Quais são algumas histórias para dormir divertidas e travessas? Três contos divertidos para crianças

Quais são algumas histórias para dormir divertidas e travessas? Três contos divertidos para crianças

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Às vezes, a melhor maneira de relaxar é com um pouco de travessura inofensiva. Histórias para dormir travessas que são mais bobas do que assustadoras podem ser a receita perfeita para risadas e relaxamento. Esses contos não são sobre ser mau; são sobre itens do dia a dia se divertindo de forma lúdica e caótica. Aqui estão três histórias originais e engraçadas para dormir que celebram a anarquia gentil. São o tipo de histórias para dormir que permitem que as crianças aproveitem um pouco de rebelião fingida antes de se acalmarem. Então, prepare-se para algumas risadas com essas três histórias para dormir travessas.

História Um: A Pasta de Dente Que Se Recusou a Apertar

Em um banheiro azul e arrumado, vivia um tubo de pasta de dente chamado Minty. Minty era legal, fresco e geralmente muito cooperativo. Todas as manhãs e noites, uma mão pequena apertava o meio de Minty. Um redemoinho perfeito de pasta de menta aparecia na escova. Esprema. Mas, em uma terça-feira à noite, Minty estava se sentindo rebelde. Ele estava cansado da mesma velha rotina. Aperte, escove, enxágue. Repita. “Eu quero uma aventura”, resmungou Minty para a barra de sabão.

Naquela noite, quando o menininho, Ben, foi escovar os dentes, Minty decidiu agir. Ben pegou o tubo. Ele apertou o meio. Nada saiu. Ele apertou com mais força. Aperte… aperte… Ainda nada. “Hum”, disse Ben. Ele apertou a parte inferior do tubo. Aperte… aperte… Um pontinho minúsculo e patético de pasta apareceu. Não foi o suficiente. Minty estava segurando sua pasta por dentro! Ele estava em greve!

Ben tentou de tudo. Ele bateu em Minty na pia. Toque, toque, toque. Ele enrolou Minty de baixo para cima. Enrole, enrole. Ainda assim, apenas pequenos pontos emergiram. O sabão observava, fascinado. “Isso é bem travesso, Minty”, sussurrou o sabão. “Eu sei!”, sussurrou Minty orgulhosamente. “Estou quebrando a rotina!”

Ben, agora determinado, teve uma ideia. Ele colocou a escova de dentes. Ele pegou Minty com as duas mãos. Ele pegou o final do tubo. Ele começou a enrolá-lo, firmemente, como um saco de dormir. Ele enrolou e enrolou, empurrando toda a pasta para a frente. Minty sentiu uma pressão estranha. Ele estava sendo enrolado em um pequeno rolo apertado! Essa não era a aventura que ele queria!

Finalmente, Ben chegou à tampa. A pasta não tinha para onde ir. Quando Ben desrosqueou a tampa e deu um aperto suave… SPLOOT! Uma enorme avalanche de pasta de dente de menta irrompeu do tubo! Aterrou na escova, sim, mas também na pia, na torneira e um pouco no nariz de Ben! Era uma montanha enorme e pegajosa de frescor de menta.

Ben olhou fixamente. Então, ele começou a rir. Foi tão bobo! Ele tinha pasta de dente suficiente para uma semana! Ele cuidadosamente pegou a maior parte da pasta em sua escova. Ele começou a escovar. O banheiro cheirava maravilhosamente a menta. Minty, agora completamente enrolado e com a sensação de estar vazio, observava. Sua rebelião causou uma bagunça, mas também fez Ben rir. Esse foi um bom resultado.

Depois de escovar, Ben limpou a pia. Ele desenrolou Minty um pouco e colocou a tampa de volta. “Você estava cheio de surpresas hoje à noite”, disse Ben ao tubo. Minty se sentiu um pouco desanimado, em mais de uma maneira. Sua grande greve acabou. Ele era apenas um tubo vazio agora. Mas, quando Ben apagou a luz, Minty pensou na risada de Ben. Era um bom som. Talvez as rotinas não fossem tão ruins. Elas levavam a dentes limpos e noites tranquilas. O banheiro estava escuro. O sabão estava cochilando. Minty, achatado e enrolado, descansava no copo da escova de dentes. Ele sonhava com a próxima vez que seria comprado, cheio e fresco, pronto para uma vida nova e menos rebelde. A noite estava quieta e a grande rebelião da pasta de dente havia terminado pacificamente. Este é um exemplo perfeito do caos gentil nas histórias para dormir travessas.

História Dois: O Chinelo Que Fugiu

Flip era um chinelo verde e fofo. Seu parceiro, Flop, também era verde e fofo. Eles moravam perto da porta dos fundos. Todas as noites, os pés os encontravam. Eles faziam uma curta e aconchegante caminhada até a cozinha para um lanche, depois para o quarto. Mas Flip estava entediado. Ele queria ver mais da casa. Ele queria uma aventura. Então, uma noite, ele decidiu fugir.

Quando os pés chegaram, Flip fingiu estar morto. Ele ficou todo mole e plano. O pé o sacudiu, mas ele permaneceu mole. “Hum, esse chinelo parece engraçado”, disse o pai. Ele usava Flop e um chinelo diferente e rabugento. Flip foi deixado para trás! Seu plano funcionou! Assim que a luz da cozinha se apagou, Flip ganhou vida. Bem, tanto quanto um chinelo pode ganhar. Ele cambaleou em direção à sala de estar.

A sala de estar era vasta! O tapete era uma selva profunda. Flip navegou ao redor da perna do sofá gigante. Ele viu uma uva esquecida sob a mesa de centro. Esmagar. Ele evitou. Isso foi emocionante! Ele chegou à janela grande. O luar o fez parecer dramático. “Eu sou Flip, o Explorador!”, ele pensou.

