Reúnam-se, hora da história! Imagine uma contadora de histórias gentil e amigável que tem um conto especial para cada noite - um que tem o tamanho certo. Essa é a sensação das histórias para dormir de 5 minutos com a Miss Elaine. São contos projetados para serem compartilhados em uma única e aconchegante sessão. São longos o suficiente para uma pequena aventura, mas curtos o suficiente para caber perfeitamente antes de apagar as luzes. As melhores histórias para dormir são como um bom amigo: elas ouvem o seu dia, compartilham um sorriso e depois dizem gentilmente que é hora de descansar. Então, vamos nos sentir confortáveis. Aqui estão três novas histórias do livro de histórias da Miss Elaine. Cada uma é uma aventura de cinco minutos sobre algo que você conhece, com uma pequena reviravolta engraçada, e termina no silêncio mais pacífico que você pode imaginar.
História um: A Mochila Que Queria Férias
Rigby era uma mochila escolar vermelha e resistente. Ele era um trabalhador esforçado. De segunda a sexta-feira, ele era preenchido com livros, pastas e lancheiras. Ele amava seu trabalho, mas na sexta-feira à noite, ele estava exausto. “Preciso de um fim de semana”, ele suspirava para o sapateiro. “Férias de verdade. Sem dever de casa, sem respingos de purê de maçã.”
Na manhã de sábado, o menino o esvaziou como de costume. Mas, em vez de ser colocado em seu gancho, Rigby foi deixado no chão. O menino saiu correndo para brincar. Rigby viu sua chance! Era isso! Um dia livre! Ele decidiu explorar a sala de estar. Ele se arrastou, uma lesma de tecido lenta. Arraste, desabafe.
Ele chegou à mesa de centro. A vista era incrível! Ele podia ver toda a sala daqui. Ele era o rei do tapete! Mas sua aventura foi curta. O cachorro da família, um golden retriever brincalhão chamado Sunny, entrou trotando. Sunny amava tudo que se movia. Ele viu Rigby e pensou: “Brinquedo novo!” Ele pegou Rigby pela alça e o sacudiu suavemente. Whump, whump!
“Me solte! Estou de férias!” Rigby pensou, mas não adiantou. Sunny o carregou para sua cama, o deixou cair e deitou-se em cima dele para tirar uma soneca. Rigby agora era uma cama para cachorros. Estava quente e um pouco babado. Estas não eram as férias relaxantes que ele havia imaginado.
Mais tarde, o menino o encontrou. “Sunny! Essa é minha mochila!” Ele resgatou Rigby, sacudiu-o e o abraçou. “Você não é um brinquedo de cachorro.” Ele colocou Rigby suavemente em seu gancho perto da porta. Rigby, de volta ao seu lugar, sentiu uma onda de alívio. O gancho era sua casa. Suas férias não eram sobre explorar; era sobre não ser explorado. Era sobre silêncio. Daquele dia em diante, Rigby amou seus fins de semana. Ele ficava pendurado silenciosamente em seu gancho, observando as idas e vindas, descansando suas alças, perfeitamente feliz com sua estadia. O corredor estava parado, e Rigby descansou, uma mochila bem viajada que aprendeu que as melhores férias são frequentemente onde você começou.
História dois: A Bule Falante (Que Era Terrível em Segredos)
Bertha era um bule de cerâmica alegre com rosas pintadas. Ela morava na prateleira da cozinha. Bertha amava a hora do chá porque amava a fofoca. Ela ouvia tudo na cozinha! O único problema era que ela não conseguia guardar um segredo. Quando a açucareira sussurrava: “Psst, o pote de biscoitos está quase vazio”, Bertha ficava tão animada que sua tampa tremia. Clink-clink!
