Quais são os livros de histórias para dormir mais divertidos e hilários para compartilhar com seus filhos?

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Há algo de mágico em um livro na hora de dormir. O peso dele em suas mãos, o som de uma página sendo virada, a promessa de uma história. Mas você já se perguntou sobre a vida secreta dos próprios livros? Os melhores livros de histórias para dormir são aqueles que imaginam o mundo engraçado e escondido da estante. Esses contos não são sobre as histórias dentro dos livros, mas sobre os livros como personagens. Um livro de figuras tímido, um livro de biblioteca aventureiro, um livro pop-up que está muito animado. Essas histórias para dormir são perfeitas para crianças que adoram rir e se maravilhar. Elas misturam humor suave com finais aconchegantes. Cada história tem uma reviravolta boba. Então, cada uma delas termina em um momento calmo e silencioso, perfeito para dormir. Vamos explorar três histórias para dormir originais e novas. Elas foram projetadas para trazer um sorriso, depois um suspiro e, finalmente, uma boa noite de sono tranquila.

Essas histórias para dormir são todas sobre dar personalidades aos livros na estante. O humor vem desses livros que têm problemas muito humanos e aventuras engraçadas. São o tipo de histórias engraçadas para dormir que fazem uma criança olhar para sua própria estante com olhos novos e curiosos. Depois da risada, tudo fica calmo e silencioso. Aqui estão três histórias para compartilhar. Esperamos que elas se tornem uma parte querida de sua rotina noturna.

História Um: O Livro Que Não Queria Ser Lido

Na prateleira inferior de uma estante, havia um livro chamado “As Aventuras do Capitão Puddle”. Era um livro azul brilhante com a imagem de um pato pirata na capa. Mas o Capitão Puddle tinha um segredo. Ele não gostava de ser lido.

Não era que ele não gostasse de crianças. Ele gostava! Ele apenas ficava muito, muito nervoso. Toda vez que uma criança o pegava, suas páginas tremulavam de ansiedade. E se eles achassem sua história chata? E se eles pulassem páginas? E se o deixassem aberto com a face para baixo, quebrando sua lombada? O horror!

Um dia, um menininho chamado Leo estava procurando uma história para dormir. Sua mão alcançou o Capitão Puddle. As páginas do livro ficaram frias. “Eu não, eu não”, pensou o livro.

Leo levou o livro para a cama. Ele abriu na primeira página. O Capitão Puddle se preparou. Mas então, algo maravilhoso aconteceu. Leo começou a ler em voz alta. Sua voz era suave e lenta. Ele não pulou nenhuma palavra. Ele olhou para cada imagem. Ele até riu da parte engraçada em que o Capitão Puddle escorregou em uma casca de banana.

O Capitão Puddle ficou atordoado. Esse menino não era um leitor rude; ele era um contador de histórias cuidadoso e gentil. A ansiedade do livro começou a derreter. No meio da história, o Capitão Puddle estava realmente gostando! Ele sentiu sua história ganhando vida no quarto silencioso.

Quando Leo chegou à última página, ele suspirou feliz. “Essa foi boa”, ele sussurrou. Então, ele fez algo incrível. Ele colocou cuidadosamente um marcador no livro, fechou-o suavemente e deu um tapinha na capa. “Boa história, Capitão.”

Então, Leo colocou o livro em sua mesa de cabeceira, bem ao lado da lâmpada de sua cama. “Você pode ficar aqui esta noite”, disse Leo. “Fique de olho nas coisas.”

O Capitão Puddle passou a noite na mesa de cabeceira. Ele se sentiu importante. Ele era o guardião escolhido da cabeceira. A reviravolta? O Capitão Puddle parou de ter medo de ser lido. Na verdade, ele esperava por isso. Ele aprendeu que ser lido pela pessoa certa — um leitor cuidadoso, na hora de dormir — era a melhor sensação do mundo. Ele passou o resto da noite perfeitamente imóvel, observando Leo enquanto ele dormia, orgulhoso de ser um livro que não era apenas lido, mas amado e respeitado.

História Dois: A Grande Aventura do Livro da Biblioteca

Um romance de bolso chamado “O Mistério da Chaleira Cantante” vivia na biblioteca pública. Seu nome era Margo. Margo amava seu trabalho. A cada poucas semanas, ela recebia um novo visitante. Ela viajava em uma sacola ou mochila para uma nova casa, via novos quartos e, em seguida, voltava para a biblioteca para descansar e esperar sua próxima viagem.

Mas Margo tinha um sonho. Ela queria ir em uma aventura de verdade. Não apenas para uma sala de estar. Ela queria ver o mundo! O oceano! As montanhas!

Um dia, um professor muito distraído a pegou emprestada. Ele levou Margo para seu estudo bagunçado e maravilhoso. Ele leu algumas páginas, depois se distraiu com uma ligação. Ele deixou Margo em sua mesa e saiu, esquecendo-se completamente dela.

Naquela noite, o gato do professor, um curioso gato malhado chamado Muffin, pulou na mesa. Muffin viu Margo. O livro tinha uma foto de uma chaleira fumegante na capa. Muffin adorava coisas quentes! Ela decidiu que Margo seria uma cama perfeita. Ela se enrolou em cima do livro e adormeceu.

