Procurando Histórias e Canções de Ninar da Vila Sésamo para Criar uma Rotina de Sono Tranquila?

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A hora antes de dormir é um momento mágico. É um momento para abraços, vozes calmas e momentos compartilhados. Por gerações, as famílias têm recorrido a rostos amigáveis e melodias suaves para ajudar a relaxar no final do dia. Incorporar histórias e canções de ninar da Vila Sésamo em seu ritual noturno é uma maneira maravilhosa de fazer isso. Esses personagens amados parecem velhos amigos. Eles trazem conforto, humor suave e uma sensação de segurança. Isso as torna histórias de ninar perfeitas para crianças que esperam ansiosamente por uma rotina familiar e feliz. Vamos visitar uma rua muito especial e tranquila, onde todos estão se preparando para dormir. Aqui estão três contos originais inspirados naquele mundo acolhedor e caloroso.

História Um: A Busca Muito Silenciosa de Elmo por um Esguicho

Elmo tinha um cobertor vermelho muito importante. Era macio e aconchegante. Mas algo estava faltando. Seu brinquedo favorito, um ratinho azul chamado Esguicho, não estava em sua cama. “Oh, não”, disse Elmo. “Elmo precisa do Esguicho para dormir! Onde ele foi?” Elmo decidiu fazer uma busca muito silenciosa. Ele saiu de seu quarto na ponta dos pés. Tap, tap, tap foram seus pés vermelhos e fofos.

Primeiro, ele espiou na cozinha. Ele viu o Monstro das Bolachas. O Monstro das Bolachas estava lavando um prato grande. “Olá, Elmo”, disse o Monstro das Bolachas suavemente. “Eu procurando a última migalha de bolacha. Você procurando alguma coisa?” “Elmo está procurando o Esguicho”, sussurrou Elmo. “O Monstro das Bolachas o viu?” O Monstro das Bolachas pensou muito. “Eu vi uma coisa azul perto da estante. Pode ter sido uma migalha… ou um rato.” “Obrigado!” disse Elmo. Ele foi na ponta dos pés até a estante.

Ali estava o Garibaldo, guardando um livro. “Olá, Elmo”, disse Garibaldo em voz baixa. “Estou apenas ajeitando minhas penas para dormir. O que você está fazendo?” “Elmo está em uma busca silenciosa pelo Esguicho”, explicou Elmo. Garibaldo assentiu com sua longa cabeça amarela. “Acho que vi algo azul perto da janela. Estava muito parado.” Elmo foi na ponta dos pés até a janela. Lá, enrolado em uma almofada macia, estava o Esguicho! Ao lado dele estava o Slimey, a minhoca. Ambos estavam dormindo. Slimey estava usando o Esguicho como um pequeno travesseiro. “Roncooo”, fez Slimey suavemente. Elmo sorriu. Ele pegou o Esguicho com muito cuidado. Slimey se virou, mas continuou dormindo. Elmo foi na ponta dos pés de volta para seu quarto. Ele subiu em sua cama. Ele abraçou o Esguicho e seu cobertor vermelho. A busca silenciosa havia terminado. Tudo estava certo. Elmo fechou os olhos. Sua respiração ficou lenta e profunda. Na rua lá fora, tudo estava calmo e parado.

História Dois: A Vigia Noturna Super Séria de Gugu

Gugu colocou seu capacete. Era uma tigela azul. Ele pegou sua lanterna. Não tinha pilhas. Ele era o Super Gugu! Sua missão? A Vigia Noturna. “É um trabalho muito sério”, disse Gugu para si mesmo. “Eu devo vigiar… por… coisas que precisam ser vigiadas!” Ele marchou para seu posto na porta da frente. Ele ficou bem reto. “Tudo está calmo”, relatou ele. Então ele ouviu um barulho. Crek. “O que foi isso?” Gugu sussurrou. Ele acendeu sua lanterna escura para as escadas. “Alto! Quem está aí?” O barulho parou. Gugu relaxou. “A justiça azul e fofa prevalece!” ele disse.

Alguns minutos depois, ele ouviu outro som. Farfalhar, farfalhar. Veio do sofá. Gugu se aproximou. Ele enfiou a lanterna em uma almofada. “Apareça!” A almofada não se moveu. Mas então, uma cabeça sonolenta apareceu. Era o Oscar, o Chato, de sua lata de lixo. “Ei, pare com isso!” Oscar resmungou. “Alguns de nós estão tentando ser chatos em paz aqui embaixo!” “Oh! Minhas desculpas, Sr. Chato”, disse Gugu. Ele recuou. Oscar murmurou e desapareceu de volta para sua lata.

