assustador. Isso era… um toboágua. Um toboágua muito legal, muito rápido.

Ele parou de lutar contra isso. Ele relaxou. Ele deixou as reviravoltas acontecerem. Ele até soltou um pequeno “Wheee!” Na seção final, escura e fechada, ele viu algo. Pequenas estrelas que brilham no escuro presas ao teto do tubo! Alguém as colocou lá. Na escuridão, elas pareciam uma verdadeira e minúscula galáxia girando acima dele. Era lindo.

SPLOOSH! Ele saiu para o sol brilhante e pousou na piscina ao lado de Maya, que estava rindo histericamente. “Você conseguiu, papai! Você conseguiu!”

Phil, ofegante e sorrindo, sentiu-se como um super-herói. “Isso… foi… INCRÍVEL!” ele gritou. E ele quis dizer isso. A terceira de nossas histórias para dormir com o estilo Adam Sandler havia terminado. O pai assustado havia enfrentado o tobogã. Ele encontrou as estrelas que brilham no escuro na escuridão. E ele ganhou o título de Pai Legal, pelo menos por mais uma tarde de verão. Naquela noite, de volta ao quarto do hotel, ambos exaustos e felizes, Phil adormeceu no momento em que sua cabeça encostou no travesseiro. Ele sonhou não com tubos assustadores, mas com risadas com sua filha, girando sob um teto de pequenas estrelas brilhantes.