Na manhã seguinte, o professor fez as malas para uma viagem à beira-mar. Ele estava com pressa. Ele varreu tudo de sua mesa para sua bolsa — canetas, clipes de papel e a nova cama de Muffin, Margo! Ele fechou a bolsa com um zíper.

Margo estava no escuro! Ela estava se movendo! Ela sentiu a viagem de carro. Então, ela ouviu um novo som. Estrondo… estrondo… Era o oceano! A bolsa do professor estava na praia! Quando ele a abriu para pegar seu protetor solar, a luz do sol entrou. Margo viu o céu azul e a areia!

O professor pegou Margo e a deixou em uma toalha de praia enquanto ia nadar. Margo estava na praia! Ela sentiu o sol quente em sua capa. Ela ouviu gaivotas. Era seu sonho!

Então, o vento aumentou. Uau! Ele virou as páginas de Margo. Virar, virar, virar. O vento a levantou! Ela cambaleou no ar e pousou suavemente na areia perto da beira da água. Uma onda subiu e — sploosh — apenas a borda de suas páginas ficou molhada.

“Meu livro!” gritou o professor, correndo. Ele pegou Margo. Ela estava arenosa e um pouco úmida. “Oh, querida, você teve uma aventura, não teve?”

Ele cuidadosamente tirou a areia e secou suas páginas ao sol. Margo ficou emocionada. Ela tinha ido à praia! Ela sentiu o spray do oceano! Ela até voou (brevemente)!

Quando voltaram para a biblioteca, Margo tinha um novo adesivo em sua capa: “Ligeiramente Desgastado”. Ela o usava como uma medalha. Os outros livros da biblioteca ficaram com tanta inveja. Margo contaria a história de sua aventura à beira-mar repetidas vezes. A reviravolta? Depois disso, Margo ficou perfeitamente feliz com suas viagens normais para as salas de estar. Ela teve sua grande aventura. Agora, ela estava contente por ser um livro bem viajado, ligeiramente arenoso, muito sábio, pronto para sussurrar sua história para qualquer pessoa que a pegasse emprestada, antes de se acomodar em um sono tranquilo no carrinho de devoluções.

História Três: O Livro Pop-Up Que Não Conseguia Ficar Fechado

Em uma sala de jogos, havia um magnífico livro pop-up sobre dinossauros. Seu nome era Percy. Percy era o livro mais emocionante da estante. Quando você o abria, um gigante T-Rex surgia, um vulcão entrava em erupção e um pterodáctilo pendurava em uma corda. Era espetacular.

Mas Percy tinha um problema. Ele estava tão animado com seus próprios pop-ups que não conseguia ficar fechado. Sua capa estava sempre ligeiramente entreaberta, como se estivesse tentando espiar e surpreender alguém. A trava que deveria mantê-lo fechado estava quebrada.

Isso deixava os outros livros loucos. “Percy, feche direito! Você está deixando a luz entrar!” as enciclopédias resmungavam.

“Eu não posso evitar!” Percy sussurrava. “Eu fico tão ansioso! E se alguém passar e perder meu T-Rex?”

Uma noite, a sala de jogos estava escura. A capa de Percy estava, como de costume, ligeiramente aberta. Um fino raio de luar brilhou pela janela, bem sobre suas páginas. Ele iluminou seu vulcão pop-up, fazendo-o brilhar em vermelho.

Um ratinho chamado Monty, que morava na parede, espiou. Ele viu o vulcão vermelho brilhante. Era a coisa mais incrível que ele já tinha visto! Ele pensou que era uma montanha real, minúscula e brilhante.

Monty se aproximou. Ele subiu no livro! Ele caminhou pela floresta pop-up. Ele escorregou pela cauda do dinossauro pop-up. Ele se divertiu muito explorando a paisagem de papel.

Percy ficou encantado. Alguém finalmente estava apreciando seu cenário à noite! Ele ficou o mais imóvel que pôde, deixando Monty explorar. O rato era gentil e não rasgou uma única página.

Pouco antes do amanhecer, Monty se enrolou na aconchegante caverna pop-up e adormeceu. Percy se sentiu tão feliz e útil. Ele não era apenas um livro diurno. Ele era um parque infantil noturno!

De manhã, Monty correu para casa. Percy, pela primeira vez, deixou sua capa fechar totalmente com um baque suave. Ele estava cansado, mas de uma boa maneira. Ele tinha recebido um convidado.

A reviravolta? Percy aprendeu que tudo bem estar fechado às vezes. Isso significava que ele estava descansando, economizando energia para a próxima vez que alguém o abrisse — ou para a próxima aventura noturna do rato. Ele começou a travar corretamente, sua emoção agora uma alegria silenciosa e paciente. Os outros livros ficaram chocados. Percy apenas sorriu entre suas capas, sonhando com vulcões iluminados pela lua e pequenos exploradores curiosos, dormindo profundamente até a próxima vez que as mãos de uma criança trouxessem seu mundo de papel à vida.