Qual Fotógrafo Olhou Diretamente para Pessoas que a Sociedade Muitas Vezes Ignorou? História de Celebridade: Diane Arbus

Qual Fotógrafo Olhou Diretamente para Pessoas que a Sociedade Muitas Vezes Ignorou? História de Celebridade: Diane Arbus

Jogos divertidos + Histórias envolventes = Crianças felizes aprendendo! Baixe agora

Você já tirou uma foto de alguém que parecia diferente? Alguém com o rosto tatuado? Alguém em um traje? Alguém que despertou sua curiosidade? Diane Arbus tirou essas fotos. Ela fotografou pessoas à margem. Artistas de circo. Gêmeos. Nudistas. Pessoas com deficiências. Ela não desviou o olhar. Ela olhou diretamente para eles. Esta História de Celebridade: Diane Arbus irá apresentar a você uma fotógrafa que acreditava que todos merecem ser vistos. Ela cresceu em uma família rica. Ela tinha tudo. Ela era miserável. Ela deixou sua vida confortável. Ela caminhou pelas ruas de Nova York. Ela conversou com estranhos. Ela pediu para fotografá-los. Suas fotos são estranhas e poderosas. Elas te deixam desconfortável. Elas também fazem você pensar.

Vamos conhecer a fotógrafa dos marginalizados. Diane Arbus disse: "Eu realmente acredito que há coisas que ninguém veria se eu não as fotografasse."

Quem é Esta Celebridade?
Diane Arbus foi uma fotógrafa americana. Ela viveu de 1923 a 1971. Ela é mais conhecida por suas fotografias em preto e branco de pessoas à margem da sociedade. Ela fotografou anões, gigantes, pessoas trans, artistas de circo e pessoas com deficiências mentais.

Por que ela é famosa? Ela olhou para assuntos que a maioria dos fotógrafos ignorava. Ela não os julgou. Ela não teve pena deles. Ela os fotografou como iguais. Seu trabalho foi controverso. Algumas pessoas chamaram seu trabalho de exploratório. Outras o chamaram de compassivo. Ela se tornou famosa após sua morte. Uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna em 1972 foi vista por milhões. Seu trabalho mudou a forma como pensamos sobre fotografia.

Vida e Infância
Diane Arbus nasceu na cidade de Nova York. Seu nome era Diane Nemerov. Sua família era muito rica. Seu pai possuía uma famosa loja de departamentos. Ela cresceu em um apartamento na Quinta Avenida. Ela tinha empregadas. Ela tinha tutores. Ela tinha tudo.

Ela era infeliz. Seus pais eram distantes. Sua mãe estava deprimida. Seu pai tinha casos. A família não demonstrava afeto. Diane se sentia invisível.

Ela adorava desenhar. Ela adorava pintar. Ela também adorava tirar fotos. Seu pai lhe deu uma câmera quando ela tinha 13 anos. Ela tirou fotos de sua família. Ela tirou fotos da cidade.

Ela estudou na Ethical Culture Fieldston School. Ela era uma boa aluna. Mas ela estava inquieta. Ela queria escapar de sua vida privilegiada.

Aos 18 anos, ela se casou com Allan Arbus. Ele era fotógrafo. Ela tinha 18. Ele tinha 23. Eles tiveram duas filhas. Eles começaram um negócio de fotografia de moda. Diane trabalhou como estilista. Allan tirou as fotos. Eles foram bem-sucedidos. Eles eram miseráveis.

Educação e Jornada de Aprendizado
Diane Arbus estudou fotografia com a grande fotógrafa Berenice Abbott. Ela também estudou com Lisette Model. Model era uma professora rigorosa. Ela disse a Diane para fotografar o que ela temia. Diane ouviu.

Ela saiu do negócio da moda. Ela tinha 35 anos. Ela queria ser artista. Ela pegou uma câmera e caminhou pelas ruas de Nova York.

Ela foi para Coney Island. Ela encontrou um circo. Ela pediu para fotografar os artistas. Ela fotografou um homem tatuado. Ela fotografou um anão. Ela fotografou gêmeos idênticos.

Ela foi a bailes de drag. Ela fotografou homens vestidos de mulheres. Isso foi na década de 1950. Era ilegal. Ela foi corajosa.

Ela foi a colônias nudistas. Ela fotografou famílias sem roupas. Ela também tirou suas próprias