Quais são as melhores histórias para dormir de Nikki Brooks para noites divertidas e imaginativas?

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Toda criança merece uma história que pareça um segredo compartilhado com um amigo. Uma história que seja divertida, um pouco pessoal e que termine com uma sensação aconchegante. Imaginar uma coleção de histórias para dormir de Nikki Brooks traz à mente exatamente isso: aventuras amigáveis e engraçadas que parecem estar sendo contadas só para você. Essas histórias para dormir seriam perfeitas para compartilhar sorrisos e risadas suaves antes de apagar a luz. Elas não são sobre grandes aventuras, mas sobre os pequenos e engraçados dramas que acontecem em sua própria casa. Vamos imaginar três dessas histórias. Cada uma é uma aventura curta e doce sobre uma coisa cotidiana aprendendo uma pequena lição, terminando no silêncio perfeito para dormir.

história um: O Despertador Super Sério

Buzz era um despertador muito sério. Ele acreditava que seu trabalho era o mais importante da casa. BEEP! BEEP! BEEP! Ele acordava a família sem falhar. Ele se orgulhava de sua voz alta e clara. Mas Buzz não tinha paciência para os fins de semana. No sábado de manhã, ele tocou como de costume. O menino apenas gemeu, apertou o botão soneca e voltou a dormir. Buzz ficou ofendido. “Estou anunciando o dia!”, ele pensou. “Isso é desrespeitoso!”

Ele decidiu dar uma lição ao menino. No sábado seguinte, ele não apenas tocou. Ele tocou uma gravação de um galo cantando que ele havia encontrado em suas configurações profundas. Có-có-ri-có! O menino sentou-se na cama, confuso. “Estamos em uma fazenda?” O pai do menino entrou, rindo. “Ok, Buzz, muito engraçado. Agora pare com isso.”

Buzz tentou novamente na semana seguinte. Desta vez, ele tocou um trecho de ondas do oceano. O menino abriu um olho, sorriu e voltou a dormir. Buzz estava frustrado. Seus importantes anúncios estavam sendo ignorados! Em um domingo, o menino teve uma manhã especial. Era seu aniversário. Ele acordou antes mesmo de Buzz tocar. Ele correu para o quarto dos pais. Buzz, sentindo-se inútil, ficou quieto.

Mais tarde, o menino voltou. Ele deu um tapinha na cabeça de Buzz. “Você pode dormir hoje, Buzz. É aniversário.” Então ele sussurrou: “Mas vou precisar que você seja bem alto para a escola amanhã, ok?” Buzz sentiu um calor. Ele não era apenas um fazedor de barulho. Ele era um parceiro. Alguns dias eram para dormir e alguns dias eram para bipes importantes. Ele finalmente entendeu o ritmo da semana. Daí em diante, ele tirou os domingos de folga em silêncio, economizando sua energia e seu bipe mais confiável para a manhã de segunda-feira. O quarto estava tranquilo, e Buzz, o relógio, manteve seu tique-taque constante e paciente, feliz por fazer parte da equipe, no horário e fora dele.

história dois: A Mochila Que Era Uma Péssima Escondedora

Rigby era uma mochila azul. Ele era uma boa mochila. Mas ele tinha uma falha: ele era um péssimo escondedor. Quando a menina brincava de esconde-esconde com o irmão, ela às vezes se escondia atrás de Rigby, que estava jogado no chão. “Eu vejo sua mochila!”, seu irmão sempre gritava. Rigby se sentia um fracasso. Ele queria ser uma ajuda, não uma entrega.

Ele decidiu aprender. Ele observou o gato. O gato conseguia se achatar embaixo da cama. Rigby tentou achatar. Ele só parecia irregular. Ele observou as cortinas. Elas podiam balançar e cobrir as coisas. Rigby não tinha balanço. Um dia, a menina estava procurando sua presilha de cabelo favorita. “Sumiram!”, ela disse. Ela procurou em todos os lugares. Debaixo da cama, nas gavetas. Rigby teve uma ideia. A menina o enfiou no armário depois da escola. Ele se contorceu e sacudiu. Farfalhar, farfalhar. Uma pequena presilha de cabelo brilhante caiu de seu bolso da frente e pousou no chão do armário com um tinido.

A menina ouviu. Ela abriu a porta do armário. “Minha presilha! Você tinha, Rigby! Você estava escondendo como uma surpresa!” Ela o abraçou. Rigby ficou emocionado. Ele não era um péssimo escondedor. Ele era um ótimo descobridor! Ele tinha guardado a presilha o tempo todo. Daquele dia em diante, Rigby não se preocupou com esconde-esconde. Seu trabalho era guardar. Ele guardava tesouros: botões perdidos, pedras legais, bilhetes secretos. Ele era um cofre. Um cofre azul, fofo e leal. À noite, no armário, ele sentava orgulhosamente, guardando seu conteúdo até a manhã. Ele era o melhor em seu próprio trabalho especial.

história três: A Luz Noturna e a Mariposa

Luna era uma pequena luz noturna em forma de borboleta. Ela emitia um brilho amarelo suave. Ela amava seu trabalho silencioso. Mas, em uma noite de verão, um visitante chegou. Uma pequena mariposa empoeirada chamada Mothy. Mothy amava a luz de Luna. Ele não apenas gostava, ele era obcecado. Ele voava ao seu redor, ao redor e ao redor, suas asas roçando seu plástico. Flit, flutter, tap.

“Você é a lua!”, Mothy sussurrava. “Eu preciso chegar mais perto!” Isso era um problema. Luna não era a lua. Ela era uma luz noturna. E o bater constante de Mothy era irritante. “Vá embora”, Luna pensava. “Olhe para a lua de verdade pela janela.” Mas Mothy não ouvia.

Uma noite, Luna teve uma ideia. Muito lentamente, ela começou a diminuir sua luz. Ela se fez brilhar mais suavemente, e mais suavemente, até que mal estivesse acesa. Mothy, confuso, diminuiu seu bater de asas. “Lua? Você está se pondo?” Luna não respondeu. Ela manteve sua luz muito, muito fraca. Mothy finalmente parou. Ele sentou-se na janela, cansado. Ele olhou para fora. E lá, no céu grande e escuro, estava a lua de verdade, enorme e prateada e linda. “Oh”, disse Mothy baixinho. “Aqui está você.”

Ele ficou na soleira, olhando para a lua de verdade. Luna, satisfeita, acendeu sua luz de volta ao seu brilho normal e suave. Mothy visitava às vezes, mas agora ele entendia. Luna era uma amiga para o quarto, uma luz pequena e amigável. A lua era a rainha do céu. Ambos podiam existir. Luna manteve sua vigia, e Mothy descansou na soleira, ambos apreciando a noite à sua maneira. O quarto estava quieto, uma luz dentro, uma luz fora, e uma mariposa que finalmente aprendeu a diferença, todos em paz finalmente.

Este é o encanto de uma coleção de histórias pessoais e amigáveis. A ideia das histórias para dormir de Nikki Brooks sugere contos que são compreensivos e gentis. Eles sabem que um relógio pode aprender a paciência, uma mochila pode encontrar seu propósito e até mesmo uma mariposa pode aprender uma lição. Essas histórias para dormir resolvem pequenos problemas com humor gentil e terminam com todos - e tudo - em seu devido lugar. Depois de uma história como essa, o mundo parece ordenado e amigável. As pequenas preocupações do dia são suavizadas, substituídas por uma sensação silenciosa de que tudo está bem. A luz é apagada, o último sorriso permanece no escuro, e o sono vem tão fácil e naturalmente quanto o brilho suave e constante de uma luz noturna. Bons sonhos.