Mas então, ele ouviu um barulho. Um suave pitter-patter. Era o hamster da família, Binky, correndo em sua roda no canto. Binky viu Flip. Ele parou de correr. Ele cheirou o ar. Uma coisa nova e fofa e verde! Binky adorava coisas novas. Ele queria levar Flip para sua gaiola. Binky empurrou a porta de sua gaiola (ela nunca estava bem presa) e correu.

Flip viu o hamster chegando. Isso não fazia parte do plano! Binky agarrou a borda fofa de Flip com suas pequenas patas e começou a arrastá-lo. Arraste, puxe, arraste. Flip estava sendo sequestrado por um hamster! Ele tentou resistir, mas era apenas um chinelo. Binky era surpreendentemente forte. Ele arrastou Flip até a gaiola e tentou enfiá-lo pela porta. Flip ficou preso. Bloop. Ele estava preso na porta, metade no mundo do hamster, metade na sala de estar.

Flip estava preso! Essa aventura deu errado. Ele sentia falta de seu lugar tranquilo perto da porta dos fundos. Ele sentia falta de Flop. Naquele momento, o pai voltou para tomar um copo d'água. Ele viu a gaiola do hamster. Ele viu um chinelo verde preso na porta. Binky estava sentado em cima de Flip, parecendo muito orgulhoso.

O pai começou a rir. “O que está acontecendo?” Ele gentilmente puxou Flip para fora. Ele carregou Flip de volta para a porta dos fundos e o colocou cuidadosamente ao lado de Flop. “Fique com seu amigo”, disse o pai. “A casa é grande e assustadora à noite.” Flip, de volta ao seu lugar, sentiu uma onda de alívio. Flop encostou nele. “Onde você foi?”, sussurrou Flop. “Em uma aventura”, sussurrou Flip de volta. “Foi… agitado.”

Na noite seguinte, quando os pés chegaram, Flip se aconchegou alegremente. A caminhada até a cozinha tinha o comprimento certo. A aventura acabou. Flip estava em casa. A porta dos fundos era um lugar perfeito. Era seguro e ele tinha Flop. O chão estava frio. A noite estava quieta. Flip e Flop descansavam juntos, dois chinelos verdes lado a lado, muito felizes por serem um par. A grande fuga foi esquecida, substituída pelo conforto da rotina. Essa pequena e engraçada escapada é o que torna as histórias para dormir travessas tão divertidas — elas exploram a ideia de aventura, mas sempre retornam à segurança aconchegante.

História Três: O Brinquedo de Banho Que Odiava Banhos

Squirt era um pato de borracha amarelo brilhante. Ele morava na beira da banheira grande. Isso era irônico, porque Squirt odiava banhos. Não para si mesmo, mas para todo o processo. Os respingos, o sabão, o barulho! Ele preferia a solidão tranquila e seca. Toda hora do banho, ele tentava escapar. Ele nadava até a extremidade da banheira. Ele se escondia atrás do frasco de xampu. Mas uma mãozinha sempre o encontrava. Squeeak!

Uma noite, Squirt teve uma ideia brilhante e travessa. Quando a água começou a correr, ele não tentou se esconder. Ele deixou a menininha, Chloe, pegá-lo. Quando ela o colocou na água, ele respirou fundo (patos de borracha podem fazer isso). Ele encheu suas entranhas ocas com água e ar. Então, ele esperou.

Chloe estava brincando com um barco de plástico. Squirt viu sua chance. Ele mirou sua parte inferior no barco. Ele deu um pequeno empurrão interno. Uma corrente perfeita e poderosa de água saiu de sua boquinha! SQUIRT! Atingiu o barco e o derrubou! “Ei!”, disse Chloe. Ela achou engraçado. Ela mirou Squirt no barco e o apertou. SQUIRT! Eles tiveram uma guerra de água. Squirt era a arma! Isso era muito melhor do que apenas flutuar!

Ele se divertiu tanto que se deixou levar. Ele espirrou a toalha. Squirt! Ele espirrou na torneira. Squirt! Ele até tentou espirrar a cortina do chuveiro. Mas então, ele cometeu um erro. Ele espirrou Chloe bem no rosto. SQUIRT! Um acerto direto!

Chloe parou, piscando. A água escorria do nariz dela. Houve um momento de silêncio. Então, ela deu a maior gargalhada. “Seu pato travesso!”, ela gargalhou. Ela o pegou e lhe deu um abraço ensaboado. Squirt sentiu a água morna e borbulhante. Ele ouviu a risada de Chloe. Era um bom som. O banho não era tão ruim quando estava cheio de risadas. Sua rebelião se transformou em um jogo.

Depois do banho, Chloe secou Squirt com cuidado. Ela o colocou de volta em seu lugar na banheira. Ele estava limpo, seco e feliz. Ele tinha sido um pato travesso e espirrador, e foi a coisa mais divertida que ele já tinha feito. O banheiro estava quieto agora. A lua brilhava na banheira silenciosa. Squirt sentou-se na borda de porcelana fria. Ele não estava mais entediado. Ele tinha um novo propósito. Ele era o pato que podia espirrar. Talvez a hora do banho não fosse uma provação barulhenta. Talvez fosse uma chance de diversão. Ele sentiu uma sonolência pacífica. As aventuras do dia terminaram. A casa estava parada. Squirt, o pato, fechou seus olhinhos pintados, pronto para uma noite tranquila, sonhando com riachos suaves e abraços ensaboados. Este conto final encerra nossa coleção de histórias para dormir travessas, cada uma terminando com um momento quieto e feliz, perfeito para adormecer.