Uma tarde, a menina estava planejando um cartão de aniversário surpresa para sua mãe. Ela contou seu plano para o pote de biscoitos. “Shh, é segredo”, ela disse. Bertha ouviu tudo! Ela estava explodindo! Quando a mãe entrou para fazer chá, Bertha não conseguiu se conter. Quando a água quente foi despejada, ela soltou um suspiro feliz e fumegante que soava suspeitamente como “Surpresaaaa…”
A mãe fez uma pausa. “O que foi isso?” Os olhos da menina se arregalaram. Bertha permaneceu em silêncio, mas seu bico estava apontado diretamente para os suprimentos de cartão escondidos. A mãe seguiu a direção do bico e viu um canto de papel colorido. Ela sorriu, mas fingiu não ver. “Eu me pergunto o que teremos para o jantar”, disse ela, saindo.
A menina olhou para Bertha. “Você quase contou!” ela sussurrou. As rosas de Bertha pareciam corar. Ela se sentiu terrível. Ela não queria estragar as surpresas; ela apenas as amava demais. Na próxima vez que ouviu um segredo (o leite estava azedando), ela tentou uma nova tática. Ela não balançou. Ela não suspirou. Ela apenas guardou o segredo dentro, como guardava o chá. Era quente e importante.
Quando a menina surpreendeu sua mãe com sucesso, Bertha foi usada para o chá da comemoração. Ao servir, ela não fez barulho. Sua guarda de segredos foi perfeita. A menina deu um tapinha nela. “Bom bule.” Bertha aprendeu que guardar um segredo era como fazer um bom chá - exigia paciência e calor silencioso. A prateleira estava escura, e Bertha guardou todos os segredos da cozinha em segurança, uma amiga silenciosa e confiável.
História três: A Luz Noturna Que Tinha Medo da Queda de Energia
Lumen era uma pequena luz noturna plugável em forma de lua. Ele lançava um brilho azul suave na parede. Ele estava muito orgulhoso de sua luz. “Eu derroto a escuridão”, ele dizia para a tomada. Mas Lumen tinha um medo profundo: a queda de energia. E se a eletricidade parasse? Ele não seria nada! Um pedaço de plástico!
Na outra noite, uma tempestade estava chegando. O meteorologista no rádio disse que poderia haver “quedas”. Lumen ficou aterrorizado. Quando o vento uivava, ele se preparou. Então, aconteceu. Clique. A casa ficou preta e silenciosa. A luz de Lumen desapareceu. Ele estava impotente! Foi pior do que ele imaginava. A escuridão era total.
Mas então, algo aconteceu. O menininho, que estava com medo, chamou. Seu pai entrou. Lumen ouviu o arranhar de um fósforo. Uma luz quente, amarela e dançante apareceu. Era uma vela! O pai acendeu algumas e as colocou pela sala. A luz das velas era diferente. Ele se moveu. Ele fez sombras enormes e maravilhosas no teto. O menino riu. “É uma festa de sombras!”
Eles contaram histórias à luz de velas. A sala parecia mágica, não assustadora. Lumen, de sua tomada, observou. Ele viu que a luz não precisava vir de uma parede. Poderia vir do fogo, das estrelas, de uma lanterna. A luz era uma equipe. Quando a energia voltou uma hora depois, Lumen brilhou novamente. Mas ele não tinha mais medo. Ele sabia agora que, mesmo que ele se apagasse, outras luzes - velas, estrelas, amor - poderiam assumir. Seu trabalho era importante, mas ele não estava sozinho. O quarto estava seguro, o menino estava dormindo e Lumen brilhava com uma nova e calma confiança, uma pequena parte de uma grande e brilhante equipe que sempre mantinha a escuridão amigável.
E isso é tudo por hoje à noite! Espero que você tenha gostado dessas histórias para dormir de 5 minutos com a Miss Elaine. Lembre-se, as melhores histórias para dormir são aquelas que compartilhamos, aquelas que nos fazem sorrir e aquelas que nos ajudam a nos sentirmos seguros e prontos para uma boa noite de sono. Então, feche os olhos, pense em uma mochila em um gancho, em um bule guardando um segredo ou em uma luz noturna amiga de uma vela e adormeça no país dos sonhos. Bons sonhos, a todos. Boa noite