Gugu voltou para seu posto. A noite estava muito escura. Ele começou a se sentir um pouco… sozinho. E um pouco sonolento. Sua postura de super-herói se tornou uma postura desleixada. Sua cabeça começou a balançar. Tap, tap, tap. Gugu pulou. “O barulho! Ele voltou!” Ele se virou. Lá estava sua mãe. “Olá, meu pequeno guarda sério”, disse ela suavemente. “Sua vigia acabou. O sol vai vigiar por nós agora.” Gugu bocejou um grande bocejo fofo. “Mas… os barulhos…” ele disse. Sua mãe sorriu. “Isso foi apenas a velha casa se acomodando para dormir. Está dizendo crek e farfalhar. Está dizendo boa noite.” Gugu pensou sobre isso. A casa também ia dormir! Isso fazia sentido. “Bem, então, trabalho bem feito”, disse o Super Gugu. Ele tirou seu capacete de tigela. Ele largou sua lanterna. Ele deixou sua mãe levá-lo para seu quarto. O Super Gugu estava muito cansado de seu trabalho super sério. Ele subiu na cama. A casa deu um último crek suave. “Boa noite, casa”, sussurrou Gugu. E em um segundo de super-herói, ele estava rápido, rápido dormindo.

História Três: A Orquestra de Canções de Ninar Calmantes do Conde

O Conde adorava contar. Um! Dois! Três! Mas na hora de dormir, contar coisas barulhentas não era certo. Era muito emocionante! “Ah”, disse ele, acariciando sua capa. “Esta noite, eu contarei… coisas silenciosas! Uma canção de ninar pacífica! Duas respirações sonolentas! Três… hmm.” Ele precisava de mais coisas silenciosas para contar. Isso era um problema. Ele foi encontrar seus amigos.

Ele viu o Beto na soleira. Beto estava olhando para sua pomba, Bernice. “Beto, meu amigo”, disse o Conde. “Estou contando coisas silenciosas. O que é silencioso aqui?” Beto não olhou para cima. “Bernice está quieta. Ela está dormindo. Coo”, sussurrou Beto. “Ah! Uma pomba dormindo! Coo!” contou o Conde suavemente. Ele foi na ponta dos pés.

Ele encontrou a Abby Cadabby em seu jardim. Ela estava sussurrando para uma flor brilhante. “Abby, pequena feiticeira”, disse o Conde. “O que é silencioso aqui?” Abby apontou sua varinha. Uma pequena faísca flutuou para baixo. “A poeira de fada é silenciosa. Puff”, disse ela. “Dois! Duas baforadas de poeira de fada! Puff!” o Conde sussurrou. Isso foi divertido!

Então ele ouviu música. Música suave e gentil. Vinha da loja do Sr. Hooper. O Conde espiou. Bob estava lá. Ele estava tocando uma melodia lenta e doce em seu violão. Dedilhar, dedilhar. “Três dedilhados de violão! Dedilhar!” sussurrou o Conde. Ele se sentou. Júlia também estava lá, balançando suavemente no ritmo. Esguicho, esguicho foi a cadeira de balanço. “Quatro rangidos de cadeira! Esguicho!” A música era tão suave. O Conde parou de sussurrar seus números. Ele apenas ouviu. Bob sorriu e continuou tocando. A melodia era como um cobertor quente. Ele envolveu todos.

O Conde sentiu seus olhos pesarem. Ele contou suas próprias respirações. Uma respiração sonolenta. Duas respirações sonolentas. Ele não chegou a três. A música suave flutuou para fora da porta. Misturou-se com o coo da pomba e o sopro da poeira de fada. Tornou-se uma orquestra perfeita e silenciosa. O castelo do Conde estava muito parado. O único som era uma respiração lenta e constante. O Conde não estava mais contando. Ele estava sonhando. E em seus sonhos, ele contou as coisas mais maravilhosas e silenciosas de todas.

Entrelace essas histórias suaves e canções em sua noite é um presente. Ele constrói uma ponte da diversão do dia para a paz da noite. O mundo das histórias e canções de ninar da Vila Sésamo é perfeito para isso. Ele é preenchido com amigos que entendem. Eles entendem preocupações bobas e buscas silenciosas. Eles sabem sobre trabalhos sérios e sons calmantes. Depois de uma história, você pode cantarolar uma melodia simples e lenta. Essa tradição de histórias e canções de ninar da Vila Sésamo torna a hora de dormir um momento feliz. É um momento de amor e calma. As luzes da rua na Vila Sésamo podem piscar. Mas no quarto do seu filho, a única luz necessária é o brilho suave de uma luz noturna. O único som necessário é uma respiração lenta e constante. Mais um dia acabou. Boa noite.